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Retratos do parlamento em Lages

PREFEITO DE LAGES DEU AS BOAS VINDAS AOS PARLAMENTARES CATARINENSES DURANTE O PROJETO DE ITINERÂNCIA NA ALESC

Na casa legislativa onde atuou como deputado e inclusive líder do governo nos tempos idos, o prefeito Antonio Ceron se sentiu à vontade para transmitir mensagem na condição de anfitrião. Foi uma fala mais de deferência aos parlamentares presentes em Lages, sem qualquer conteúdo mais político durante a explanação.

A FALA DO GRINGO

O prefeito de Lages durante a fala na tribuna da Alesc cuja estrutura de trabalho foi instalada no bairro Universário (Centroserra)

PRATA DA CASA EM CASA

Deputado Marcius muito à vontade e inclusive aplaudido pelos pares não só do parlamento, mas da própria Bancada da Serra (Nilso Berlanda e Mário Motta no retrato)

O MAIS QUERIDO ENTRE OS LAGEANOS

Mas nenhum deputado é mais aplaudido, cumprimentado e reverenciado em Lages quanto Mário Motta (PSD). De atuação na cidade na década de 1980, tendo conquistado Santa Catarina com seu carisma e talento na lida televisiva, o parlamentar mantém o mesmo estilo de proximidade com as pessoas, evidenciando a preocupação com o trabalho na Alesc e sem se descuidar de dar atenção a todos que fazem contato com ele!

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Otacílio Costa no Pró-Emprego/SC

ÚNICA EMPRESA DA SERRA CATARINENSE INSERIDA NOS BENEFÍCIOS ATUA NO RAMO FLORESTAL EM OTACÍLIO COSTA

Com o objetivo de fortalecer a competitividade da indústria catarinense e apoiar iniciativas que vão gerar mais emprego e renda, o governador Jorginho Mello aprovou a inclusão de 37 novos projetos em programas que garantem incentivos ao setor produtivo do Estado. Juntas, as empresas contempladas nesta que é a quarta e última rodada de benefícios concedidos em 2024 devem investir R$ 2,5 bilhões e gerar 26 mil empregos diretos e indiretos até 2028.

A assinatura dos novos protocolos ocorreu na Casa D’Agronômica, em Florianópolis. São 25 projetos contemplados nos programas Prodec e Pró-Emprego e 12 beneficiados com o chamado Tratamento Tributário Diferenciado (TTD 489/Outros).

ÚNICA DA SERRA

Os benefícios dos referidos programas estão à disposição de todas as empresas que se enquadrarem apresentando previamente propósito de adesão e a contrapartida (geração de empregos, por exemplo). Na lista de novas empresas beneficiadas pelo Programa Pró-Emprego está a LDF Florestal com sede em Otacílio Costa. Ela é a única empresa entre aquelas dos municípios da Amures que buscou os incentivos fiscais do Estado e terá os benefícios previstos no referido programa.

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Amures: Novatas focadas no desafio

PREFEITAS ELEITAS NA SERRA NÃO SE RECOLHEM DE BUSCAR INFORMAÇÕES PARA IMPLEMENTAR NAS GESTÕES

A reunião chamada pela Amures com representantes da Epagri para que a empresa de pesquisa repassasse a futuros gestores da Serra Catarinense o portifólio de serviços disponíveis dá ideia da dedicação daquelas que foram eleitas na Serra. À exceção de Cristiane Pagani (Urupema) e Carmen Zanotto (Lages) que têm maior cancha de atuação na política, as demais, embora com as experiências de atuação nas funções que já desempenham, fizeram questão de se integrar à conversa orientativa.

De se observar que nenhuma das prefeitas que aparecem no retrato são debutantes na política. Sadiana Mello (acima à esquerda) de Capão Alto, Helena Schild (acima à direita) que foi eleita em Bom Retiro, com Tainara Raitz e Lúcia Ortiz, de São José do Cerrito e Correia Pinto, respectivamente (em primeiro plano), têm em comum o fato de serem vereadores em mandato atual ou ex-vereadora como é o caso da primeira citada. A partir de janeiro assumem o desafio de trocar a experiência legislativa pela atuação no Executivo aqui na Serra Catarinense.

Foto: Onéris Lopes – Amures

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Pinus na Coxilha: Sai o bode da sala

PROJETO DE AUTORIA DO DEPUTADO IVAN NAATZ (PL) FOI REJEITADO EM UMA DAS COMISSÕES DA ALESC

A estratégia do bode na sala remete ao fato de que, às vezes, cria-se um problema até então inexistente e, a partir disso, parte-se para fazer concessões, tentando dar a essas (as concessões) um sentido de conquistas, vitórias, triunfos. Mas tudo isso diante de um problema que até então não existia. E foi o que aconteceu em relação ao projeto de lei para restringir o plantio de pinus na região da Coxilha Rica em Lages. O problema (a ideia de restrição) não existia. Coube ao deputado Ivan Naatz, em nome daquilo que não se sabe direito o quê, resolveu implementar um projeto de lei para estabelecer regras e limites em relação ao plantio da espécie exótica exclusivamente nessa parte de Lages.

DESDOBRAMENTO

A questão suscitou debates, embates e até ataques ao parlamentar, em um gasto de energia desnecessário. Até porque o problema (o projeto) não existia. Criou-se, colocou-se o mesmo na sala para gerar a contenda verbal nas terras da Serra. Agora veio a decisão de sepultar o bode, digo, o projeto de lei na CCJ, uma das comissões da Alesc. Ou seja, criou-se no parlamento um possível problema aos donos de terras na Coxilha Rica e os próprios integrantes resolveram colocar por terra a ideia. Mataram o bode!

