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Dos tempos do Juarez Furtado

PRESTES A COMPLETAR 86 ANOS O PRÓPRIO EX-PREFEITO DE LAGES COMPARTILHA ALGUNS FEITOS

Nascido no 1º de abril de 1938 o filho de Dorvalino Furtado e dona Noêmia administrou Lages entre 1973 e 1977. Antecedeu outro senhor prefeito, Dirceu Carneiro. Prestes a completar 86 anos, Juarez Furtado, volta e meia, compartilha seus feitos da década de 1970 na gestão lageana, evidenciando uma visão futurista para a maior cidade da Serra Catarinense.

Foi nos idos de 1973 em diante que Lages instalou a área industrial com terreno viabilizado pelo poder público. Com direito a um mapa evidenciando o quanto a cidade era (e continua sendo) bem servida como entroncamento rodoviário, muitas empresas aproveitaram um eito daqueles 5 milhões de metros quadrados para fincar bandeira na cidade.

POR FALAR EM TEMPOS IDOS…

Este registro que circula nas redes aponta Lages nos idos de 1923. Repare a Catedral Diocesana, imponente, inaugurada em 1922. E entre o Morro do Posto e a Rua Correia Pinto o que tínhamos na época era um grande descampado.

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São Joaquim: Vínicolas têm asfalto

PAVIMENTAÇÃO ATENDE DUAS VINÍCOLAS E GOVERNADOR JORGINHO ENTREGOU NESTE DOMINGO, 10

Domingo de agenda do governador Jorginho Mello em São Joaquim. Ele esteve na Vinícola Pericó (entre São Joaquim e Urubici) onde determinou a sequência das obras de pavimentação do trecho a partir da SC-114 acesso exatamente na localidade de Pericó. A obra já recebeu os trabalhos iniciais de terraplanagem e drenagem.

E…

Após a ordem de retomada dessa obra em Pericó, o governador subiu o Morro Agudo (acesso próximo à Vinícola Villa Francioni na SC-114). Essa estrada interliga a rodovia estadual a duas vinícolas: Leone Di Venezia e Monte Agudo. O trecho asfaltado e sinalizado soma quase 3 mil metros. A obra facilita o acesso não apenas às vinícolas, mas também às propriedades rurais.

Governador Jorginho percorrendo o trecho pronto da estrada municipal asfaltada com recursos estaduais para acesso às vinícolas em São Joaquim, acompanhado do prefeito Giovani Nunes (ao fundo à direita a vinícola Leone Di Venezia que agora pode ser acessada pelo asfalto)

A estrada municipal recebeu pavimentação asfáltica permitindo acessar não apenas as vinícolas (duas ao todo), mas também melhorando a chegada nas propriedades na região do Morro Agudo

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Projeto para duplicar Lages a Fpolis

É A MELHOR NOTÍCIA SOBRE INFRAESTRUTURA DESTE SÉCULO PARA LAGES E SERRA CATARINENSE

Como a BR-282 é pista simples, a notícia sobre o edital lançado para o projeto de duplicação da rodovia levou quase uma semana para chegar a Lages. Na verdade, desde o ano passado a providência estava em andamento, mas o assunto vinha sendo tratado com discrição de forma técnica pelo DNIT. Coletados os dados e considerado traçado e realidade da rodovia, o edital para a elaboração do projeto de engenharia foi colorado na praça.

DO QUE ESTAMOS FALANDO

Trata-se do primeiro passo para que se proceda à duplicação do trecho de 207 km desde a BR-116 em Lages até a BR-101 em Palhoça. Nenhum outro passo para a obra pode ser dado sem esse que tem custo estimado em R$ 46 milhões e fará com que a empresa vencedora faça o levantamento detalhado de todo o traçado por onde passaria uma segunda pista (e não apenas faixa) ao longo dessa ligação. É a mesma coisa prevista para a BR-282 entre Lages e Chapecó, cuja licitação da duplicação também está em andamento.

O próprio Superintendente do DNIT, engenheiro Alysson de Andrade, compartilhou a informação e o mapa acima, onde detalha os oito lotes previstos para a futura obra, a partir do projeto a ser elaborado pela empresa (ou empresas) que vencer a licitação a ser aberta no final do mês de março.

