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Unifacvest: Recepção com aula magna

O PRÓPRIO REITOR GEOVANI BROERING PROFERIU PALESTRAS NOS TRÊS PERÍODOS PARA OS NOVOS ACADÊMICOS

 Essa ritualística se repetiu durante três momentos no primeiro dia oficial de aulas no Centro Universitário Unifacvest. Embora muitos cursos mantenham atividades em períodos anteriores, uma Aula Magna do Reitor da instituição marca o início das aulas para os calouros, aqueles que escolheram cursos da Unifacvest para a caminhada universitária.

Ensinamentos e orientações marcaram a conversa da Reitoria com os acadêmicos, assim como a apresentação do Centro Universitário. O Reitor Geovani Broering “ressaltou o compromisso da Unifacvest em construir uma educação de alta qualidade para entregar à sociedade profissionais altamente qualificados. Concluiu afirmando que a Unifacvest não é uma universidade comunitária, mas uma universidade para a comunidade, garantindo o acesso para todos, indistintamente”.

O Reitor destacou as aprendizagens diferenciadas que são oportunizadas com os investimentos tecnológicos que só a Unifacvest oferece.

INTEGRAÇÃO E SEM TROTES

Todos os acadêmicos – veteranos e calouros – foram devidamente informados que a Unifacvest, seguindo a legislação estadual e federal, proíbe a realização e a participação em TROTES. Os envolvidos perderão, na mesma hora, as suas bolsas, quer sejam do PROUNI, UNIEDU, FUMDES e próprias e serão expulsos sumariamente da Universidade.

O clima de volta às aulas na maior instituição de ensino superior da Serra Catarinense e uma das maiores do Sul do Brasil

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Carmen Zanotto nos cenários da dengue

SECRETÁRIA ACOMPANHA A OPERAÇÃO DE DESTRUIÇÃO E RECICLAGEM DE VEÍCULOS QUE SÃO POTENCIAIS CRIATÓRIOS DO AEDES

Aedes Aegypti.

O mosquito que leva esse nome e causa congestionamento nas estruturas de saúde e sofrimento às pessoas que contraem dengue, está sendo combatido de todas as formas em Santa Catarina. Uma delas é através da operação alinhada pelo Detran com a Associação de Pátios de Veículos Apreendidos e Reboques do Estado. Há 310 pátios espalhados em território catarinense e, com maiores riscos em regiões mais quentes (litoral e oeste), eles se constituem potenciais criatórios do referido mosquito.

POR CAUSA DISSO

O Dentran liderou o diálgo e até agora um total de 7.449 veículos das mais diversas espécies – de motos a caminhões – já foram destruídos e reciclados. A operação limpa pátio chegou a 30 municípios e se manterá com o propósito de não deixar carcaça de automóvel e outros veículos empoçando água e aguardando a chegada dos mosquitos que irão multiplicar casos de dengue entre os catarinenses.

Secretária Carmen Zanotto no cenário de guerra contra o mosquito da dengue, em pátios onde automóveis são potenciais criatórios do Aedes Aegypti

Olha ali Kenedy! O diretor do Detran, Kenedy Nunes, acompanha a vistoria in loco de Carmen Zanotto na operação que está destruindo as carcaças de veículos que permanecem em estado de abandono em 310 pátios espalhados por SC

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Uma marca para chamar de nossa

IDENTIFICAÇÃO DA SERRA CATARINENSE ATRAVÉS DE UMA LOGOMARCA QUER DAR MELHOR REFERÊNCIA DA REGIÃO

Em um papel importante e contínuo do Sebrae no fomento aos negócios, inclusive ligados ao turismo da Serra Catarinense, agregada a atuação com estruturas públicas municipais e estaduais, frequentemente tem surgido resultados práticos. A arvorezinha toda estilosa e que tem uma simbologia que merece interpretação é para ser um carimbo daquilo que é típico da Serra. A Amures liderou o lançamento da referida marca, promovendo um evento com boa parte dos prefeitos presentes.

