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MDB define nome em Abdon Batista

MUNICÍPIO TINHA O ATUAL E O EX-PREFEITO PARA DISPUTAR A VAGA PARA CONCORRER NAS ELEIÇÕES DESTE ANO

Foi menos traumático que aquilo imaginado. Jadir de Souza (Dile) foi eleito em 2020 para suceder a Lucimar Salmória que vinha de dois mandatos pelo MDB. Ele era o nome natural do partido e havia confirmado a condição de pré-candidato à reeleição. Por outro lado, Lucimar Salmória se posicionou também para concorrer ao pleito neste ano. Era necessário então que o MDB tomasse uma decisão. E essa saiu no sábado, 20. O atual prefeito Dile se recolheu da disputa, abrindo mão para Salmória. “E saímos da reunião com o MDB ainda mais fortalecido para esse desafio”, afirma Lucimar que tentará o terceiro mandato não consecutivo em Abdon Batista.

Parte de uma foto do momento em que Dile (de camisa polo) e Lucimar Salmória (de azul) definem que o ex-prefeito é o nome do MDB para disputar a eleição em Abdon Batista em reunião do sábado, 20.

CONTRA QUEM EM ABDON

Lucimar Salmória nos disse que agora depois dessa definição ele pretende dialogar de forma mais intensa com representantes de outras siglas. “Poderemos fazer uma composição ou até sair com chapa pura do MDB. Vai depender das conversas”. Salmória poderá enfrentar nas urnas ninguém menos que o atual vice-prefeito Cleito Pitz (PP). Este tende a vir para a disputa com apoio de PSD e outras siglas menos alinhadas ao MDB.

Cleito Pitz (esquerda) é o atual vice pelo PP que tem dobradinha com o MDB de Dile (à direita). Mas há possibilidade de Pitz liderar uma chapa de oposição ao MDB agregando os não alinhados aos emedebistas.

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Divagações nas eleições da paróquia

FORMAÇÃO DE CHAPAS E IMPRESSÕES DE EVENTUAIS COMPOSIÇÕES NOS BASTIDORES DA PRÉ-CAMPANHA DE LAGES

A realidade sobre negociações visando composições na eleição deste ano em Lages não irá para o noticiário. As conversas permeiam os bastidores e não recebe tratamento como notícia, até porque são situações que se alteram de um momento para outro. Mas para não deixar o leitor sem ponderação a respeito, temos suposições, nesses casos, sem compromisso com a fidelidade aos fatos:

BIDEN DA PARÓQUIA – Teria partido do próprio vereador Jair Júnior a confirmação a pessoas de seu círculo de amizade que será batido o martelo para ele ser vice de Carmen Zanotto. Assim, Jair Junior se constitui o Joe Biden da paróquia, aquele que desistiu da candidatura. No caso, o Biden local era tido como pré-candidato a prefeito.

KAMALA DA PARÓQUIA

Na linha do trocadilho, consta que por causa da ideologia, Carmen Zanotto teria o perfil para uma candidatura mais Kamala Harris que Donald Trump. E em se confirmando o candidato a vice na pessoa de Jair Júnior, a deputada não seria a Kamala, mas a Koamala. No caso, co’a mala de um vice desses. Embora o carimbo desse negócio de ‘mala’ seja coisa de um outro candidato.

Ainda não tem foto oficial dos dois juntos, mas consta que a dobradinha estaria formada, apenas aguardando as convenções do último dia do prazo (05.08)

POR FALAR EM VICE

Nas prosas palacianas da paróquia consta a hipótese da vereadora Katsumi Yamaguchi ser alçada à condição de candidata a vice-prefeita na chapa com Lio Marin. Isso em o PP recolhendo Polese e afivelando as malas com o União Brasil. Sandro Anaclaro, Caco de Liz e Joinha Mondadori seriam os outros três nomes progressistas no radar.

Katsumi teria como opção de agregação a um projeto majoritário o apelo ao voto feminino e do jovem também, além de agregar aqueles que decidem dentro do PP e ser uma vice que não incomodaria

NO OMBRO DE COLOMBO

É improvável, para não dizer impossível. E oficialmente tratam o assunto como algo fora de cogitação. Entretanto, os mais apaixonados por aquilo que representa Raimundo Colombo no contexto da política em Lages, citam que ‘no apagar das luzes’ ele pode vir concorrer. O tal ‘apagar das luzes’ seria 5 de agosto, prazo limite das convenções.

NÃO COMPARANDO…

Permeia a hipótese do quase impossível porque, Colombo de governador voltar a ser prefeito, em um comparativo exagerado, seria como o Papa largar o pontificado e voltar a ser padre. Com todo respeito, aos padres, é claro!

Embora seja um cenário improvável, ainda há quem veja no retrato acima um Colombo acenando um ‘aguardem pra ver’…

SOBRE ISSO AINDA

Daqueles que nos confidenciaram a hipótese de Colombo aparecer aos 45 minutos do segundo tempo para o jogo, a frase que resume a prosa aponta: ‘Só acredito que ele não vem se no dia 6 de agosto não estiver na lista dos candidatos’. A propósito, Raimundo Colombo tem atuado bastante nas últimas semanas ajudando a pavimentar a candidatura de Lio Marin (União Brasil). Tem optado por atuar como cabo eleitoral.

