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Costelaço ajuda hospital na Serra

HOSPITAL FREI ROGÉRIO RECEBE APOIO DE VÁRIAS FRENTES. UMA DELAS É UM EVENTO EM PLENA PRAÇA DE ANITA GARIBALDI

Porque toda a ajuda é bem-vinda e a estruturação e prestação de serviços de hospitais em municípios da Serra Catarinense ajuda a desafogar o atendimento em Lages, em Anita Garibaldi o Hospital Frei Rogério, com ajuda do poder público e da comunidade, vem fazendo sua parte. Todos os anos no começo de agosto acontece um costelaço em plena praça e na rua. Com a mobilização comunitária e a atuação de voluntários, dezenas de costelas vão ao fogo logo de madrugada para, ao meio dia, os cortes estarem em condições de serem servidos. É o que está acontecendo neste sábado, 2 de agosto.

O ritual se repete com as costelas sendo assadas com o fogo à distância, garantindo suculência e sabor único a esses cortes. O trabalho é feito durante a semana (com o preparo das costelas) e o processo que envolve a tarefa de assar inicia na madrugada.

Integrantes da Associação Mantenedora do Hospital Frei Rogério (Zezo Matos e José Pinto Neto) ao centro do registro com o prefeito Henrique Menegazzo e Juarez Matos na lida como voluntários do Costelaço que está em sua 8ª edição.

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STF: Decisão alivia agro na Serra

CAMPOS DE ALTITUDE: LIMINAR SUSPENDE PROCESSOS QUE QUESTIONAM A CONSTITUCIONALIDADE DO CÓDIGO AMBIENTAL CATARINENSE

A decisão não é definitiva, mas alivia e traz temporária segurança jurídica às atividades do agronegócios (agricultura, pecuária e reflorestamento). Entenda abaixo a interpretação do tema:

É possível afirmar que qualquer ação judicial (processo em andamento) que questione a aplicabilidade do Código de Meio Ambiente de Santa Catarina (Lei 14.765/2009) está suspensa. Nenhuma decisão poderá ser emitada tanto em âmbito de 4º TRF quanto em instâncias de 1º Grau da Justiça Federal. A razão disso é uma decisão em caráter liminar emitida nesta segunda-feira, 28, pelo Ministro Gilmar Mendes. O decano do STF atendeu um pedido da Procudoria Geral de SC.

TRADUZINDO O TEMA

Essa decisão suspende um Agravo de Instrumento que tramita no 4º TRF (Porto Alegre) e determina o sobrestamento (interrupção) de processo que corre na 6ª Vara Federal de Florianópolis/SC sobre o assunto. São procedimentos que discutem a constitucionalidade da lei catarinense 14.765/2009 (Código de Meio Ambiente) “até que o Supremo Tribunal Federal se manifeste definitivamente sobre a matéria ou até eventual decisão desta Corte em sentido contrário”, aponta o despacho do Ministro Gilmar Mendes.

PARA ENTENDERMOS

A decisão atende um pedido do Governo de Santa Catarina, via Procuradoria Geral, no sentido de suspender os processos judiciais que envolvem a aplicação do Código de Meio Ambiente Catarinense ou outras interpretações, na parte relacionada aos chamados Campos de Altitude. A Procuradoria cita que o Ibama ignora a legislação de SC:

A peça da Procuradoria Geral de Santa Catarina, assinada pelo Procurador Márcio Vicari, embasa o pedido, inclusive ilustrando com o mapa abaixo:

Se aplicada a restrição à atividades agropastoris em área com mais de 400 metros, a parte em verde do mapa ficaria (ou ficará) engessada. Na manifestação apresentada no STF, a Procudoria aponta os reflexos da eventual restrição em caráter definitivo:

Os dados citam reflexos no PIB e também na geração de empregos apontando ‘reflexos devastadores’ na economia catarinense. E na decisão, o Ministro Gilmar Mendes Citou que:

Acima o Ministro Gilmar Mendes aponta a decisão favorável do TJ/SC pela constitucionalidade do Código de Meio Ambiente e da posição do próprio STF negando recurso do MP/SC.

E ASSIM

Foi nesse contexto de análise que o referido Ministro do STF concedeu liminar impedindo seguimento de processos (suspensão e sobrestamento) até que a mais alta Corte do Judiciário Brasileiro tenha uma decisão (posição) pacificada sobre o tema. O decano do STF cita, ao decidir que:

“A presente ação direta de inconstitucionalidade, portanto, envolve uma das facetas mais fascinantes de nosso sistema de controle de constitucionalidade, num inevitável diálogo entre os processos que aportam a esta Corte pela via do recurso extraordinário e aqueles que chegam por meio de ações diretas“.