Altenir Agostini, o gestor do Sebrae na Serra Catarinense, com a prefeita Claudiane Pucci (Campo Belo do Sul) e o prefeito Ceron ao fundo, no lançamento da referida marca

Vinícolas como a Abreu Garcia, no registro acima representada pelo Leonardo, devidamente autorizada para utilizar a marca em seus produtos

Empresário Júnior Ambrósio, cuja gráfica que leva seu sobrenome, também está autorizada a utilizar a marca para carimbar seus produtos como originários da Serra Catarinense

Secretária Carmen Zanotto que, como deputada, aportou recursos via emenda, que permitiram a concepção da marca, no registro com a prefeita de Urupema, Cristiane Pagani

Colega Éder Goulart com a esposa foram receber a autorização para utilizar a marca nos produtos comercializados no espaço BEM DO NOSSO JEITO no Mercado Público de Lages

Prefeito Giovani Nunes, cujo município de São Joaquim pode ser um dos que melhor utilizará a marca em termos de ‘venda turística’ no registro com o colega e presidente da Amures, João Cidinei

A primeira placa em madeira feita com ferro e fogo o prefeito Ceron fixou na parede do Mercado Público. Torcida para que a arvorezinha dê frutos. E esses se constituam o reforço da identidade da Serra Catarinense na exteriorização de seus produtos e serviços!

Fotos: Jornalista Oneris Lopes – Amures

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Perdemos o homem da ‘Caixa’

PRESTATIVO, ATENTO E ATENCIOSO, ASSIM GUARDAREMOS NA LEMBRANÇA A EXISTÊNCIA DO JORGE DA CAIXA

Desde os tempos que a Caixa Econômica Federal tinha somente uma agência ali entre o Bertussi Ribas & Cia Ltda e a Loja Imperial Calçados na rua Nereu Ramos, temos lembrança das lidas de Jorge Arruda Coelho. Depois a Caixa ‘subiu’ para o atual endereço e ele continuou integrado aos colegas de trabalho naquele perfil atencioso e generoso, não deixando quem o abordava sem resposta e orientação.

PERFIL DE EXECUTIVO

Jorge Coelho mantinha aquele estilo executivo nas vestimentas, mas de uma presteza enorme numa estrutura que atende pessoas com um perfil mais popular, como é a Caixa. Depois se aposentou, mas não se afastou das lidas financeiras ajudando no engrandecimento daquilo que é hoje a Credicomin – a cooperativa de crédito do comércio de Lages, Otacílio Costa, Caçador e por aí vai.

Nesta terça-feira, 19, recebemos a notícia do falecimento de Jorge Arruda Coelho. Ele ganhou amigos, acumulou conquistas, somou admiradores, mas infelizmente, perdeu a batalha para o câncer. E deixa todos que cruzaram pela vida dele consternados, porque sempre foi uma pessoa que somou nas relações humanas onde atuou…

Peço licença para a família, nesse momento de consternação, para compartilhar esse registro acima onde, na rede social, o próprio Jorge escreveu: Família é tudo!

A Associação Empresarial de Lages emitiu nota de pesar porque Jorge Coelho integrava um dos núcleos da entidade naquele estilo frenético de trabalho, sempre encarando desafios!

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Moradores de rua: ‘Lages virou paraíso’

ASSUNTO TEM MERECIDO DEBATES, AUDIÊNCIAS, REUNIÕES E AÇÕES. NA OUTRA PONTA O NÚMERO DE MORADORES DE RUA AUMENTA

“Lages está enxugando gelo”.

Essa é uma das frases ouvidas sobre a questão de moradores de ruas que perambulam pelas vias da paróquia, ocupam praças, imóveis desabitados e logradouros diversos. A cidade tem até ‘morador de rodovia’ como é o caso de um senhor que passa dias e noites embaixo do viaduto da BR-282 na Duque de Caxias. E não é por falta de debate. A Câmara de Vereadores, por exemplo, primeiramente colocou profissionais da Assistência Social para apresentar o trabalho para o enfrentamento do problema (do problema e não dos moradores, registre-se).

Secretária Cláudia Bassin (diamarelo) ainda no mês de fevereiro esteve na Câmara de Vereadores detalhando o trabalho da área de Assistência Social em relação ao tema

Agora foi a vez do Secretário Claiton Camargo (direita) e profissionais especialmente da área da Secretaria da Saúde detalhar a atuação de atendimento aos moradores de rua, na sessão realizada no legislativo

O QUE DIZ CLÁUDIA BASSIN

“É importante que as pessoas conheçam o serviço, vejam o que a gente está fazendo, que o trabalho é árduo, continuo e com pessoas totalmente capacitadas para estar nesse momento junto com essa população”.

