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A bravura do policial penal Diego

PROFISSIONAL ATUOU EM EPISÓDIO E EVITOU AQUILO QUE PODERIA TER SE TORNADO UMA TRAGÉDIA EM LAGES

O aprendizagem da academia colocada em prática. A sensibilidade na leitura de uma situação de perigo. A pronta atuação. Tudo isso se somou para que uma situação não resultasse em um desfecho com maiores consequências, inclusive com riscos de tragédia. O protagonista da providência foi o policial penal Diego Rodrigues que, frequentando uma academia de condicionamento físico, percebeu a situação que poderia gerar risco concreto aos frequentadores.

PROVIDÊNCIA – Ao visualizar um agressor com arma de fogo em punho, teve a destreza e calma se recorrer ao armamento que porta por causa da atividade que exerce (e que estava guardado em armário) e efetuou disparos suficientes para neutralizar o agressor e impedir um desdobramento que pudesse afetar mais gente. Diogo Rodrigues mereceu reconhecimento pelo ato de bravura, inclusive no parlamento lageano.

GESTO DO JOINHA

Vereador do progressistas, Álvaro Mondadori, convidou Diogo Rodrigues para receber uma Moção Legislativa. O gesto foi um reconhecimento pela postura profissional diante do episódio da Academia. “A moção expressa público reconhecimento ao policial penal que, com notável bravura, responsabilidade e comprometimento com a proteção da vida”, aponta a informação sobre o ato.

“Que esse ato de bravura seja reconhecido como demonstração de preparo, responsabilidade e dedicação ao dever”, citou o vereador Álvaro Joinha, no registro acima na homenagem desta semana.

Colegas de farda, policiais penais com atuação em Lages, acompanharam a homenagem a Diego Rodrigues. Sintam-se todos homenageados pelo gesto!

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Meio milhão à Polícia Ambiental

O VALOR DE R$ 500.000,00 EM ITENS FOI VIABILIZADO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA REFORÇAR A FISCALIZAÇÃO

Um imbróglio judicial que se arrastou por quase uma década apresentou um desfecho interessante para a sociedade. Trata-se de uma ocupação indevida de área de preservação permanente de 72 hectares com vegetação exótica às margens de cursos d’água, nascentes e em encostas no município de Bom Retiro. Um acordo entre a Promotoria de Meio Ambiente e os responsáveis pela irregularidade, resultou no pagamento de R$ 1.500.000,00 à sociedade, a título de medida compensatória pelos danos causados ao meio ambiente. A empresa ainda se comprometeu em recuperar a área degradada.

DESTINAÇÃO DOS RECURSOS

Com o acordo, o MP/SC extinguiu a Ação contra a empresa, mas acompanhará o cumprimento daquilo que foi definido. E entre as definições está a destinação dos recursos para diferentes entes. O Fundo Municipal de Saneamento Básico de Bom Retiro, por exemplo, recebeu a maior fatia: R$ 600.000,00. O Fundo Estadual para a Reconstituição de Bens Lesados está recebendo R$ 350 mil, em dez parcelase outros R$ 50.000,00 se destinam à Defesa Civil do Rio Grande do Sul para ações de apoio aos atingidos pelas enchentes em território gaúcho. E outros R$ 500.000,00 à Policia Ambiental de Lages.

ESTRUTURA À POLÍCIA AMBIENTAL

A Promotora de Justiça da área de Meio Ambiente da Comarca de Lages, Tatiana Rodrigues Borges Agostini, coordenou todo o trabalho relacionado ao acordo e particiou da entrega de R$ 500.000,00 em itens à Polícia Ambiental. O material, inclusive uma Toyota Hilux CD DSL 4×4 SRV AT se destina ao reforço da fiscalização ambiental.

Veículo devidamente equipado que permite aos policiais militares ambientais chegar em locais remotos para a fiscalização

A Promotora de Justiça Tatiana Borges Agostini entrega uma série de itens para auxiliar no trabalho dos policiais, no registro dela com o comandante da companhia, Capitão Jardel da Silva.

