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Transporte ferroviário depende do RS

LOGÍSTICA DE TRANSPORTE POR TREM PASSANDO POR LAGES DEPENDE DA RECUPERAÇÃO DA ESTRUTURA GAÚCHA. E AÍ ESTÁ O PROBLEMA!

As chuvas que avariaram a linha férrea – assim como afetaram vários setores da economia gaúcha – em maio do ano passado, constituem-se a causa da desativação da logística de transporte ferroviário utilizando o chamado Tronco Sul, que passa por Lages. O restabelecimento dos serviços somente ocorreria (ou ocorrerá) quando o modal ferroviário puder se estender desde o Paraná até o Rio Grande do Sul. O problema reside no custo elevado de recuperação da malha ferroviária e do fato de que a Rumo Logística está a dois anos de ter o contrato de concessão terminado.

QUAL SERIA A SOLUÇÃO?

Existem somente dois caminhos para a retomada a médio prazo dos serviços de transporte ferroviário. Um deles é via concessão, com a ampliação do contrato atualmente em vigor (repactuação) ou se espera um novo (se ocorrer), depois de 2027. O outro caminho é o Governo Federal assumir a conta da recuperação da linha ferroviária avariada, entregando a estrutura pronta para que a empresa continue operando. Fora isso, não há solução a curto prazo e o transporte ferroviário seguirá inativado no Tronco Sul.

Numa articulação do vereador Jonata Mendes (PRD) que exteriorizou o assunto à deputada Daniela Reinehr, a parlamentar federal provocou uma audiência pública para tratar do tema em Brasília. Até a prefeita Carmen Zanotto, via videoconferência, participou do debate na Frente de Logística da Câmara Federal.

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Celesc integra ‘Estação Inverno’

EMPRESA REFORÇA ATUAÇÃO E PROSPECTA INVESTIMENTOS EM MAIS SUBESTAÇÕES PARA O SEGUNDO SEMESTRE

Durante o lançamento do programa Estação Inverno, no sábado em Lages, a Celesc reforçou o compromisso com o fortalecimento da infraestrutura energética na Serra Catarinense — especialmente neste período em que o consumo de energia aumenta. As iniciativas fazem parte do Plano de Investimentos 2023–2026 da companhia, somente para a Serra, destina R$ 152 milhões, dos quais mais de R$ 113 milhões (74%) já foram executados.

DE REDE À SUBESTAÇÃO

Entre as principais obras estão a ampliação das subestações de São Cristóvão do Sul e Otacílio Costa, a construção da nova Subestação Palmeira Chlorum e a ampliação da Subestação Lages Vidal Ramos. Além disso, a modernização da rede trifásica e a instalação de religadores e reguladores de tensão aumentam a resiliência do sistema frente ao aumento de consumo típico do inverno.

ENERGIA BOA

Através do Programa Energia Boa, lançado em 2024 pelo Governo do Estado, com apoio da Celesc e coordenação da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, há mais investimentos privados a caminho da Serra Catarinense. A partir deste segundo semestre de 2025, serão licitadas as obras de quatro novas subestações.

ONDE TAIS ESTRUTURAS

As novas subestações serão construídas em Lages, Campo Belo do Sul, Painel e Urubici, com investimento total de R$ 572 milhões. A expectativa é destravar R$ 3 bilhões em projetos privados de geração renovável, podendo chegar a R$ 13 bilhões nas etapas seguintes. Presidente Interino da Celesc, o diretor de Finanças e Relações com Investidores, Júlio César Pungan, aponta:

“Com o apoio do Governo do Estado e a liderança do governador Jorginho Mello, estamos entregando infraestrutura energética de ponta para quem vive, trabalha e visita a Serra Catarinense. Essas ações mostram o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida dos catarinenses”.

Profissionis da Celesc no trecho, mesmo com geada no campo, para garantir energia nas áreas urbanas e rurais na Serra Catarinense

Com informações da Assessoria de Imprensa/Celesc

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Bolsonaro no sábado em SC

EX-PRESIDENTE PARTICIPA DO LANÇAMENTO NO ESTADO DO PROJETO ROTA 22 INICIADO PELO NORDESTE PARA FORTALECER O PL

O palco de shows artísticos em São José dará espaço à mobilização política no sábado, 05. A Arena Opus abrirá suas portas, depois das 10h para sediar o lançamento em Santa Catarina do projeto Rota 22. Trata-se de uma estratégia do Partido Liberal para tentar ampliar o fôlego da sigla, com novas adesões e aumento de filiados. O evento tem presença confirmada do ex-presidente Bolsonaro e do governador Jorginho Mello.