O VICE QUE VERSARÁ

Caso vença a eleição, porque se está na disputa é isso que ele quer, Elizeu Matos não terá sossego para superar os processos que responde. Muito embora, em relação às condenações recentes (são duas) já declarou que tira de letra e reverte em tribunais superiores.

E…

Por causa da relativa instabilidade – e isso é fato e não cogitação – o vice de Elizeu é importante. Isso porque, em caso de algum impedimento do titular, caberia ao imediato ir tocando a gestão da paróquia.

Quem será o Toni de Elizeu nesta empreitada já que o Toni daquela outra empreitada agora está no outro lado do balcão, digo, da disputa!

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Cidadania quer lançar mais à Câmara

PARTIDO PRETENDE REFORÇAR TIME DE PUXADORES DE VOTOS ATÉ PORQUE A NOMINATA DE POSSÍVEIS SIGLAS PARCEIRAS NÃO É LÁ ESSAS COISAS

Embora a derrota para Ceron na eleição de 2020 tenha ‘caído do céu’ para Carmen Zanotto, do contrário, não diretamente ela, mas provavelmente integrantes de seu governo poderiam ter se encrencado na Operação Mensageiro, um conjunto de situações contribuiu para a derrota por 57 votos. E entre tais situações está a fraca nominata do Cidadania para a disputa eleitoral. Tanto que elegeu apenas Suzana Duarte e Elaine Moraes. E a ideia é não repetir o acanhamento de candidaturas legislativas neste ano.

O Cidadania, embora tenha ido muito longe na disputa majoritária em 2020, para a Câmara obteve um resultado acanhado, elegendo apenas as vereadores Elaine e Suzana

PROVIDÊNCIAS DO CIDADANIA

Como se sabe, o Cidadania e o PSDB estão federados. Significa que lançam candidatos à Câmara de Vereadores como se fossem um único partido. E nem podem lançar cada sigla, nomes em separados. Daí que o Cidadania teria um elenco de mais de 20 nomes com bom potencial para compor as 17 vagas na chapa legislativa. Sobraria pouco espaço aos tucanos para incluir nomes. Talvez uma ou duas vagas para o PSDB. E olha lá!

META DO CIDADANIA

Se a sigla conquistou apenas duas vagas em 2020, nesta eleição quer dobrar o número de vereadores no legislativo. Como meta todos os partidos têm, são cálculos respeitáveis. Entretanto, para conquistar quatro vagas na Câmara, precisa lançar 17 nomes e cada um fazer uma média de 1.100 votos. Algo quase impossível, não pela fortidão do Cidadania ou de qualquer outra sigla, mas pelo fato de existirem mais partidos com nomes buscando vaga também.

OUTRA RAZÃO DO REFORÇO

Publicidamente não se exteriorizará isso, mas nos bastidores consta que há certa dúvida em relação ao potencial de votos de partidos cujos candidatos a vereador podem puxar votos. Principal exemplo citado é o PL. A sigla foi a mais cobiçada por interessados em disputar o pleito, mas a nominata não seria assim tão forte, como poderia.

ASSIM

Cita-se, por exemplo, o nome do ex-deputado Gabriel Ribeiro que, filiado ao PL, se fosse convidado, poderia vir disputar uma vaga à Câmara até para ajudar no projeto. Na mesma condição de bons puxadores de votos como Gabriel Ribeiro, haveria mais gente que poderia agregar na ampliação da votação. E se o Cidadania não pode dar pitaco no time dos outros partidos, precisa liderar a formação de um bom time de puxadores de votos.

Embora tenha sido um time escolhido criteriosamente dentro do PL, com excelentes nomes para a disputa, há quem veja que há lideranças que ajudariam puxar votos para o partido e para o projeto de Carmen Zanotto e que estão fora do retrato (e da nominata de pré-candidatos)

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A prioridade pós-chuva na Serra

ESTRADAS DO INTERIOR E VIAS URBANAS RECEBEM AÇÕES EMERGENCIAIS DE RECUPERAÇÃO DEPOIS DO PERÍODO DE CHUVA

Semana passada a prefeitura de São Joaquim encomendou 100 toneladas de asfalto para a Usina da Amures. Parece bastante coisa, mas são apenas sete caçambas carregadas. A destinação do material é a recuperação de vias urbanas danificadas devido às chuvas constantes desde o final de abril, com pequenos intervalos de melhorias. São Joaquim não se limite a atacar os gargalos urbanos, o maquinário também intensifica providências nas estradas rurais que, da mesma forma, apesar da manutenção quando da colheita da maçã, passou a exigir reperaros complementares.

Registro que dá ideia do trabalho em São Joaquim em estradas que interligam localidades e acessam propriedades em regiões como da Chapada Bonita em direção a São Matheus. Ainda persiste umidade mesmo depois de uma semana sem chuva e as máquinas tratam de corrigir desníveis e melhorar o acesso.