Além do veículo e de materiais para utilização pela Corporação, os valores permitiram aquisição de peças de fardamento, incluindo calça, combat shirt, coturno impermeável e cinto tático (BDU)

Com informações da Assessoria de Comunicação Social MP/SC

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A luta pelo hospital de Bocaina

RETORNO DAS ATIVIDADES DO HOSPITAL SÃO JOSÉ AINDA ESTÁ LONGE DA REALIDADE APESAR DO ESFORÇO POLÍTICO

Há mais de uma década o município de Bocaina do Sul – distante 32 km de Lages – deixou de contar com os serviços do Hospital São José. Um conjunto de fatores levou à desativação da unidade hospitalar. Ano passado se acenou com o retorno dos serviços, cuja efetividade depende de muita coisa. Além da reforma completa da estrutura (bastante prejudicada pelo período em que está fechado), é necessário aporte para aquisição de equipamentos e, depois, uma equipe de profissionais para a manutenção.

PAUTA NA ALESC

O assunto retornou à pauta da Bancada Regional da Serra. Integrada pelos deputados Nilso Berlanda, Marcius e Lucas Neves, o grupo de parlamentares tenta encaminhar outros passos para que o hospital volte a funcionar, considerando a disponibilidade de uma emenda de R$ 5 milhões nesse sentido.

PROJETO PARA OS R$ 5 MILHÕES

A emenda da bancada de R$ 5 milhões é impositiva. Significa que o Governo do Estado libera o valor desde que tenha segurança sobre a destinação do montante ao hospital São José. O secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi, foi taxativo sobre o assunto. Explicou durante a reunião que, para liberar os valores, é necessário o envio de um projeto técnico finalizado. “O recurso está carimbado, mas precisamos do projeto concluído para avançar”.

A postura meio desanimada do prefeito João Eduardo Dellajustina (Duduca), presente na reunião, pode resumir a situação de momento sobre o assunto.

Deputados Lucas Neves, Nilso Berlanda e Marcius, durante a reunião ampliada tentando uma solução para colocar o hospital de Bocaina do Sul em funcionamento.

Situado entre a prefeitura e a Igreja Matriz, o hospital São José foi repassado (doado) pela Cúria Diocesana ao município de Bocaina do Sul. Mas a situação do imóvel é essa que aparece no registro acima.

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PM mata homem em confronto

ELE TERIA DESCUMPRIDO MEDIDA PROTETIVA E AMEAÇADO COM ARMA DE FOGO GUARNIÇÃO DA PM

Por uma questão de transparência na informação, evitando inclusive que outras versões venham a circular, os gestores do COPOM – Centro de Operações da PM em Lages, apresentaram relatório detalhado da ocorrência que resultou em disparos seguidos de morte de um homem acusado de violência contra mulher.

CIRCUNSTÂNCIAS

O homem teria ameaçado com arma de fogo a ex-companheira e, por isso, acabou sendo preso na sexta-feira, 27. Com medida protetiva de urgência expedida pelo Judiciário, a mulher acabou sendo localizada pelo ex-companheiro após deixar a prisão nesta quarta-feira, 02. Ele teria ido ‘tirar satisfações’ em relação à situação que o levou à prisão, desobedecendo a medida protetiva.

DIANTE DISSO…

A PM foi acionada e várias viaturas foram mobilizadas para atender a ocorrência na região dos bairros Habitação e Várzea. O suspeito foi localizado em uma casa abandonada. Ele teria ignorado as ordens dos policiais e, armado, resistiu à prisão, colocando em risco os militares na ocorrência. Foram disparos tiros de contenção que acabaram levando o homem a óbito.

É importante divulgar esse tipo de ocorrência, com o referido desdobramento, até para evidenciar o trabalho atento da Polícia Militar ajudando a combater a violência contra a mulher. E da mesma forma destacar a importância e a força das medidas protetivas expedidas pelo Judiciário para proteger as mulheres que estão expostas ao risco de violência.

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Contraponto à vacinação obrigatória

ASSUNTO FOI DEBATIDO INCLUSIVE COM A PARTICIPAÇÃO DE ESPECIALISTAS COMO O BIOQUÍMICO CAIO SALVINO

Embora haja um quase efeito manada na defesa da vacinação contra a Covid-19, a aplicação da imunização está longe de ser unanimidade. Inclusive essa resistência explica e confirma a razão de índices de cobertura vacinal estarem longe de realidades pretendidas pelas autoridades da saúde pública.

