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Correia Pinto: PP reafirma Celso Rogério

SIGLA COMBATE FAKE NEWS E REITERA QUE O EX-PREFEITO CELSO ROGÉRIO É O PRÉ-CANDIDATO COM MIRIAM BURK PARA VICE

Porque andam falando por aí de boca em boca (como canta Marenco) situações em desacordo com a realidade, o diretório do progressistas de Correia Pinto emitiu nota ofical. O conteúdo combate qualquer informação que esteja em desacordo com a realidade.

E…

A realidade posta é de que a sigla, quando de reunião exatamente há 2 meses (14 de abril), bateu martelo confirmando Celso Rogério Alves Ribeiro (que já foi vice e também prefeito) para concorrer a prefeito, tendo Miriam Burk como vice. Os nomes serão homologados em convenção (prazo 20 de julho a 5 de agosto), conforme aponta a legislação.

A NOTA APONTA QUE…

“Qualquer notícia ou informação de que Celso Rogério não concorrerá à eleição é mentirosa e passível de enquadramento entre os crimes eleitorais”.

Esse registro de arquivo que temos de Celso Rogério Alves Ribeiro é dele dialogando com o então governador Colombo, quando o correiapintense era prefeito. Naturalmente Celso Rogério é pré-candidato pelo PP não guardando qualquer relação, por enquanto, com o PSD onde (ainda) está o ex-governador de SC.

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Deputado não quer pinus na Coxilha Rica

IVAN NAATZ (PL) DEFENDE A PROIBIÇÃO DO PLANTIO DE PINUS NA COXILHA RICA. LUCAS NEVES REAGE

“O pinus eliotti apresenta uma série de impactos negativos quando introduzido em ecossistemas não nativos, como é o caso do território da Coxilha Rica. A introdução do pinus eliotti pode causar desequilíbrios no ecossistema local, prejudicando a fauna e flora nativas, além de modificar os processos ecológicos naturais”. A fala do deputado Ivan Naatz (PL) pregando a proibição do plantio de pinus na Coxilha Rica, cujo posicionamento se transformou em projeto que irá tramitar na Alesc soa feito música aos preservacionistas ‘da terra dos outros’.

JUSTIFICATIVA

Naatz justifica a posição contra o reflorestamento, argumentando que a região da Coxilha Rica é um dos locais mais belos do mundo para cavalgadas e pela floresta remanescente de araucárias. O parlamentar afirma que está atento e preocupado com a acelerada expansão do plantio dessas florestas em Santa Catarina. Para ele, é preciso ter uma limitação.

O QUE APONTA NAATZ

“Eu venho acompanhando este tema há cerca de quatro anos. Tenho buscado dados e a Uniplac fez diversos estudos de mestrado que tratam dessa ocupação invasora. É assustadora a extensão da plantação de pinus, que cresce cada vez”.

“…Precisamos delimitar no Estado as áreas em que o pinus pode ser plantado. Do jeito que está hoje em Santa Catarina, estão plantando pinus à vontade. Isso está desequilibrado. A localidade de Coxilha Rica, por seu potencial turístico sustentável  e ambiental  será um projeto piloto para ampliar a discussão e estudos com as demais regiões do Estado”.

LUCAS NEVES REAGE

Durante manifestação no parlamento nesta quinta-feira, 13, o deputado Lucas Neves (Podemos) disse estar preocupado com o Projeto de Lei (PL) 258/2024, que proíbe o reflorestamento com a espécie pinus elliottii na região da Coxilha Rica. O parlamentar alegou que a medida, se aprovada, vai prejudicar a cadeia produtiva da madeira, que é forte na região:

“Estamos falando de uma cadeia produtiva que gera mais de 20 mil empregos na Serra Catarinense. Pessoas que trabalham com reflorestamento, em serrarias e nas indústrias de papel e celulose. Cito a cidade de Otacílio Costa, que tem grandes indústrias de papel e celulose, assim como a cidade de Correia Pinto. E Lages, que recentemente recebeu uma indústria de produção de MDF, e que também tem fábrica de papel e celulose”.

O deputado Lucas Neves (esquerda) contestou o argumento apresentado por Ivan Naatz,autor do projeto. Segundo informou, o Conselho Estadual de Meio Ambiente autorizou o plantio de pinus sem a necessidade de licença ambiental. Ele disse mais:

“Além disso, existe uma lei federal, aprovada no Congresso Nacional, que retira a silvicultura – cultivo de florestas através do manejo agrícola para produzir madeiras e outros derivados – da lista de atividades que causam degradação ambiental.”