Suplente de vereador em Lages, Thiago Silva, integra-se no panfleto acima para o chamamento daqueles da Serra Catarinense que irão a São José participar do evento com Bolsonaro, Jorginho e lideranças como o deputado Zé Trovão.

COM CARLOS BOLSONARO

É bastante provável que Carlos Bolsonaro, integre-se ao evento de São José, juntamente com o pai, Jair Bolsonaro. O vereador carioca é o nome escolhido pelo ex-presidente para concorrer a uma das vagas ao Senado pelo PL em Santa Catarina. Carlos Bolsonaro foi eleito vereador no Rio de Janeiro, na eleição de 2000, inclusive se elegeu com 17 anos, completando 18 anos em 7 de dezembro daquele ano, tomando posse em janeiro de 2001. Carlos é apontado pelo próprio pai como um dos principais estrategistas de redes sociais de Jair Bolsonaro e sua eleição como senador (dada como certa por SC) seria uma forma de ampliar a base da direita no Senado Federal.

Jair Bolsonaro em discurso reconhece a atuaçãodo filho, Carlos, no projeto que o levou à Presidência da República.

ATUALIZAÇÃO

O próprio Jair Bolsonaro escreveu que:

“Após consulta médica de urgência, foi me determinado ficar em repouso absoluto durante o mês de julho. Do exposto, ficam suspensas as agendas em Santa Catarina e Rondônia. Crises de soluçõs e vômitos, tornaram-se constantes, fato que me impedem até de falar”.

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Paço: Meio ano de Carmen Zanotto

ENTRE PROMESSAS EM CAMPANHA E REALIDADE PÓS-POSSE, LISTAMOS ALTOS E BAIXOS DOS SEIS MESES INICIAIS DA NOVA GESTÃO

Do conjunto de ações, temos as principais que repercutiram de forma positiva na vida das pessoas e na economia da cidade:

01 – Troca de receita sem precisar consultar na UBS

02 – Horário ampliado de consultas e mais 70 médicos

03 – Entrega de kits escolares a estudantes do município

04 – Coragem para um novo modelo de Festa do Pinhão

05 – Terreno para nova Policlínica com recursos federais

06 – Valorização de efetivos na definição da equipe

07 – Criação da Secretaria de Turismo

DESTAQUE – Além das ações na saúde que podem ser consideradas aquilo que se esperava da nova prefeita (pela atuação na área), a entrega de kits escolares a alunos da rede municipal foi um diferencial robusto. Talvez uma ação melhor que qualquer obra. E quando os uniformes escolares chegarem (com recursos de emenda do deputado Lucas), será também de grande valia para dar conforto a essa multidão de 15.000 lageanos que frequentam as escolas da rede.

NEM TUDO SÃO FLORES

Muita gente que passou a integrar a equipe se familiarizou com a função ao longo do semestre. E tem alguns ainda desacelerados. Outra questão delicada: O asfalto antigo, a demora ou lentidão na manutenção e as chuvas, tudo soma para que a cidade siga ‘refém dos buracos’ nas ruas. Muito se fez. Mas pelo quase caos, o muito ainda é pouco.

TAMBÉM…

A boa relação da prefeitura (e da prefeita) com o governador Jorginho passava a impressão no começo do ano, que haveria mais aporte, especialmente a grandes obras estruturantes. Se isso está ocorrendo (os aportes), acontece em sigilo. Esses e outros aspectos evidenciam que nem tudo são flores no Paço, com a seguinte realidade, digamos, negativa nesses seis meses:

01 – Lages passou a ter vice-prefeito em home-office

02 – Segue-se perdendo a guerra na batalha contra os buracos

03 – Ausência de turistas ‘de fora’ no modelo de Festa do Pinhão

04 – Não exteriorização de recursos estaduais a obras estruturantes

05 – Mesmo problema: Coleta de lixo ainda gera reclamações

06 – Falta de time? Falta espertice na equipe

07 – Avenida Ponte Grande: ‘Em obras’

Com uma reeleita no retrato (Cristiane Pagani de Urupema) e as demais todas novatas nas funções (como prefeitas, mas não na política), as gestoras da Serra Catarinense fecharam nesta segunda-feira, 30, os primeiros seis meses a frente dos Executivos. Não só elas, mas a maioria dos prefeitos que iniciou a caminhada em janeiro (exceto os reeleitos), encontraram pela frente mais dificuldades que aquilo imaginado. É nessas dificuldades que muitos se agarram para justificar a razão da máquina pública não ter acelerado mais nesses primeiros 6 meses de mandato.

