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Coxilha: Mais usina a caminho

PCH COXILHA RICA PASSA POR UMA DAS ÚLTIMAS FASES BUROCRÁTICAS PARA SER IMPLATADA NO PELOTINHAS

Com a usina Santo Cristo prestes a entrar em operação, há passos para que outro empreendimento do gênero utilize o potencial do rio Pelotinhas para gerar energia. Trata-se da PCH Coxilha Rica a ser construída na divisa entre Lages e Capão Alto (a exemplo da Santo Cristo quase na chegada ao rio Pelotas). O RIMA – Relatório de Impacto Ambiental elaborado pelo IMA (Instituto de Meio Ambiental de SC) precisa ser exteriorizado à população. Nesse sentido, uma audiência pública está programada.

AUDIÊNCIA NA ACIL

Com potencial estimado de geração de 18 megawatts, a Usina Coxilha Rica terá o referido relatório de impacto ambiental apresentado à população na terça-feira, 18 (semana que vem). É oportunidade para os interessados entenderem melhor os reflexos sócio-ambientais do empreendimento na região onde será construída. A audiência será às 19h na Acil. Como nesse tipo de evento comparece pouca gente, caso haja algum interesse de conferir o relatório, o mesmo está no www.lages.sc.gov.br/editaisechamamentos.

TEOR DA DOCUMENTAÇÃO

A audiência permitirá esclarecer à população sobre o tipo de obra pensada, sua localização e sua função na economia local e regional, os potenciais impactos ambientais a ela associados e as medidas previstas para amenizar ou evitar os impactos negativos e potencializar os impactos positivos. O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Coxilha Rica foram elaborados pela empresa Terra Ambiental Consultoria em Meio Ambiente Ltda.

Para ilustrar a informação sobre a nova usina a ser construída no rio Pelotinhas, acima um registro aéreo (por drone) da Usina Santo Cristo, cujas obras estão em fase final para começar a operar ‘nos fundos’ da Coxilha Rica

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R$ 100 mil em prêmios da CDL

É A PROMOÇÃO NATAL PREMIADO QUE ESTÁ PREVISTA PARA INICIAR NA TERCEIRA SEGUNDA-FEIRA DE NOVEMBRO

Durante a pauta sobre o Natal Felicidade, cuja programação começa no dia do aniversário de Lages (22), foram divulgados os prêmios que serão sorteados na tradicional ação de incentivo nas vendas da CDL. No somatório os prêmios somam um pouco mais de R$ 100 mil. O principal deles é um Renault Kwid Intense zero quilômetro que, na tabela Fipe, aparece custando R$ 71.000,00.

MAIS

Duas scooters elétricas cujos modelos têm preços variáveis entre R$ 4 mil e R$ 10.000,00 (depende do qual que integrará a campanha de prêmios). O modelo iPhone que integrará os sorteios é o 15 que custa R$ 4 mil, além de R$ 17.500,00 em vales-compras. São 15 sorteios com vales-compras de R$ 1 mil cada e mais cinco de R$ 500,00.

Os dados sobre o Natal Premiado vieram nessa reunião onde o staff da prefeitura, liderado pela prefeita Carmen Zanotto apresentou as intenções daquilo que será o Natal Felicidade. No registro o diretor de Turismo, Flávio Agustini, e a secretária Ana Vieira (ambos nos extremos da foto). Diogo Schmitiz e a prefeita, com o presidente da CDL, Célio Bueno

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Paço: Folha é de R$ 33.045.763,51

NÚMERO SE CHEGA COM O ANÚNCIO DE QUE AS DUAS PRÓXIMAS FOLHAS DE PAGAMENTO E 13º EXIGERÃO R$ 99.137.290,53 DOS COFRES MUNICIPAIS

Dia 28 de novembro – Folha 11.25

Dia 12 de dezembro – 13º salário

Dia 29 de dezembro – Folha 12.25

Como se faz desde outras gestões, a prefeitura de Lages está anunciando que irá desembolsar R$ 99.137.290,53 para quitar os três compromissos acima, perante o funcionalismo municipal. Os valores se destinam a atender os salários, aposentadorias e pensões de 6.906 pessoas. São 1.425 segurados do LagesPrevi e outros 5.480 servidores (efetivos, comissionados e contratados).

