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Três deputados deixarão a Alesc

ELES FORAM ELEITOS EM BLUMENAU, TUBARÃO E CONCÓRDIA. OUTROS TRÊS FORAM MAL NAS URNAS

Boletim distribuído pela Alesc informa o êxito do delegado Egídio Ferrari que obteve 51,40% dos votos em Blumenau, inclusive impedindo segundo turno no município. Da mesma forma o candidato Massocco conquistou com 48,78% dos votos a prefeitura e Concórdia, uma das maiores do Oeste. A mais expressiva vitória entre os deputados estaduais ocorreu em Tubarão, onde o deputado Sortto chegou a 73,30% dos votos.

Fotomontagem da Alesc om Egídio, Massocco e Sorgato, os eleitos no pleito deste ano e que eram deputados estaduais

OUTROS QUE CONCORRERAM

Marquito do PSOL foi o que conseguiu melhor percentual de votos, entre aqueles outros três que disputaram e não obtiveram êxito. Ele chegou a 22,23% dos votos válidos na Capital, onde Topázio venceu no primeiro turno. Aliás, Marquito desbancou Dário Berger que era tipo como principal adversário do prefeito reeleito. O falastrão Sargento Lima não passou dos 11,48% dos votos em Joinville e apenas 14,92% dos eleitores de Chapecó votaram na chapa onde outra deputada estadual, Luciane Carminatti tentou, sem êxito, ser vice-prefeita.

VIRAM TITULARES

Para substituir os três deputados eleitos, assumirão as vagas como titulares Maurício Peixer (PL), atual vereador em Joinville. O suplente é Alex Brasil, advogado de Florianópolis, susbtitui como titular o eleito em Tubarao. E para substituir delegado eleito prefeito de Blumenau, assuirá o primeiro suplente do PRD, o atual vice-prefeito de Camboriú, Junior Cardoso.

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Frustração de Lages a Bocaina

É O CASO DE JOÃO CARDOSO QUE, COM LONGA ATUAÇÃO EM LAGES, FEZ MEROS 327 VOTOS NA DISPUTA À CÂMARA

Se considerarmos que eram 187 candidatos a vereador em Lages, há 171 não eleitos. E desses, nem todos aceitaram a não eleição como normal. É o caso de João Cardoso, de uma atuação extensa em Lages que inclui de vice-prefeito a dois mandatos titulares de vereador, secretário de Obras, duas vezes Secretário de Estado. Ele foi para as redes sociais apresentam sua trajetória profissional e familiar, nesses 78 anos de vida e ponderar:

“Nunca fiz nada de errado ou que ofendesse a alguém. Nesta eleição saí candidato a vereador e pela experiência que tenho montei uma boa equipe de trabalho. Tínhamos a eleição como certa. Para surpresa minha, fiz apenas 327 votos”.

João Cardoso, que concorreu pelo MDB e foi apenas o 10º mais votado do partido, exteriorizou a indagação: Aonde foi que eu errei?

DISSE MAIS

“Estou conversando com as pessoas que haviam me prometido voto e todos afirmam que votaram. Sendo a urna intransponível, alguma coisa está errado. Aonde foi que eu errei? Se os votos fossem contáveis… Será que erraram na dose?”

INTERPRETANDO A INTERPRETAÇÃO

Trazemos a manifestação de João Cardoso até porque, pelo fato dele ter exposto o desabafo em rede social, significa que é público. Entretanto, a realidade de vários que fizeram uma campanha confiantes na vitória, não se considerou a nova realidade de uma campanha eleitoral. A rede social passou a ter um papel decisivo na disputa. E da mesma forma, a exteriorização, o corpo a corpo, a busca da consolidação do voto se tornaram estratégias fundamentais.

ASSIM

Vejam o caso dos eleitos em Lages: Castor e do Jonata Mendes, assim como Joinha e o próprio Maurício Batalha. Eles foram para a rua, entreveraram-se ao eleitorado, transmitindo a mensagem do estar junto. A Bruna Uncini conseguiu a adesão de uma multidão a ajudando na multiplicação dos apoios e todos têm em comum a sustentação da campanha em rede social.

CAMPANHA TRADICIONAL NÃO

ELEGE CANDIDATOS TRADICIONAIS

E há casos de pessoas que somente pela atuação no passado se dava como certo na lista de eleitos. Observemos o caso da ex-prefeita de Bocaina do Sul, Tereza de Medeiros Luciano. Ela tentou retornar ao cenário político do pequeno município que já esteve sob sua gestão. Concorreu a vereadora pelo PL. Somou apenas 40 votos e ficou atrás de muitos dos outros colegas dela de partido. Ou seja, o voto tradicional não está sustentando mais candidaturas. Os tempos e os eleitores são outros. E a resposta vem nas urnas!