Engenheiro Alysson de Andrade, o Superintendente do DNIT/SC em registro do dia 29 de fevereiro em evento sobre logística em Florianópolis, dialogando com o secretário Beto Martins (esquerda), quando já tinha a notícia sobre o edital para duplicar a BR-282 entre Lages e Palhoça

RESGATE DO PROJETO ORIGINAL DA BR-282

A ligação entre Lages e Florianópolis tinha, no passado, a previsão de um traçado moderno, menos acidentado (curvas, morros, descidas). Eram previstos quatro ou cinco viadutos, dos quais foi construído apenas um (Bela Vista), além de túneis dentro de montanhas e outras inovações de engenharia. Com o passar do tempo tal ideia foi sendo abortada e acabou saindo o que temos atualmente. A projeto de duplicação vai resgatar algo disso especialmente no trecho de Rancho Queimado.

O QUE DEVE TER POR ALI?

Foi previsto que se conceba no projeto um túnel em montanha de 2.500 metros entre Rancho Queimado e Alfredo Wagner. O atual traçado permanecerá como uma das pistas e a nova (pelo túnel) será o sentido inverso da rodovia (aos moldes do que temos em Paulo Lopes na ligação com Garopada pela BR-101).

UM DOS LOTES EM LAGES

Para apresentar às empresas interessadas em elaborar o projeto da duplicação, o DNIT de maneira prévia, dividiu a obra em oito lotes. Na publicação do engenheiro Alysson de Andrade (Superintendente do DNIT) houve quem questionasse a razão da duplicação iniciar em Palhoça e não em São José, visto que a BR-282 começa com a Via Expressa. Entretanto, nesse trecho a rodovia já está duplicada com várias faixas de trânsito. E na BR-101 (Via Expressa à Palhoça) que também se chama BR-282, já há duplicação. Entre os lotes previstos, um deles contempla apenas a parte urbana de Lages, desde o Trevo de Índios (onde começa a área urbana da cidade) até o cruzamento com a BR-116.

Um dos oito lotes da duplicação da BR-282 inicia nesse ponto onde começa a área urbana de Lages e segue até a BR-116

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NDD Tech: A nova sede em Lages

A ESTRUTURA RECEBEU INVESTIMENTOS DE R$ 13 MILHÕES NUMA ÁREA DE 6.000 M² CONSTRUÍDOS

É de Lages que partem soluções tecnológicas para empresas de boa parte do mundo. O know how da NDD Tech, líder nacional em soluções tecnológicas, atende demandas e necessidades de 25.000 empresas de todos os portes. Da logística à área fiscal a tecnologia gerada a partir de Lages é essa referência. E porque persegue esse caminho de crescimento, a NDD Tech investiu em um novo espaço.

A nova sede da empresa está dentro do primeiro parque tecológico de Santa Catarina, o Orion Parque, aliando a funcionalidade a uma série de outros conceitos agregados na construção.

SOBRE A NOVA SEDE

O diretor presidente da NDD Tech, Valmir Tortelli, apresentou a nova sede que custou R$ 13 milhões para tornar possível que o espaço de 6.000 m² atenda a necessidade de uma gigante que não para de crescer. “A construção reflete o compromisso da empresa em impulsionar a inovação, promover a criatividade e valorizar os princípios ESG (Ambiental, Social e Governança) desde sua concepção até o cotidiano dos colaboradores”, aponta a informação sobre a estrutura.

Tortelli destacando os conceitos que integram a nova sede da gigante em soluções tecnológicas que tem sede em Lages

AINDA SOBRE A NOVA NDD TECH

Com painéis solares, captação da água da chuva e iluminação com leds, o novo prédio da NDD Tech foi pensado para atender requisitos que contribuam com o meio ambiente. Desde o início do projeto, a empresa priorizou práticas construtivas sustentáveis e soluções de eficiência energética para minimizar seu impacto ambiental. Além disso, a nova sede foi projetada para promover a colaboração e a inovação. Com espaços abertos, salas de reuniões e áreas de descanso inspiradoras, o ambiente de trabalho da NDD Tech estimula a criatividade e a produtividade de seus colaboradores.

Ao apresentar detalhes sobre a nova sede o empresário Valmir Tortelli observou o desafio de criar um ambiente de trabalho para ampliar ainda mais a atuação da NDD Tech

ALGUNS NÚMEROS

A NDD Tech é especializada em transformar dados em informações relavantes para facilitar a rotina das empresas. A empresa desenvolve soluções de alta tecnologia e inteligência para documentos fiscais eletrônicos, meios de pagamento para frete e gestão para provedores de outsourcing de impressão. Mais de 90 milhões de documentos fiscais são processados pela NDD Tech mensalmente no atendimento a 25 mil empresas.