AINDA

A informação não cita se o montante se refere a salários e mais encargos ou apenas os vencimentos normais ao funcionalismo. De qualquer forma, os dados indicam que a folha da prefeitura atualmente totaliza, todo mês, R$ 33.045.763,51. Embora pareça um valor robusto, o gasto com pessoal está absolutamente abaixo dos limites legais, indo um pouco além dos 40% da arrecadação.

Segundo a informação divulgada, embora naturalmente não precise combinar com os sindicatos, isso teria sido feito pela prefeitura sobre as referidas datas de pagamento dos salários. Não há confirmação, mas em repetindo anos anteriores, a prefeitura deve estabelecer um recesso de meio mês, durante a virada do ano (a partir de 20 de dezembro com retorno em 5 de janeiro).

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Lages: Sebrae e as boas práticas

COMPENSAÇÃO AMBIENTAL LEVA COLABORADORES DO SEBRAE A UMA INICIATIVA BACANA

Qual o impacto no meio ambiente da atuação de uma empresa ou estruturas diversas? É possível fazer esse cálculo. E, numa mescla de consciência ambiental e incentivo para que outros também façam, há empresas, órgãos e instituições fazendo esse cálculo e providenciando compensação à natureza. Exemplo nesse sentido é do Sebrae em Lages.

DADOS DA AÇÃO

Embora não seja uma estrutura potencialmente poluidora, o consumo de energia elétrica e combustível, ao longo de um ano, calculado, gerou a emissão de 698,616 kg de CO₂e e 178 kg de CO₂e, respectivamente. Dentro da Política de Sustentabilidade e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do Sebrae, procedeu-se à compensação ambiental de uma forma louvável.

PLANTIOS DE ÁRVORES

Para compensar essa ‘interferência’ na natureza com o consumo de energia e combustível, devidamente monitorado ao longo do ano, o time do Sebrae de Lages está compensando com o plantio de árvores frutíferas e ornamentais. “Nosso desejo é que essa ação sirva de exemplo para outras entidades, empresas e instituições, mostrando que todos podem, e devem,  fazer sua parte na construção de um futuro mais equilibrado e responsável”, destaca Altenir Agostini, Gestor Regional do Sebrae na Serra Catarinense.

A Praça Demolay, no Complexo Esportivo Jones Minosso, recebeu as mudas de plantas dentro das atividades de compensação ambiental do Sebrae/SC Regional Serra, em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente. No total, serão plantadas mais de 40 mudas de árvores entre espécies frutíferas e ornamentais.

Secretário Corbellini e Altenir Agostini com o grupo cuja ação praticada serve de sugestão e exemplo. Foram plantadas mudas de ipê-amarelo, ingá-banana, aroeira, araçá e ameixa-cambará, todas espécies nativas e adaptadas ao clima serrano.

PLATAFORMA DE MEDIÇÃO

Qualquer pessoa ou empresa pode calcular sua própria emissão de carbono de forma simples e gratuita por meio de plataformas online, como utilizada pelo Sebrae. A ferramenta é fácil de usar e ajuda a compreender o impacto das atividades no meio ambiente, além de incentivar práticas de compensação ambiental, no site  https://www.sosma.org.br/calcule-sua-emissao-de-co2

Conteúdo: Catarinas Comunicação – Assessoria de Imprensa Sebrae

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CTA culpa infraestrutura de Lages

CONDIÇÕES DAS RUAS POR ONDE TRAFEGAM OS CAMINHÕES TERIAM CONTRIBUÍDO PARA A CTA ‘DESISTIR DE LAGES’

Tanto na crise da coleta quanto na paralisação dos colaboradores por causa de condições de trabalho, a empresa CTA manteve silêncio. A única manifestação esclarecedora da empresa (que tivemos acesso) foi um pedido de direito de resposta nas plataformas digitais do Grupo SCC. Ali a CTA explica que foi consultada pela prefeitura para seguir, em caráter emergencial, mantendo o trabalho da coleta na cidade. E por opção da empresa a decisão foi negativa.