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Jonata Mendes vira 1º suplente

VEREADOR ELEITO DE LAGES SE TORNA O 1º SUPLENTE PELO PRD COMO DEPUTADO ESTADUAL

A persistência e a crença que é possível fazer política de forma diferente estão dando resultado para Jona ta Mendes. Militante e atuante de direita, bolsonarista convicto, ele não encontrou espaço para concorrer pelo PL ao pleito municipal de Lages. E no PRD onde concorreu a Deputado Estadual em 2022 (sigla resultante da fusão do PTB com Patriota) até ensaiou concorrer a prefeito ‘pela direita’.

Foi convencido a se acalmar na missão de concorrer a vereador e deixou claro que não usaria um centavo do fundo eleitoral.

DESDOBRAMENTO

Jonata Mendes acabou sendo o terceiro mais votado, atrás apenas de Bruna Uncini e Robertinho. Ele somou 2.192 votos. Há até quem aponte que ele será ‘o novo Jair Júnior’ na Câmara de Vereadores na próxima legislatura, embora frequente o agrupamento de partidos que ajudou eleger Carmen Zanotto. Integraria, portanto, a futura base de apoio à prefeita.

E esse local onde aparece no registro acima é o parlamento catarinense, a Alesc. Jonata Mendes passa a figurar a partir de janeiro como o primeiro nome na lista de suplência do PRD. Ocorre que o Delegado Egídio Ferrari se elegeu prefeito de Blumenau com o atual vice de Balneário Camboriú, Silvio Cardoso Júnior, assumindo a vaga na Alesc.

Com isso, Jonata que é o segundo suplente do PRD (ele concorreu pelo PTB em 2022 antes do partido virar PRD) se tornará o 1º suplente. Se Silvio Cardoso tomar algum rumo diferente do parlamento, Jonata Mendes terá que escolher entre ser vereador em Lages ou deputado na Alesc. O mundo da política dá suas voltas!

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Desempenho dos partidos em Lages

MDB PERDEU SEGUNDA VAGA AO REPUBLICANOS POR CAUSA DO CÁLCULO DAS SOBRAS

Exatamente 39.003 lageanos que poderiam votar para vereador, optaram por não escolher ninguém. Esse é o resultado da matemática que considera os 126.353 eleitores de Lages e os 87.350 votos válidos que escolherem os 16 eleitos. Se o Cidadania foi o grande destaque emplacando quatro vagas (Bruna, Suzana, Elaine e Agessander), registrou-se também o encolhimento de algumas siglas e o ‘desaparecimento’ de outras. Foi o caso do União Brasil. Mesmo com candidato a prefeito (Lio Marin), a sigla simplesmente fez apenas 2.167 votos somados para a Câmara. Nenhum dos candidatos da sigla chegou a 450 votos.

Acima a lista dos partidos que elegeram vereadores em Lages

MDB E REPUBLICANOS

Observe um detalhe interessante do regramento. O MDB somou mais votos que o Republicanos para o legislativo. Entretanto, este último partido emplacou dois eleitos, enquanto o emedebista elegeu apenas Freitinhas. E a explicação está no cálculo das sobras. Tio Zé conquistou a vaga pelo Republicanos porque somou 1.990 votos, enquanto o segundo colocado do MDB, Wagner Lima, obteve somente 1.073 votos.

A LISTA DOS SEM VAGAS

Se 16 partidos lançaram candidatos a vereador, apenas a metade conquistou vaga. Oito deles não somaram votos suficientes para eleger e nem para participar do cálculo das sobras. Entre os destaques negativos na soma de votos está o União Brasil. O candidato a prefeito Lio Marin fez 11.690 votos, mas seus vereadores obtiveram apenas 2.167 votos. Se tivessem o voto casado com a majoritária, elegeriam pelo menos dois vereadores.

Outro destaque negativo se constituem os votos aos dois candidatos do PSDB. Os tucanos somaram apenas 422 votos, mas integravam a federação com o Cidadania, não concorrendo com lista própria. Registre-se que os votos obtidos entraram no cálculo para ajudar eleger 4 do Cidadania por causa da federação.

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PT: O que faltou ao Professor Artur

CANDIDATO FOI O 11.º MAIS VOTADO EM LAGES. MAS O PT NÃO CONSEGUIU SOMAR VOTOS PARA FORMAR O QUOCIENTE ELEITORAL

As eleições têm histórias bonitas como do professor Artur Rodrigues. Lecionando história e com uma bela história de crença na militância partidária, disputou uma das 16 vagas pelo PT em Lages. E fez sua parte, assim como seu eleitor também acreditou nele. Somou 1.605 votos. Foi o 11º mais votado de Lages, ficando a frente de outros seis que conseguiram mandato.