Aplicando multas milionárias, ao considerar que ocupação de áreas para plantio (soja, por exemplo) em regiões como da Coxilha Rica – Lages e Capão Alto – desatende a legislação, fiscais do Ibama têm suas notificações judicializadas exatamente por causa do conflito entre o embasamento que adotam e o Código de Meio Ambiente de Santa Catarina que considera Campos de Altitude somente áreas com altitude superior a 1.500 metros em relação ao nível do mar.

Teor do Post baseado na peça protocolada pela Procuradoria Geral de Justiça de Santa Catarina e a decisão em caráter liminar do STF. Acima os dados que permitem acesso à decisão àqueles que desejarem interpretar melhor o tema!

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Ação prática às pessoas de rua

VEÍCULO ADQUIRIDO PELA PREFEITURA DE LAGES FARÁ ABORDAGEM CLÍNICA PARA ATENDER MORADORES DE RUA

Além de políticas públicas de atenção às pessoas em situação de rua, a prefeitura de Lages está colocando estrutura de atendimento. Isso a partir de uma ambulância para o serviço do Consultório na Rua (abordagem clínica). Trata-se de uma ação prática de atenção à população de rua em Lages que já somou (em levantamento recente), mais de 100 moradores.

ATENDIMENTO ITINERANTE

A ambulância é um equipamento itinerante, que oferta atendimento à população em situação de vulnerabilidade econômica e social, e atua pela política da Atenção Básica na garantia do acesso à saúde e continuidade no cuidado pela rede pública. 

O Programa Consultório na Rua trabalha com a abordagem clínica, de forma voluntária. “Quando necessário, o paciente é encaminhado para a rede de atenção à saúde, ou seja, a outros serviços e unidades de saúde que possam oferecer tratamentos mais especializados ou dar continuidade ao atendimento”, aponta a informação sobre a iniciativa.

AÇÃO DO MUNICÍPIO

A prefeita Carmen Zanotto enfatiza que a gestão tem buscado criar políticas públicas de acolhimento e ajuda voltada às pessoas em situação de rua. “Nosso foco é proporcionar celeridade no atendimento e possíveis tratamentos à população em situação de rua”.

Embora o veículo tenha plotagem (identificação) do Governo Federal, o mesmo foi adquirido com recursos próprios do município e a ideia é busca aporte do Ministério da Saúde para ajudar na ação já que o dispositivo funciona de acordo com a Portaria Nacional nº: 1.255/21, de definição das diretrizes de organização e funcionamento das equipes de Consultório na Rua.

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CP a SP: Gol vende passagens

CONSTA NO SISTEMA DA GOL LINHAS AÉREAS OS PREÇOS E A CONFIRMAÇÃO DA LINHA AÉREA ENTRE CORREIA PINTO E CONGONHAS

Até parece miragem, mas está ali no sistema de reserva de passagens da Cia Gol Linhas Aéreas o protocolo da linha aérea entre Correia Pinto (EEA) e Congonhas (CGH). A Gol abriu as vendas dentro de um patamar normal para a política de tarifas. Segundo informações, ao longo dos próximos meses haverá promoções e alterações dos valores (para menos ou para mais, é claro).

MOBILIZAÇÃO DEVE SER MANTIDA

Durante a ausência do voo regular entre Correia Pinto e Campinas, operado pela Azul Linhas Aéreas, houve uma mobilização de entidades e instituições para que a Serra Catarinense não ficasse sem essa alternativa de transporte. Vencido o desafio e restabelecido a ligação aérea com os grandes centros, as mesmas entidades precisam manter uma mobilização permanente de ocupação dos voos. São cerca de 120 assentos a serem ocupados, por voo. Daí a mobilização deve ser permanente, inclusive atraindo passageiros de cidades como Joaçaba, Curitibanos, Caçador e Rio do Sul.

Cabe à entidades como a Acil que liderou o movimento pelo retorno das operações entre Correia Pinto e São Paulo, monitorar ocupações futuras do voo da Gol e, principalmente, mobilizar seus associados (inclusive e principalmente os membros da diretoria) para, em utilizando os serviços aéres entre Lages e SP, utilizarem a ponte aérea da Serra.

