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Serra e o ‘risco capivara’

ANIMAIS DE PORTE ATRAVESSAM RODOVIAS COMO A SC-114 E COLOCAM EM RISCO A SEGURANÇA DE USUÁRIOS

Hospedeiras de carrapatos que podem transmitir a febre maculosa, as capivaras se constituem espécie comum em várias regiões de SC. Nas margens de rios em cidades como Blumenau e Tubarão ou em áreas rurais úmidas, como no caminho entre Lages e Otacílio Costa, os simpáticos roedores representam também risco. Podendo pesar além de 50 Kg e medir até um metro de comprimento, nesse caminho em direção a Otacílio Costa, as capivaras vivem em bandos e não raras vezes passam de um lado para outro a SC-114. É nesse ponto que reside o risco.

CUIDADO EXTREMO

Por causa dessa movimentação constante de um lado para outro da SC-114, na altura da localidade de Cadeados, é preciso estar atento. Um choque em velocidade elevada entre veículo e uma capivara, pode gerar saída de pista, capotamento e consequências decorrentes desse tipo de acidente. Quando o deputado Marcius Machado fala em criar corredores silvestres e barreiras às margens de estradas estaduais, no caso em tela, tal providência protegeria não apenas as capivaras, mas os usuários da SC-114. Nos deslocamentos entre Lages e Otacílio Costa, onde atua como advogado, João Carlos Matias fez esses registros abaixo:

As capivaras circulam assim, em grupos, nas banhados às margens da SC-114

Não se importam em dividir espaço com o gado, consumindo gramíneas, plantas ciliares e aquáticas

Consomem também frutos, sementes e flores, e têm o costume de roer a casca das árvores para desgastar seus protuberantes incisivos (dentes salientes)

Ao utilizar o caminho entre Lages e a BR-470, via SC-114, quem puder reduzir a velocidade nas imediações da localidade de Cadeados e adiante em direção a Palmeira, saiba que isso é recomendável.

Fotos: João Carlos Matias

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