ALÉM DE NÃO TER UM PARQUE DE EXPOSIÇÕES PRÓPRIO, O MUNICÍPIO DE LAGES ‘ABDICOU’ TER CENTRO DE EVENTOS MUNICIPAL
Em meados da primeira década do século quando Luiz Henrique da Silveira era governador, ele implementou uma ação de governo para construir centros de eventos. Boa parte dos municípios catarinenses apresentou projeto, acessou recursos e construiu estruturas próprias. Exemplo disso aqui na Serra Catarinense é de municípios como Correia Pinto, Campo Belo do Sul, Cerro Negro, Cerrito e vários outros que ‘ganharam’ seus centros de eventos próprios. Lages, numa resistência inexplicável ao aceno do então governador LHS deu de costas e não quis o investimento. Resultado: a cidade não possui um centro de eventos municipal e precisa gastar para executar seus eventos.
DOIS EXEMPLOS DE GASTOS
A prefeitura de Lages está contratando o Centroserra para realizar eventos, por não dispor de espaço para isso. Para um pacote de quatro eventos da Secretaria da Educação (Dia do Professor, XIX Congresso da Educação, Formatura do Proerd e Devolutivas de Projetos da Educação) vai pagar R$ 107.400,00 a título de locação. E para utilizar o mesmo Centroserra durante o Parajasc (16 a 20 de setembro), os cofres municipais desembolsarão mais R$ 102.000,00.
Registro que fizemos há uns 10 anos do local onde se situa o Centroserra. Observe-se que não existe nenhuma ilegalidade no município locar o espaço para seus eventos. A questão reside apenas no fato deque Lages poderia ter construído (com recursos estaduais) seu próprio Centro de Eventos e não o fez por picuinhas políticas.