PARA OS OUTROS SEMESTRES

De se observar que a nova gestão em Lages não atacou de maneira mais ampla, situações em áreas que exigem a intervenção do poder público. Temos três exemplos disso:

Mobilidade urbana – Não houve intervenção mínima em melhorias no trânsito. Até a sinalização básica segue pecando tal qual gestões anteriores, mesmo existindo recursos (dinheiro das multas) para isso. Faixas de pedestre com pintura, implantação de travessias elevadas de pedestre, questões básicas ainda aguardam por celeridade maior.

Geração de empregos – Embora foque o distrito industrial de Índios para repassar áreas a empresas, tal empreendimento que a prefeitura precisa entregar ‘pronto’ requer investimento superior a R$ 10 milhões. E não há esse recurso. Falta uma política focada na geração de emprego e renda de forma abrangente e de resultados.

Habitação – Há no radar aquela promessa de 500 casasa em 4 anos. Quantas foram feitas em 6 meses?

UMA ENCRENCA A SER RESOLVIDA

Encrenca porque é ruim para todas as partes: a reforma da previdência do município. Passaram seis meses e o tema nem entrou em debate. Deve se seguir o que virá do modelo federal. Mas isso seria ruim ao funcionalismo que poderia ter regras menos perversas se instituída uma reforma através dos gestores e legisladores locais.

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Lages: Primeira queda em 2025

ISSO EM RELAÇÃO À GERAÇÃO DE EMPREGOS QUE VINHA NUMA CRESCENTE, MAS FECHOU MAIO NO VERMELHO

O quinto mês do ano fechou no vermelho quando o assunto é geração de empregos nos diversos setores da economia de Lages. Na metamática entre contratações e demissões, foram fechadas 50 vagas de trabalho a mais que aquelas abertas. Os dados do quinto mês deste ano, consideram apenas carteiras de trabalho (CTPS) assinadas.

O ANO É POSITIVO

No somatório de quatro meses fechando muito bem e esse maio com mais demissões que contratações, o mercado de trabalho em Lages segue positivo. São 1.381 vagas geradas desde janeiro até maio a mais que as demissões ocorridas.

Janeiro: + 280 vagas

Fevereiro: + 704 vagas

Março: + 342 vagas

Abril: + 105 vagas

Maio: – 50 vagas

ONDE ESTÁ SE DEMITINDO MAIS

O comércio de Lages vinha registrando uma sequência de dados negativos em relação à geração de empregos. Porém, no mês de maio, embora tenha demitido mais que contratado (foram 45 vagas fechadas), o setor que mais demitiu foi a indústria com o fechamento de 104 vagas. Embora de forma mais modesta, a prestação de serviços segue empregando mais que demitindo, somando 44 vagas abertas e preenchidas a mais que os desligamentos ocorridos no quinto mês do ano.

A maior cidade da Serra Catarinense registra números negativos na geração de empregos no comércio e a indústria foi o setor que mais demitiu no mês de maio, fechando mais de 100 vagas de trabalho.

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Topázio peregrina inclusive na Serra

PREFEITO DE FLORIANÓPOLIS FAZ INCURSÕES PELO ESTADO E MOVIMENTO TEM INTERPRETAÇÃO POLÍTICA.

No intervalo de 8 dias, o prefeito Topázio Neto (PSD) deixou as temperaturas menos congelantes de Florianópolis para participar de agendas na Serra Catarinense. Foi assim na sexta-feira, 20, quando esteve numa audiência pública em São Joaquim. Embora a pauta interesse à Capital, porque trata do fomento ao turismo interligando as duas serras (gaúcha e catarinense), Topázio deixou o feriadão prolongado de Corpus Cristi para se juntar às lideranças. E oito dias depois, no sábado, 28, o prefeito se integrou à agenda do governador Jorginho no lançamento do programa Estação Inverno em Lages.

Topázio Neto nesse registro das redes do gerente do IMA, engenheiro agrônomo Giovanni Tomazelli Guesser durante a agenda do sábado, 28, em Lages

UM DOS PLANOS DO PSD?

Nesses tempos de poucos cenários e muitos imaginários, o prefeito Topázio Neto é apontado como uma carta na manga de uma ala do PSD. Ele inclusive é um dos mentores da ideia de aproximar o partido do projeto de Jorginho Mello à reeleição.

E O JOÃO?

O PSD com o PL ano que vem significaria deslocar João Rodrigues para outra vaga na majoritária e não a disputa ao governo. O problema é que essa vaga a prefeito de Chapecó seria ao Senado, mas o PL pretende preencher as duas com Carol Di Toni e Carlos Bolsonaro, não havendo espaço para a Câmara Alta à Rodrigues.

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