E porque é fundamental que o público acesse informações e tire suas próprias conclusões, os deputados Jessé Lopes e Sargento Lima (ambos PL), promoveram uma discussão sobre a obrigatoriedade da vacina durante audiência na Alesc.

ENTENDAMOS QUE…

Via de regra, o que se posiciona não é a contrariedade à vacinação, independente de qual seja. Mas a defesa ao direito de decidir. É isso que pontuam os dois parlamentares. Eles são contrários à obrigatoridade, inclusive com medidas punitivas aos pais que se negarem a vacinar os filhos. A não obrigatoriedade à vacina e a busca de soluções às multas impostas aos pais, foram pontuadas como bandeiras principais da audiência pública na Alesc.

Deputados Jessé Lopes e Sargento Lima durante a audiência pública que discutiu a questão da vacina contra a Covid-19 na Alesc

PALAVRAS DE ESPECIALISTAS

Para afastar a ideia de que se trata de achismo sobre o tema, as assessorias dos deputados Jessé e Lima, convidaram especialistas para apresentarem o entendimento sobre o tema. Os participantes observam que a problemática reside no fato de que o imunizante contra a Covid-19 não é uma vacina em si. “Não tem como dizer que é seguro. É um produto experimental, uma terapia gênica, que não deveria ser obrigatória”, disse a médica Akemi Shiba.

MAIS ESPECIALISTAS

A também médica Raissa Soares disse que a vacina de mRNA nunca havia sido experimentada antes de ser aplicada. “Os danos a longo prazo são desconhecidos, mas já sabemos de pessoas com vários efeitos colaterais”, afirmou. “Não queremos que nossas crianças adoeçam”. Estudioso sobre o tema, o Bioquímico Caio Salvino se deslocou a Florianópolis para participar do debate. “Não chamamos de vacina, é uma terapia gênica e isso é confirmado pela Conitec e pelo Ministério da Saúde”. Caio Salvino ainda alertou que “o mRNA pode produzir uma proteína aberrante e gerar sérios problemas ao organismo”.

Farmacêutico e Bioquímico, Doutor em Saúde Pública, cujo trabalho possui ênfase em Microbiologia Clínica, Imunologia Clínica e Farmacologia dos Agentes Antimicrobianos, Caio Salvino se integrou ao debate, colocando o conhecimento científico ao público, dentro do viés de discordar da obrigatoriedade da vacina contra a Covid-19, especialmente em crianças.

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Prefeitura deve R$ 3 milhões à Transul

DÍVIDA SE REFERE À DIFERENÇA ENTRE O SUBSÍDIO REPASSADO E O CUSTO REAL PARA MANTER O TRANSPORTE COLETIVO EM LAGES

Chegará às mãos da prefeita Carmen Zanotto um ofício da Transul apresentando a conta de junho do custeio do sistema do transporte coletivo na cidade. A responsabilidade do serviço é do município que, em Lages, atribuiu por concessão à Transul. E para garantir o chamado equilíbrio econômico-financeiro do contrato, mensalmente, conforme previsto em lei, a prefeitura aporta 800 UFML.

DESEQUILÍBRIO NAS CONTAS

Foi a lei municipal 4623/22 aprovada pelos vereadores de Lages que atribuiu esse teto de repasse à Transul (800 UFML). E tal teto impede um repasse maior por mês, embora as despesas aumentem, causando o déficit ou a dívida que vai se acumulando.

ENTENDA A MATEMÁTICA

As 800 UFML que a prefeitura aporta totaliza em junho o valor de R$ 441.600,00. Entretanto, no ofício que chegará à prefeita Carmen Zanotto, a Transul fez os cálculos das despesas de junho e aponta que o subsídio deveria ser de R$ 604.694,54. É essa diferença entre o custeio da empresa e o teto máximo fixado que gera a dívida do município perante à Transul. Só em junho, portanto, são R$ 163.094,54 de diferença. De acordo com o documento que a prefeita receberá, no acumulado, desde o advento da lei de 2022, a prefeitura já deve um somatório de R$ 2.908.716,33 à Transul. E essa conta terá que ser paga agora ou mais adiante.

A oficialização do subsídio mensal à Transul ocorreu no pós-pandemia com aprovação dos vereadores. Mas a fixação de um teto máximo por mês está criando essa diferença entre o repassado e o custeio real.

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