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Lages: Mais 10.000 horas de limpeza

É O QUANTITATIVO AMPLIADO DO CONTRATO DE TERCEIRIZAÇÃO COM EMPRESA ESCALADA PARA AJUDAR NO FAXINÃO

A informação oficial aponta que: “Para garantir mais agilidade e eficiência nos serviços, o contrato com a empresa terceirizada responsável foi ampliado para dez mil horas de trabalho”. A referência é a uma empresa que foi escalada para colocar pessoal no trecho, roçando e limpando canteiros e laterais de ruas e avenidas em Lages. Trata-se de uma operação emergencial que conta com o pessoal efetivo, terceirizado e ainda com o uso de mão de obra de detentos. “Essa é uma tarefa coletiva, onde cada um pode fazer a sua parte”, apela o secretário Jean Corbellini para que a população também ajude na limpeza.

Pontos diferentes da cidade são atacados com o trabalho de roçada e limpeza. A ação somente não é mais ampla porque o número de trabalhadores é insuficiente, mesmo com terceirização, considerando o estado em que se encontram alguns locais pela demora no trabalho que agora está em curso.

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Saúde na Mão: ‘A culpa é dos estrelas’

SERVIÇO FOI DESATIVADO NA VÉSPERA DA ELEIÇÃO EM LAGES. E NOVA GESTÃO AVALIA A RETOMADA DO CONTRATO

Não foi na virada do ano ou da gestão municipal que o lageano ficou na mão quando o assunto é o serviço Saúde na Mão ofertado pela Secretaria de Saúde de Lages. A partir da constatação que o serviço não estava operando, a área técnica da Secretaria da Saúde foi em busca de respostas. Constatou que desde 5 de outubro, um sábado, o serviço foi desativado por falta de renovação do contrato.

PARA ENTENDERMOS

O aplicativo Saúde na Mão consiste numa linha 0800 para onde a população liga em busca de informações e orientações na área médica. No outro lado do telefone estará um médico, enfermeira ou técnica em enfermagem (dependendo do tipo de caso). Esse sistema é operado por uma empresa e apresenta resolutividade ao ponto de outras cidades (como Florianópolis) terem aderido depois de Lages. E pelo informado, o contrato com a empresa não foi renovado, causando a descontinuidade.

OU SEJA

Não houve ação da nova gestão para suspender o serviço. Os ‘estrelas’ da gestão anterior que causaram a descontinuidade pela não renovação do contrato. E nem comunicação mais clara sobre o fato foi exteriorizada. Essa descontinuidade é ruim visto que a adesão habituação das pessoas para recorrer ao sistema fica comprometida, sendo necessário reiniciar todo um processo de informação para puxar os usuários de volta ao 0800.

A plataforma, momentaneamente, está desativada. E pode – não significa que vai – voltar a operar quando o contrato, não renovado desde o primeiro sábado de outubro, for reavaliado

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Correia Pinto: Voo pode ser mantido

NÃO É GARANTIDO ISSO. MAS A EMPRESA AZUL IRÁ AVALIAR A MANUTENÇÃO DA LINHA CORREIA PINTO(SC) A CAMPINAS (SP).

70% do custo operacional de uma companhia aérea é baseado no dólar. Daí se a moeda americana dispara, a conta aumenta. Somado a esse fator, há dificuldades da empresa Azul Linhas Aéreas em relação a quantitativo de aeronaves e manutenção das mesmas. Tudo isso contribuiu para que em 14 cidades brasileiras fosse revista a operação da empresa.

E Correia Pinto, que atende a Serra Catarinense, entrou na lista. Não se trata de voo deficitário (ocupação se mantém na faixa de 65% a 75%). A questão é logística da própria Azul.

PEDIDO DE REVISÃO

Embora a pressão tenha ocorrido em outras partes do País também, pelo anúncio das desativações de voos a partir de 10 de março, na Serra Catarinense a mobilização colocou até o governador Jorginho Mello no circuito. Antes de se deslocar a São Joaquim para agenda administrativa, ele fez uma reunião por videoconferência direto da Casa D’Agronômica. Um dos gestores da Azul, César Grandolfo, reforçou os argumentos da razão da desativação de voos, mas se comprometeu a analisar a hipótese de rever a situação da Serra Catarinense.