LAGES FAZ AÇÃO URBANA

Desde a terça-feira, 16, as máquinas da Secretaria de Obras se revezam para recompor o pavimento das vias urbanas de Lages. A chuva constante, o asfalto mais antigo e não manutenção constante são fatores que causam o maior estrago das vias de todos os tempos. Até o início da operação de reparos, era difícil uma rua ou avenida asfaltada sem um buraco. Até algumas vias asfaltadas mais recentemente (sic!) apresentavam problemas. Em ruas de chão batido a situação era – e em muitas continua sendo – absolutamente crítica. A palavra de ordem nesta semana de tempo firme é atacar locais mais críticos.

A umidade fez sugir cenas como essa, do pavimento ir se abrindo embaixo da pista de rolamento, exigindo, nesse caso, ação ainda mais emergencial para evitar que a avenida fosse trancada. Como possui equipe reduzida, o trabalho da Secretaria de Obras deve se prolongar por uns 60 dias para ‘deixar a cidade em dia’. Isso se não voltar a chover de maneira constante como se registrou em maio e junho.

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Campo Belo: Morre Antonio Zanette

ELE FOI CANDIDATO A VICE-PREFEITO EM 2020 E SE CONSTITUÍA UM DOS FORTES NA AGRONEGÓCIO DO MUNICÍPIO

Gaúcho de Ibiraiarasa e focado na máxima do desistir jamais, Antonio Zanette Neto era um empreendedor agrícola referência em Campo Belo do Sul. Bastante relacionado também na comunidade, incursionou pela política na disputa eleitora de 2020, quando foi candidato a vice pelo PSL, ao lado de Guilherme Manfrói Peixe. Não lograram êxito na disputa, mas Zanette não se recolheu. Era apontado como um dos nomes para compor uma majoritária na disputa deste ano. Desta feita pelo MDB.

MORTE PREMATURA

Não há detalhes das circunstâncias do falecimento, mas ele teria sido vítima de um acidente no deslocamento por terra de Campo Belo do Sul para o Norte do Brasil, onde também possuía negócios em atividades rurais. A morte prematura de Antonio Zanette pegou familiares, parentes, amigos e a comunidade do município de surpresa, causando comoção coletiva diante da perda.

Antonio Zanette em registro de um dos ambientes onde mais gostava, a lavoura. Falecimento ocorreu em acidente e causa consternamento em Campo Belo do Sul

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BR-116: Pauta interessa à Serra

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES APRESENTARÁ OBRAS PREVISTAS NA READAPTAÇÃO DO CONTRATO DA BR-116

Quando da concessão da BR-116 no passado, ocorreram audiências públicas inclusive em Lages para que a população, através de entidades representativas – e lideranças políticas – opinassem sobre necessidades a sere incluídas no contrato. Essa presença da coletividade, razão das referidas audiências públicas, não restou exitosa.

O FATO É QUE…

Lages ignorou tal alternativa para apresentar um pedido de duplicação ali, um trevo acolá, uma interseção para garantir segurança em outro ponto, passarelas de pedestres, vias marginais em determinados trechos e assim por diante.

CONSEQUÊNCIA

A travessia urbana de Lages da BR-116 não possui nenhuma passarela de pedestres. O acesso a bairros como Bela Vista e Área Industrial (via Avenida João Pedro Arruda) é extremamente perigoso (na frente do Hotel Planalto). Opróprio cruzamento da rodovia concessionada com a BR-282 é palco de constantes acidentes e vias marginais em bairros como Santa Mônica e Cidade Alta não existe, causando transtornos à coletividade. Isso sem falar na duplicação do trecho urbano que está com projeto pronto e nada mais.

POR ESSAS RAZÕES…

A Fiesc coloca na pauta em uma reunião híbrida nesta segunda-feira, 22 (14h) uma reunião com a Secretaria Nacional de Transporte Rodoviário, vinculada ao Ministério dos Transportes. A Secretária Viviane Esse estará participando. Na pauta, entre outros assuntos, a relação e o impacto (nas tarifas) das obras previstas com a readaptação do contrato de concessão da BR-116. Será discutido o mesmo assunto em relação à BR-101, mas para Lages e Correia Pinto, interessa especialmente a questão da rodovia que corta a Serra Catarinense.

O pré-projeto da duplicação da BR-116, por exemplo, está encaminhado (acima uma ideia de como ficaria o cruzamento com a BR-282) com a rodovia concessionada passando por cima no trevo e a 282 nesse traçado em forma de rótula embaixo. Mas um projeto assim tem custo e cabe ao contrato da concessão prever e remunerar a obra. Daí a importância desse acompanhamento por parte das ‘entidades vivas’ em relação ao tema que interesse à Lages e à Serra Catarinense.

QUER PARTICIPAR DA REUNIÃO?

Para participar do evento, tanto de forma presencial quanto virtual, é necessário fazer inscrição prévia.

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