QUESTÃO DAS VIAS

Uma razão decisiva para o recolhimento da empresa da atuação em Lages – citada no conteúdo – é a infraestrutura. Tanto o acesso ao Aterro Sanitário quanto as vias urbanas apresentariam condições (e isso é fato), que dificultam o deslocamento de caminhões da coleta e as consequências decorrentes disso afetaria a frota.

A frota da coleta apresenta, de fato, condições estruturais complexas, colocando em risco inclusive a segurança de colaboradores

NOVA EMPRESA: AMBIENTAL DE JOINVILLE

A empresa que sucede a CTA é a Ambiental Limpeza Urbana e Saneamento Ltda que tem duas décadas e meia de atuação no mercado, a partir de Joinville. Presta serviços em 81 municípios nas diversas áreas que atua, com mais de 3 mil funcionários, abrangendo, praticamente, 1/3 da população de Santa Catarina com sua logística em áreas como a coleta de resíduos, chegando a 582.000 toneladas ao ano. Embora seja um contrato emergencial, a modalidade foi aberta à empresas interessadas em operacionalizar o sistema da coleta em Lages, pelo que aponta a informação do Paço:

A empresa que apresentou menor preço no processo emergencial, cujo contrato é válido por até um ano, Ambiental Limpeza Urbana e Saneamento Ltda, com sede em Joinville, percorrerá as rotas da coleta de resíduos domiciliares existentes para atender o perímetro urbano de Lages”.

Joinville está entre as cidades atendidas pela Ambiental, cuja apresentação gera otimismo em relação à resolutividade dos problemas de coleta em Lages.

EMERGENCIAL DE UM ANO

Esse prazo de contrato emergencial, a partir de orientação jurídica, justificando a razão da medida (porque é uma relação sem licitação, dentro daquilo que a norma admite), decorre para que nesse período a prefeitura (Semasa) realize a licitação definitiva. Há, portanto, até os primeiros dias de novembro de 2026 para que todo o processo seja concluído, não impedindo que isso ocorra antes. A empresa Ambiental pode participar da licitação, mas, naturalmente, vencerá aquela que apresentar a proposta mais vantajosa, considerando todos os critérios do certame. Algo é certo: A CTA não virá participar da licitação pelo desinteresse justificado de continuar operando na cidade.

Equipe gestora da Semasa com a prefeita Carmen e o desafio de concluir a licitação no prazo do contrato emergencial com a empresa Ambiental de Joinville

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Coleta de lixo: Solução em Lages

SITUAÇÃO INSUSTENTÁVEL LEVOU A PREFEITURA A ANTECIPAR O FIM DO CONTRATO COM A EMPRESA CTA

Prefeita Carmen Zanotto e a gestora da Semasa, Paula Granzotto, chamaram uma coletiva de imprensa para anunciar aquilo que pode (e a gente torce para isso) ser a solução em relação à crise da coleta de lixo em Lages. Com serviços marcados pela impontualidade e outras situações que geram chateação coletiva, a coleta deixa de ser feita pela empresa CTA e assume, em caráter emergencial, por um ano, a empresa Ambiental de Joinville.

DECLARAÇÕES SOBRE AS AÇÕES

Carmen Zanotto – Prefeita de Lages: “A substituição da empresa está se dando com antecedência de 36 dias, tendo em vista as cobranças realizadas pelo setor competente e a formalização de que não havia mais interesse da empresa na renovação do contrato para a prestação do serviço”.

(…)

“Não podemos aceitar o não cumprimento dos contratos e, acima de tudo, situações que possam colocar em risco a vida de trabalhadores e cidadãos”.

Paula Granzotto – Secretária da Semasa: “Expectativa é que o serviço possa suprir os impactos causados pelas inconsistências da empresa anterior. E que a situação volte a ser normalizada o mais breve possível em todos os bairros. Continuaremos acompanhando essa transição”.

Secretária Paula Granzotto e prefeita Carmen no registro compartilhado pela área de comunicação do Paço, sobre o anúncio da transição, com a saída de cena da empresa CTA

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