Com informações de Andressa Ramos – NDD Tech

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Mensageiro: Indeferido pedido do MP

PROMOTORIA DE JUSTIÇA PEDIU REVOGAÇÃO DO FIM DA PRISÃO DOMICILIAR A EX-GESTORES DA SEMASA

Porque com frequência há indagação sobre o andamento do processo que envolve gestores públicos lageanos arrolados na Operação Mensageiro, o fato mais recente e já com desdobramento diz respeito ao ex-secretário e ex-diretor da Semasa. Ambos ganharam o direito a responder o processo sem submissão à medida de prisão domiciliar e nem uso de tornozeleira eletrônica. E assim o fazem, com audiência de instrução programada para a terceira segunda-feira de março na Comarca de Lages.

MP RECORREU DA DECISÃO

A Promotoria de Justiça entrou com um Recurso em Sentido Estrito no TJ/SC onde questionava a decisão do Juiz da 2ª Vara Criminal de Lages, por não manter os dois em prisão domiciliar. O recurso foi analisado nos últimos dias de fevereiro e no dia 29 saiu o Acórdão do julgado. A relatoria foi da desembargadora Cinthia Beatriz Bittencourt Schaefer com seu voto seguido pelos demais julgadores, indeferindo o pedido e mantendo aquilo decidido no âmbito da Comarca de Lages.

SIGNIFICADO DISSO

No entendimento da julgadora, os ex-gestores beneficiados pela soltura, estão cumprindo aquilo que foi determinado como medidas alternativas à prisão domiciliar, não representando risco ao processo ou à sociedade. Com tal encaminhamento, ambos seguem respondendo à instrução processual, inclusive com as oitivas programadas para as tardes dos próximos dias 18 e 19 na 2ª Vara Criminal de Lages.

O processo que envolve os dois ex-gestores da Semasa corre na Comarca de Lages porque não tem denunciado com foro privilegiado ao contrário do outro processo que incluiu dois ex-secretários que, como envolve o prefeito, tramita no segundo grau (TJ/SC)

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O que fazer com inundações em Lages?

HÁ CIDADES QUE SOFREM COM INUNDAÇÕES NA ÁREA URBANA QUE ESTÃO BUSCANDO SOLUÇÕES TÉCNICAS PARA O PROBLEMA

Algo é fato:

Relampeou na Vacaria, transbordaram os imensos rios de Lages. E com os alagamentos se somam os problemas decorrentes, como casas invadidas pelas águas, carros mergulhados nas ribanceiras do afluentes que cortam a paróquia. Lá se vai a paciência e o coletivo sofre com angústia, prejuízos e reflexos decorrentes. E não adianta chorar sobre a água derramada por São Pedro que inunda, alaga, transborda. Careceria de providência. Ação prática e não reunião para marcar reunião. Discurso também não afasta o aguaceiro.

TEM CIDADE PLANEJANDO SOLUÇÃO

Vem do Km 500 da BR-282 (Lages está no Km 220 da rodovia, somente para sintonizar o internauta) uma solução para problema semelhante, talvez tão grave quanto aquele vivenciado por nativos lageanos. Trata-se da cidade de Xanxerê cujos moradores da área central e bairros próximos ao miolo da cidade convivem com transbordamentos e inundações a cada chuva mais intensa. Durante a ExpoFemi – a festa do milho que acontece por lá – governador Jorginho Mello levou dinheiro para o projeto pensado pelos gestores de Xanxerê.

O TEOR DO PROJETO EM XANXERÊ

Com um valor aportado do Estado na ordem de R$ 9.500.000,00 (esse valor significa menos de 10% daquilo que a prefeitura de Lages pegou de empréstimo do Finisa nas tais duas parcelas de R$ 50 milhões), será executado um projeto de direcionamento da água, quando de chuva intensa. Serão executadas obras de macrodrenagem pluvial e fluvial no rio Xanxerê. O projeto prevê também a implementação de túnel de combate com embocadura em área central da cidade e desemboque em local não urbanizado a jusante da rodovia BR-282.

Pelo que deu para entender do projeto, o Rio Xanxerê (que indicamos nas setas vermelhas), corta a área central e causa alagamentos. Túnel e direcionamento do escoamento levará a água em direção à BR-282 (seta verde), evitando o represamento e levando o excesso para local onde não há moradias.

Xanxerê batendo palmas porque Jorginho Mello bateu martelo com R$ 9,5 milhões de aporte para essa iniciativa de, senão resolver, pelo menos amenizar de forma significativa os reflexos de alagamentos e inundações na área central da cidade. No registro o governador com o prefeito e empresário Oscar Martarello

SIGNIFICA E PORTANTO

Há soluções para problemas como aquilo que se sofre em Lages devido aos alagamentos em rios como Carahá, Ponte Grande e Passo Fundo. Entretanto, é preciso estudo (e parece que já existe algo a respeito), projeto e recursos.

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