Foto que pegamos do Sérgio Mari Júnior para ilustrar a contenda que gerou debates acalorados em uma situação que se resolveu quase per si

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Lages: Lei Maria da Penha a homem

DECISÃO FOI TOMADA PELA TITULAR DA 2ª VARA CRIMINAL DE LAGES PARA PROTEGER HOMEM EM RELAÇÃO HOMOAFETIVA

Uma decisão não inédita, mas interessante saiu da Comarca de Lages em relação ao caso de um homem que mantém (ou mantinha) relacionamento homoafetivo e fora agredido pelo companheiro. A Juíza Titular da 2ª Vara Criminal aplicou os ditames da Lei Maria da Penha para conceder medida protetiva ao homem que figura como vítima em relação à violência doméstica e familiar.

DIZ A INFORMAÇÃO QUE…

“De acordo com a Magistrada que deferiu as medidas, as relações pessoais enunciadas neste artigo (artigo 5º da Lei Maria da Penha) independem de orientação sexual. Conclui que se aplicam ao caso que envolveu agressões físicas entre dois homens que mantinham um relacionamento íntimo e familiar. O ofendido relatou que, ao retornar de uma viagem sem aviso prévio, teria sido agredido pelo companheiro, resultando em um episódio de violência física”.

APONTOU A MAGISTRADA

“A sociedade evolui, se modifica. As relações interpessoais também. A lei se mantém a mesma, mas precisa ser interpretada. O juiz, ao aplicá-la, deve observar os fins sociais a que se destina. O Direito está em constante mudança. É preciso se ater ao fato que a cada situação apresentada ao Poder Judiciário tem que ter uma resposta”.

Entre as medidas aplicadas na decisão cautelar pela Magistrada da 2ª Vara Criminal estão a proibição de aproximação do agressor em relação à vítima e contato por qualquer meio de comunicação. O processo, naturalmente, tramita em segredo de justiça para proteger as partes envolvidas.

DO JUSBRASIL

“Apesar de criada para a mulher, (a Lei Maria da Penha) pode servir aos homens, aplicando-se-lhes as medidas protetivas de urgência quando constatada sua vulnerabilidade, bastando o Magistrado valer-se do seu poder geral de cautela”.

Com informações Taina Borges – NCI/TJSC 

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O legado dos desgastados do Paço

LAGES TINHA 250 ANOS QUANDO CERON ASSUMIU O COMANDO. IDEIA É APRESENTAR AVANÇOS DOS ÚLTIMOS OITO ANOS

Se pegarmos dados econômicos, considerando arrecadação e geração de empregos, por exemplo, Lages está longe de ser terra arrasada, parafraseando o termo utilizado pelo próprio atual prefeito na tomada do poder em 2016. E para se aproximar de 2.000 vagas de empregos geradas em 10 meses deste ano a mais que as demissões no período – um terço dessas somente na indústria (768 vagas até setembro) – é porque há um pulsar bem mais positivo que a síndrome de hiena que reina entre alguns.

NESSE DIAPASÃO…

Porque assumiu Lages quando a cidade chegou a 250 anos de existência e a comanda há quase 8 anos, o prefeito Ceron, através de sua retaguarda pensante, não quer que as conquistas sejam engolidas pelo noticiário perverso (e verdadeiro) dos tempos de agora, transformando o findar dos dois mandatos numa melancólica miloga do Vai Com Deus. A área de Comunicação – uma das que falhou muito nesse período por não ‘vender’ a coisa como ela é – anuncia uma série chamada Lages e os seus mais recentes 8 anos.

O QUE SE PRETENDE ENTREGAR?

A proposta é apresentar até a sexta-feira, 22, quando a paróquia chega aos 258 anos, uma sequência de ações e informações sobre os feitos desde janeiro de 2017. Sim, há. E há muito. A infraestrutura da cidade, apesar das vias em pandarecos por causa da perda da guerra para os buracos, evoluiu sobremaneira. Quando cita 100 km de asfalto em 8 anos, Ceron não exagera. E tem programas sociais e políticas públicas que funcionaram bem. É isso que se pretende apresentar, aproveitando o ensejo do aniversário e a despedida do Gringo da função.

A série que também poderia se chamar O que é que eu fiz, meu Deus do Céu… Nesses últimos oito anos, tem a informação ilustrada pela fotaço acima do Marlon Sá Molin (MSM) e deve ter o conteúdo despejado nas redes sociais para que o coletivo consuma.

ENTENDAMOS QUE…

A atual gestão enfrenta um desgaste histórico por causa de um erro de planejamento. Quando caiu aquele dilúvio (chuvas de outubro e novembro do ano passado), ao invés de se imprimir uma ação de reação e combate ao caos gerado nas ruas, com vias cheias de buracos, houve um relaxamento. O pessoal saiu de férias em dezembro e janeiro. Depois, o retorno foi desacelerado e as crateras se avolumaram. Para piorar, as chuvas de abril e maio tornaram pior o que estava ruim e a prefeitura nunca mais conseguiu controlar a infraestrutura.

E…

Somado ao desgaste causado pela operação mensageiro, a situação estrutural (buracos, coleta de lixo, cidade às escuras) gerou uma rejeição sem precedente aos do Paço. Entretanto, foi um erro não calculado de lidar com esse varejo que deixou a maior parte da população uma arara com os gestores. Isso porque, há ações macros positivas e resultados excepcionais, nunca antes alcançados na cidade.

E…

A série anunciada tenta ‘vender’ o que foi feito de bom. Mas cada vez que surgirem os bons números, o lageano vai lembrar do lixo (ainda) acumulado, as obras (em andamento) naquele ritmo lento e os tais buracos que conseguem desagradar a todos. Lages e os seus mais recentes 8 anos não foi ruim. Mas há situações estruturantes que para ser considerado ruim, precisa melhorar muito!

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