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Tarifaço afeta madeira da Serra

EXCEÇÃO ASSINADA EM DECRETO NÃO ABRANGE A MADEIRA EXPORTADA PARA OS EUA DE SANTA CATARINA

Até a gente que tem um capãozinho de meia dúzia de pinus plantado torce para que o setor madeireiro esteja bem e o mercado valorizado. Daí que quando o noticiário nacional apontou que no decreto de maldades de Trump a madeira estava na lista de exceções à taxação de 50% de produtos brasileiros adentrando ao mercado americano, houve comemoração. Mas foi comemoração antes da interpretação ou da busca de informação.

MADEIRA TERÁ TAXAÇÃO DE 50%

Colega Amarildo Volpato, produzindo conteúdo para a Clube FM, apurou com o empresário Paulo César da Costa, dirigente do Sindimadeira, que, infelizmente, a madeira exportada de Santa Catarina para os Estados Unidos não ficou livre do talagaço de 50% de taxa. O empresário apontou que:

“A menos que hajam novas mudanças, todos os produtos de madeira produzidos e exportados de nossa região e do Estado de Santa Catarina para os Esrtados Unidos, serão tarifados na alíquota de 50%. As exceções do produto madeira são itens de madeira tropical, fora do que se produz na Serra Catarinense”.

Lages é a segunda cidade catarinense que mais exporta madeira (atrás apenas de Caçador) com boa parte da produção tendo como destinoos EUA. A partir da quarta-feira, dia 06, o tarifaço entra em vigência e somente não têm impacto até outubro, aqueles produtos que já estão em trânsito para os Estados Unidos.

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835 km de estradas boas na Serra

LEVANTAMENTO APONTA QUE MAIS DE 95% DAS ESTRADAS ESTADUAIS DA SERRA CATARINENSE ESTÃO BOAS OU ÓTIMAS

É atribuído ao programa Estrada Boa o êxito de tornar as estradas estaduais da Serra Catarinense em condições de aprovação semelhantes à rodovias concessionadas. De acordo com dados do Governo do Estado, em levantamento recente, 95,20% das estradas estaduais serranas estão boas ou ótimas.

O índice é até um pouco exagerado porque significa que dos 878 km de estradas estaduais na Serra, apenas 43 km estão em condições ruins ou péssimas. Mas o índice é interessante se pegar a média estadual de 2023 que indicava apenas 26% das estradas com conceito bom ou ótimo.

UM SENHOR INVESTIMENTO

Dados da SEI – Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade – indicam que estão sendo investidos R$ 360 milhões nas estradas da Serra Catarinense. Percorrer rodovias como a SC-114 entre Lages e São Joaquim, passando por Painel, confirma esse investimento. “As intervenções vão desde pavimentação, sinalização e drenagem até roçadas, pintura, microrrevestimento, tapa-buracos, construção de muros de contenção e melhorias em entroncamentos”, aponta a informação.

Na Serra do Corvo Branco, a obra avança com ritmo acelerado e já atinge 38% de execução e a previsão de conclusão dos trabalhos é para o primeiro trimestre de 2026.

ESQUECIDA? QUE NADA!

“A Serra ficou esquecida por muito tempo”. Disse o governador Jorginho Mello ao comentar os investimentos em rodovias estaduais. Naturalmente a frase não está dentro de um contexto de verdade. É que no Governo Moisés, por exemplo, além da manutenção periódica, foi asfaltado trechos importantes como entre Anita Garibaldi e Celso Ramos (29 km). E nos tempos de Colombo, depois do acesso ao Porto de Imbituba, a Serra foi a primeira a receber pavimentação de concreto (Índios a Otacílio Costa, passando por Palmeira), sendo que naquele governo foi revitalizado o trecho da SC-114 entre Lages e São Joaquim, assim como da SC-390 da BR-116 até Campo Belo do Sul, além do asfaltamento do polêmico trecho da Coxilha e melhorias em direção à Bom Jardim e Serra do Rio do Rastro.

ASSIM

A Serra não estava esquecida, em termos de obras de infraestrutura. Mas toda providência – que é bem-vinda – ainda é pouca, perto de tanta demanda. Falta, por exemplo, asfaltar Correia Pinto a Palmeira (SC-284), Anita a Abdon (SC-452), concluir Rufino a Abdon (SC-370) e dar continuidade ao traçado da SC-390 pela Coxilha Rica.

SC-390 entre Capão Alto e Campo Belo do Sul que foi revitalizada nos tempos de Colombo, agora ganhanovos serviços para situações que surgiram principalmente devido ao tráfego pesado.

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