MONTANTE SE CONSTITUI A EXPECTATIVA DE INVESTIMENTOS DO PROGRAMA ENERGIA BOA NA SERRA
Considerado o maior projeto estadual de fomento à geração de energias renováveis já realizado no Brasil, o Programa Energia Boa prevê a construção de seis novas subestações e 225,5 quilômetros de linhas de transmissão na Serra Catarinense. Com o aumento da infraestrutura, pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e centrais geradoras hidrelétricas (CGHs) poderão se conectar ao sistema elétrico, melhorando a oferta de energia limpa e incentivando novos negócios.
INVESTIMENTOS
Para alavancar estes projetos, o Governo do Estado planeja injetar R$ 572 milhões na realização de obras de infraestrutura energética em Lages, Painel, Campo Belo, Urubici, Matos Costa e Rio do Campo. Cabe ao Estado disponibilizar os recursos e à Celesc, por atribuição regulatória, a execução das obras. O governador Jorginho se mostrou entusiasta com o desafio:
“Com o Energia Boa, estamos largando na frente, lançando o maior programa estadual de incentivo às energias renováveis já realizado no Brasil. Ao melhorarmos a infraestrutura aqui na Serra, aumentamos também a rede de energia elétrica trifásica para a região”.
DADOS OTIMISTAS
Pelos dados, com a infraestrutura implantada, o Governo do Estado destrava pouco mais de R$ 3 bilhões em investimentos privados na região, que tem hoje o maior potencial hídrico do Estado. Serão mais 300 MW de potência instalada em fontes renováveis hídricas — com possibilidade de investimentos futuros em fontes de energia eólica, solar e biomassa. A expectativa é gerar cerca de 19 mil empregos nos próximos 3 anos somente na construção das PCHs/CGHs. O cronograma de implantação é de até 36 meses. As projeções são baseadas em estudos e estimativas feitas pelo setor.
Registro da assinatura do programa que repercute economicamente para Lages e Serra Catarinense com a participação dos gestores estaduais e lideranças locais em ato na Acil
SOBRE O PROGRAMA
O Energia Boa é desenvolvido em conjunto entre a Celesc, a Secretaria de Estado da Fazenda e a Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços. O programa também conta com o apoio da Associação dos Produtores de Energia de Santa Catarina (Apesc), entidade sem fins lucrativos que une mais de 100 empresas produtoras de energia e atua junto aos órgãos governamentais para a promoção de energias renováveis.