SOBRE INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA

Quanto às tão faladas internações compulsórias, o secretário de Saúde, Claiton Camargo, lembra que a legislação apregoa que a própria pessoa precisa concordar com a internação, exceto quando há intervenção judicial para isso. Ele conta que a Saúde oferece vagas no centro residencial terapêutico:

“Temos oito pessoas que residem lá. São pessoas com doenças mentais, que não têm estrutura social para o convívio e precisam desse suporte”.

(…)

“O leito psiquiátrico trata casos extremos, mas se a pessoa está em surto na rua, comprometendo a integridade física dos outros, é necessária a intervenção do aparato de segurança pública”.

UMA VERDADE INCONVENIENTE – Secretário Claiton Camargo aponta que “nós não temos a condição de internar da mesma forma que a região de Florianópolis tem. Discutimos isso a nível de bastidores, mas a situação precisa ser esclarecida para com a população”.

DIZ MAIS O SECRETÁRIO

“O Estado está com disposição de pagar, mas não temos a oferta do serviço. Os leitos são caros, custam de 6 a 7 mil reais para internar. Precisamos discutir o início do processo. É muito mais fácil acessar a droga do que o leito psiquiátrico. Enquanto tivermos o acesso facilitado a droga, a lógica invertida do processo, fica mais difícil resolver o problema”.

OUTRA VERDADE INCONVENIENTE:

‘LAGES VIROU PARAÍSO’

Conversando com integrante da segurança pública de Lages que atua também na questão de moradores de rua, com abordagem e até interação com essas pessoas, ele observava que alguns chegam a chamar colegas de outras cidades para vir para cá. “Estão recebendo três, quatro, até cinco refeições por dia. Bem alimentados saem a perambular, a buscar doações para comprar bebida, quando não droga. Lages virou um paraíso para eles que, infelizmente, estão nessa vida”.

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Segurança: Cada um dá o que quer!

VEREADOR SOLICITA E PREFEITURA DE LAGES REFORÇA LEI QUE PREVÊ DOAÇÃO ESPONTÂNEA PARA AJUDAR A EQUIPAR A SEGURANÇA PÚBLICA

Gerson dos Santos (PSD) colocou no expediente da Câmara de Vereadores um pedido para que a Prefeitura de Lages reforce a divulgação de uma lei de 2018 (instituída há 6 anos) que prevê gestos da população para ajudar a equipar a segurança pública.

Vereador Gerson quando de uma homenagem no final do ano passado a integrantes da PM e o pedido de reforço à lei de 2018

DO QUE FALAMOS?

A lei 4.271, de 11 de julho de 2018, autoriza a prefeitura a receber contribuição espontânea da comunidade, com a finalidade de auxiliar para o aprimoramento dos serviços voltados à segurança pública nos perímetros urbano e rural, por intermédio de convênio com a PM. Pessoas físicas ou jurídicas podem colaborar. Com os valores arrecadados a ideia é adquirir equipamentos, aparelhos, armas, viaturas, enfim, dar mais estrutura para reforçar a atuação da corporação.

REAÇÃO DE ALGUNS

Ao legar o tema ao programa A Hora da Corneta da Clube FM, via rede social, houve ouvinte reagindo no estilo ‘a que ponto chegamos ter que mendigar à população para garantir a segurança’. Isso, no entanto, é uma visão equivocada. As doações são espontâneas e podem ser feitas a partir de R$ 1,00. E no caso, cada um dá o que tem ou o que quer. Se a pessoa quer dar crítica ao tema, o faz. Os que preferem acreditar que os dois pilas, cinco pilas que estão destinando podem fazer a diferença, o fazem.

COMO FAZER?

Para não contribuir, basta se manter recolhido. Aos que consideram a cruzada interessante, podem fazer contato com a Semasa (3221 3900) e manifestar o interesse. A doação precisa ser expressa (registrada) e a qualquer momento o doador pode pedir para deixar de continuar contribuindo. Prevalece a espontaniedade.

O registro acima é ilustrativo, mas a soma de doações podem permitir até adquirir um veículo como esse para facilitar o deslocamento com segurança e conforto dos integrantes na briosa no atendimento de ocorrências, mantendo a cidade e todos nós menos seguros. Inclusive os que criticam a ideia da doação espontânea!

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