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Mário Motta: Ações de resultado na Serra

DEPUTADO DETALHA ATUAÇÃO COM AÇÕES PRÁTICAS PARA ÁREAS COMO SAÚDE E EDUCAÇÃO ATRAVÉS DO MANDATO

Articulações e indicações feitas pelo deputado estadual Mário Motta (PSD), totalizando R$ 2 milhões de recursos decorrentes de economias da Alesc, já podem ser conferidas na prática. Isso porque a execução de obras em escolas e hospitais estão concluídas. As ações abrangeram também outras regiões do Estado. Mas focamos aquilo viabilizado aqui na Serra Catarinense através da iniciativa do parlamentar.

DINÂMICA DA PROVIDÊNCIA

Para a seleção das obras e ações que seriam executadas, Mário Motta consultou as Secretarias de Estado da Educação e da Saúde. Mapeou aquelas unidades que mais necessitavam de melhorias. As escolas Padre Antônio Trivellin (Painel, Elza Deeke (Otacílio Costa) e Egídio Baraúna (Lages) foram as unidades beneficiadas com algum tipo de providência, a partir da iniciativa do deputado, durante o ano de 2023.

AÇÕES NESTE ANO

No ano corrente, há uma reserva de R$ 1 milhão para executar ações em outras unidades de ensino. É o caso da Escola Campos Sales em Bocaina do Sul e Isidoro Silva ali da Lagoa da Estiva em Anita Garibaldi que recebem de troca de telhado à manutenção da cozinha. Tem troca de assoalho, forro e outras melhorias na escola Emiliano Ramos de Capão Alto e reforço de segurança em salas do ensino médio na escola Irmã Gertrudes de Ponte Alta.

TAMBÉM NA SAÚDE

Porque além dessas melhorias importantes nas unidades de ensino, a área da saúde também é foco do parlamentar, Mário Motta destinou R$ 1 milhão para essa área. O único hospital infantil do interior do Estado, o Seara do Bem ganha gerador elétrico, a partir de recursos que integram as demandas atendidas a partir da indicação do parlamentar. E Motta observa:

“Isso é dinheiro do povo voltando ao povo. Sempre gosto de ressaltar que eu não destinei os recursos, mas que foram os projetos que conquistaram e mereciam essas melhorias. Neste caso, optamos por entender junto às Secretarias quais projetos tinham mais prioridade e, por isso, encaminhamos as indicações. Nós, deputados, somos apenas um instrumento para a destinação destes valores”.

Deputado Mário Motta faz questão de prestar conta dessas providências que evidenciam a preocupação em relação a ações práticas também para municípios aqui da Serra Catarinense

Com informações da jornalista Claudia Xavier

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6 em cada 10 consideram Lages segura

DADOS RESULTAM DE UM CONJUNTO DE ENTREVISTAS QUE INTEGRA O PROJETO PROTÓTIPO ALPHA

Está em curso em cinco municípios (Lages, São Joaquim, Curitibanos, Bom Jardim e Urubici) o projeto Protótipo Alpha Ordem Pública PMSC 5.0. Trata-se de uma iniciativa da Facisc e Polícia Militar que tem como foco a implementação de metodologia para combater a violência, buscando atingir um índice de homicídios aceitável. Atualmente a média é de 12 mortes violentas (homicídios) por 100 mil habitantes e a OMS preconiza que essa quantia seja de no máximo 10.

PESQUISA INICIAL

Integra a metodologia do projeto a análise inicial da situação de violência, a partir da ótica de representantes de entidades ou pessoas vinculadas a projetos sociais que atuam no cenário da ordem pública. E isso ocorre a partir de uma pesquisa para visualizar a sensação de segurança em cada uma das cidades abrangidas pelo projeto. “Lages foi a quinta cidade a receber os resultados preliminares da análise situacional aplicada pelo projeto e segue a média geral”.

APRESENTAÇÃO

Coube à coordenadora Alpha Serra, Aline Nandi, e pelas agentes de articulação e especialistas de dados, Ana Paula Ribeiro e Daniela Rosa de Oliveira, a apresentação dos dados. Foram 38 entrevistados vinculados a entidades e projetos locais que atuam no cenário da ordem pública que avaliaram o cenário na maior cidade da Serra Catarinense.

DADOS DE LAGES

“Os dados coletados apontam que 63,2% das pessoas se sentem seguras no município, outros 28,9% dos abordados afirmam acreditar que a cidade é violenta”. É o resumo da coleta de dados pelas entrevistas. Arredondando a interpretação, é possível a pontar que 6 em cada 10 lageanos se sentem seguros. Enquanto 3 em cada 10 visualizam Lages como uma cidade violenta.