O QUE HOUVE?

A regra do chamado quociente eleitoral tirou o professor Artur Rodrigues da Câmara de Vereadores. Embora estiveram aptos a votar em Lages um total de 126.353 eleitores, apenas 87.350 votaram para escolher vereador. Essa quantidade de votos válidos é dividida pelo número de vagas na Câmara (16). Desse cálculo temos 5.459 votos que é o quociente eleitoral. Significa que é a quantidade mínima que um partido precisa somar para eleger o primeiro vereador na Câmara (o que exceder a isso pode ser utilizado para o cálculo das sobras). Mas os demais candidatos do PT não decolaram. Fizeram muito poucos votos.

NÚMEROS DO PT

O professor Artur acumulou 1.605 votos. Mas o segundo mais votado do PT, Geiser Ramos obteve 322, depois uma professora somou 174 votos e os demais não chegaram a 80 votos. Assim, o PT obteve apenas 2.687 votos. Essa quantidade é menos da metade do quociente eleitoral. Por causa disso, o professor Artur, mesmo com a votação expressiva, ficou fora da lista dos eleitos.

Professor Artur, um gigante de votos em Lages, mas que ficou pelo caminho não pela votação obtida, mas pela regra do chamado quociente eleitoral

UM COMPARATIVO

Para se ter ideia do quanto o professor Artur foi bem nas urnas, ele fez sozinho a metade de votos que a candidara à prefeita pelo PT, Cláudia Bratti, obteve nas urnas, cuja candidatura somou 3.225 votos em Lages.

MAIS QUE…

O candidato do PT à Câmara, mesmo fora da lista de eleitos, fez mais votos, pela ordem, que os que conquistaram mandato Agessander Belezinha, Sargento Pacheco, Joinha, Maurício Batalha, Castor e Éder dos Santos.

NO PERFIL DO PROFESSOR ARTUR RODRIGUES

Em uma das redes sociais do candidato do PT à Câmara de Vereadores que somou expressivos 1.605 votos, consta o registro abaixo de uma caminhada de Paulo Freire com o então prefeito Dirceu Carneiro que apresentava o modelo de construção de casas populares em Lages nos idos do final da década de 1970.

MENSAGEM DO PROFESSOR ARTUR: “Meu coração nesse momento está com sentimentos divergentes. Ao mesmo tempo muito orgulho da campanha que fizemos, mas também tristeza por não concretizar os projetos que pensamos para melhorar essa cidade que me acolheu. Um sentimento, no entanto, se destaca: o de agradecimento a todos e todas que confiaram e fizeram essa luta”.

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Elizeu: “Uma nova caminhada”

EMEDEBISTA COMPARTILHOU POSICIONAMENTO PÓS-ELEIÇÃO. DISSE INCLUSIVE QUE JÁ ESQUECEU OS ATAQUES

Menos de 24 horas depois da voz das urnas que concederam 21.021 votos ao candidato do MDB em Lages, Elizeu Matos se manifestou. Agradeceu os votos recebidos, quantitativo que considerou significativo considerando a ausência de dinheiro na campanha e as circunstâncias que geraram estabilidade. “Toda aquela mentirada que o voto era nulo, votar em mim era nulo, isso atrapalhou muito”.

SEM ‘FÉ COMPRADA’

O emedebista agradeceu aos que ele chamou de irmãos, citando os que botaram fé. “Não era fé comprada”. Fez referências à família (casal de filhos, irmãs e aos pais). Estendeu o agradecimento ao empresário Gilberto Zapellini, que foi seu vice. “Agradecer pela persistência. Por não esmorecer em momento algum. O Gil tem futuro. É um empresário de sucesso e tem futuro, inclusive político”.

FELICIDADES À CARMEN

Elizeu desejou felicidades à candidata vencedora e que tenha êxito na gestão “porque é uma batalha árdua administrar Lages”. E desarmou ânimos de rivalidade com um aceno. “Tenho aqui um recado pra ti, Carmen: Todos os ataques que recebi já esqueci. Escrevi em gelo que derreteu com o sol de hoje. Então, esqueça”. O emedebista ainda cumprimentou Cláudia Bratti e Lio Marin a quem considerou também vencedores.

Elizeu concluiu a manifestação com a frase ‘aqui começa uma nova caminhada’ numa evidência de que há outros passos do emedebista na lida política a partir de Lages

A PROPÓSITO

A ação que gerou a impugnação de Elizeu Matos com decisão em âmbito de TSE perde a razão de existir a partir do próximo dia 27. É que nesse dia completam 8 anos que ele renunciou à prefeitura de Lages. E o prazo de inelegibilidade por renúncia é de 8 anos. Em relação a tal situação, os direitos políticos do emedebista estarão devidamente restabelecidos a partir da virada do mês.

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