No ambiente da Casa D’Agronômica o governador Jorginho dialogou com César Grandolfo (por vídeo) da Azul e a conversa foi acompanhada pela prefeita Carmen Zanotto e dirigentes da Acil

ALÉM DA SERRA CATARINENSE

A medida de desativação de linhas aéreas pela Azul, a partir de 10 de março, abrange, além de Correia Pinto, voos operados em algumas cidades de quatro Estados do Nordeste (Rio Grande do Norte, Piauí, Maranhão e Ceará). Em Santa Catarina, a linha que é alvo dessa medida é a que liga a Serra Catarinense a Campinas. No Estado, a empresa manterá as operações normais em Navegantes, Chapecó, Florianópolis, Joinville e Jaguaruna.

E…

Apesar da ocupação ser apenas um dos fatores que levou a Azul a incluir a rota operada na Serra entre aquelas a serem desativadas dentro de 60 dias, caso o voo a partir de Correia Pinto tenha adesão superior a 90% em média, neste janeiro e fevereiro, isso pode ajudar (pelo menos por enquanto) a fazer com que a medida seja revista. Ou seja, não basta pressão política. É preciso resposta econômica que é o fator principal que norteia a decisão da empresa.

A Acil apresenta o banner acima defendendo a manutenção do voo em Correia Pinto. A entidade poderia também chamar mais usuários, entre aqueles do setor produtivo para que, utilizando o voo, isso contribua para a Azul ‘tirar da cabeça’ a ideia de tirar o voo da Serra Catarinense.

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Agro: R$ 858 mil em maquinário

EQUIPAMENTOS SE DESTINAM A QUATRO MUNICÍPIOS DA SERRA E OUTROS TREZE PRINCIPALMENTE DO SUL DO ESTADO

Governador Jorginho Mello esteve em São Joaquim numa agenda administrativa. Participou da entrega de 21 equipamentos agrícolas para atender 17 municípios. Entre esses, Correia Pinto, Bom Jardim da Serra, Bocaina do Sul e Otacílio Costa na Serra Catarinense. Os recursos na ordem de R$ 858.700,00 são oriundos de emendas da Bancada Federal, com valores protocolados pelo próprio governador quando no Senado, além dos deputados Carlos Chiodini, Carmen Zanotto, Geovânia de Sá, Ricardo Guidi e Peninha.

Prefeito Baldessar com os vereadores Rodrigo Barth e o presidente da Câmara, Luiz do Sindicato (direita) no ato em São Joaquim com o governador Jorginho, prefeito Dorinho e o secretário Colatto.

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Lages: Indústria gera 10% das vagas

OBSERVATÓRIO DA FIESC FEZ LEVANTAMENTO DOS EMPREGOS GERADOS POR SETOR ENTRE JANEIRO E NOVEMBRO

A área de análise da Fiesc apontou que nos primeiros 11 meses de 2024 foram geradas 149.155 vagas de empregos em Santa Catarina a mais que as mesmas demissões no período, considerando apenas carteiras assinadas. A informação complementa com os dados:

“O setor de serviços liderou a criação de vagas, com 69,8 mil empregos, seguido da indústria, com 55,4 mil. O segmento do comércio criou 21,5 mil postos e a agropecuária 2,5 mil novas vagas, segundo dados do Novo Caged”.

INDÚSTRIA EM LAGES

Se os dados em âmbito de Estado são consideráveis quando o assunto é geração de empregos pela indústria, com 1 em cada 3 empregados gerados sendo desse setor da economia, a realidade de Lages foi um pouco diferente. Das 2.187 vagas geradas a mais que as demissões em Lages entre janeiro e novembro do ano passado, a indústria respondeu por 10% desse quantitativo. Ou seja, 1 em cada 10 empregos gerados a mais na cidade, foi pela indústria.

Na matemática dos 11 meses, foram 212 vagas, distribuídas da seguinte forma especificamente em Lages, em relação somente ao setor da indústria, considerando os dados oficiais do Caged:

Sempre oportuno observar que os dados consolidados consideram apenas as CTPS assinadas, ou seja, os chamados empregos formais

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