De acordo com a informação oficial “a expectativa é que o projeto traga benefícios diretos para a população, utilizando dados importantes para prever e prevenir ocorrências, criar novas políticas públicas, melhorar a resposta das forças de segurança e fortalecer a sensação de segurança nos municípios”.

PASSOS SEGUINTES

As próximas fases do projeto devem incluir a ampliação das funcionalidades e a integração com outras ferramentas e sistemas já em uso pelas forças de segurança. Ainda em junho, serão realizadas reuniões de comitês locais de execução. Em julho, câmaras técnicas compostas por voluntários dos municípios vão ser formadas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à redução da desordem e da violência.

OUTRAS CIDADES

A pesquisa aplicada em Lages foi, antes realizada nos demais municípios abrangidos pelo projeto. Em São Joaquim, o relatório apontou que 53,3% dos entrevistados se sentem seguros no município, da mesma forma para 69,2% de moradores de Curitibanos. Para 70% das pessoas entrevistadas em Urubici, a cidade não é violenta. Em Bom Jardim da Serra, a pesquisa revelou que 76,9 % se sentem seguros e não consideram o município violento. 

Conteúdo: Mari Lidoro – Instituto DEL

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Lages mostra o ‘caminho para a Índia’

COMITIVA INDIANA PASSA OS PRIMEIROS DIAS DA SEMANA CONHECENDO O MODELO LAGEANO

Um grupo de pessoas ligadas à área da educação básica e superior oriundas da Índia aterrissaram em Lages nesta semana. Os visitantes estiveram em unidades de ensino do município, como a Escola Mutirão do bairro Habitação, conhecendo o modelo prático de gestão de ensino.

O grupo conhecendo o ambiente de ensino na Escola Mutirão de Lages

O QUE QUEREM OS INDIANOS

A visita objetiva estabelecer possíveis acordos visando a realização de intercâmbio internacional de professores e estudantes entre Brasil e Índia. Santosh Kumar Singh, diretor da Goenka Public School, Aditi Basu Roy, diretora da Grands International School, e Madan Mohan Goel, vice chanceler e professor de Economia na Kurukshetra University, lideraram a comitiva na peregrinação por Lages.

Aditi Roy, uma das participantes da comitiva recebe diploma de visitante ilustre das mãos da secretária da Educação de Lages Ivana Michaltckuck.

COMO CHEGARAM ATÉ LAGES

De acordo com a professora Alceloni Volpato, que viabilizou a visita, a comitiva veio ao Brasil para participar da Conferência Internacional sobre Sustentabilidade, que ocorreu em Vacaria/RS nos primeiros dias de junho. De lá, decidiu conhecer um pouco sobre a educação brasileira. Em Lages, os indianos visitaram várias unidades escolares.

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Eleição: Bom Jardim faz pesquisa

LEVANTAMENTO VAI DEFINIR QUEM ENFRENTA O GRUPO DO ATUAL PREFEITO PEDRO OSTETTO

A política também ferve no topo da Serra. Durante esta semana a oposição em Bom Jardim da Serra encomendou e está na rua uma pesquisa para definir os nomes que irão enfrentar a ‘situação’ no município. O prefeito Pedro Ostetto eleito pelo PSD e que migrou para o PL lidera o grupo que administra o município. Mas sua adesão ao PL é apontada como uma manobra que não agregou, porque teria dificultado as relações com o Governo Federal. É bem nessa linha que atuará a oposição em Bom Jardim.

OS CRISTIANOS NO PÁREO

Para enfrentar o grupo de Ostetto, estão sendo escalados dois vereadores em Bom Jardim da Serra. Um deles é João Cristiano que chegou a deixar o PT, mas está de volta ao partido para enfrentar o desafio majoritário. Junto com ele está outro Cristiano. O vereador Cristiano Cardoso do União Brasil é outro nome sondado na pesquisa. E tem um terceiro nome no páreo pela oposição, agregado ao grupo.

ASSIM

Caso a opção não sejam os Cristianos, quem pode entrar no páreo é o ex-prefeito Serginho Rodrigues. Ele se filiou ao PT e está à disposição do grupo. Além de PT e União Brasil, o agrupamento de oposição em Bom Jardim pode contar com PP, PDT e PSD, siglas que têm boas relações no Governo Federal, para ajudar o município.

João Cristiano (PT) e Cristiano Cardoso (União Brasil), os nomes que estão sendo avaliados para liderar uma majoritária pela oposição em Bom Jardim

E a oposição ainda tem como carta na manga o nome de Serginho Rodrigues que foi prefeito em Bom Jardim da Serra e que se filiou dentro do prazo no PT com o aval da deputada Luciane Carminatti

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