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Serra vive tempos de Vindima

A CELEBRAÇÃO DA COLHEITA DESTACA A PRODUÇÃO DE VINHOS DE ALTITUDE NA SERRA CATARINENSE

Realizada no Vinho & Arte Festival, a abertura a Vindima de Altitude reuniu vitivinicultores, enólogos, especialistas do vinho e visitantes em um ambiente sofisticado e acolhedor. Integrou a programação a degustação de vinhos de excelência, gastronomia típica e atrações culturais. A Vindima que acontece pela 11ª vez na Serra Catarinense se propõe a reforçar a vocação da região como destino enoturístico de referência.

SOBRE A SAFRA 2025

A safra deste ano é apontada como uma das melhores dos últimos anos, resultado das condições climáticas favoráveis e da evolução das técnicas de cultivo. A vitivinicultura catarinense cresceu e os números comprovam essa evolução. Atualmente, a produção da região chega próximo de 1 milhão de garrafas por ano, com 69% dos rótulos já premiados em concursos nacionais e internacionais.

O Governo do Estado aportou recursos para ajudar na organização da edição deste ano cujo repasse foi oficializado pessoalmente pelo governador Jorginho na abertura da Vindima em São Joaquim

CRESCIMENTO DE 300% EM UMA DÉCADA

O presidente da Associação Vinhos de Altitude Produtores e Associados, Diego Censi, destacou o crescimento do evento e o reconhecimento dos vinhos de altitude no cenário nacional:

“A cada ano, a Vindima se fortalece e atrai mais visitantes. Hoje, contamos com 28 vinícolas associadas, um crescimento de 300% nos últimos 10 anos. Além disso, temos 20 vinícolas expondo aqui no festival, apresentando rótulos premiados e elevando o nome da Serra Catarinense para todo o Brasil. Isso é reflexo do empenho e da dedicação dos nossos produtores, que fazem do vinho de altitude um produto de excelência.”

O tradicional brinde no encerramento da cerimônia de abertura da Vindima

MAIS SOBRE O ASSUNTO

A 11ª Vindima de Altitude segue com programação especial até 4 de maio, proporcionando experiências únicas em diversas vinícolas da Serra Catarinense. Dentro do evento, o Vinho & Arte Festival retorna na próxima semana, de 13 a 15 de março, reunindo música, gastronomia e degustação de vinhos premiados no Pavilhão da Maçã e do Vinho, em São Joaquim. Os visitantes poderão aproveitar apresentações musicais, pratos elaborados com ingredientes típicos da região e adquirir taças de cristal personalizadas por R$ 50, com doses de vinho a partir de R$ 15.

E…

Além do festival, as vinícolas participantes oferecem uma agenda exclusiva com colheitas, pisa da uva, almoços harmonizados, sunsets entre os vinhedos e visitas guiadas. A experiência proporciona uma imersão completa no universo dos Vinhos de Altitude, consolidando a Serra Catarinense como um dos principais destinos de enoturismo do Brasil.

IMPORTANTE

A 11ª Vindima de Altitude de Santa Catarina é realizada pela Associação Vinhos de Altitude Produtores e Associados, com patrocínio de American Oil, Sicredi, Agrofly Drones e apoio do Sebrae, Faesc/Senar, Prefeitura de São Joaquim, Banco do Brasil, Unifique, SESC, ACISJO, CDL São Joaquim e Klabin.

Conteúdo:  Lizzi Borges e Wagner Urbano

Fotos: Fernando Moraes de Oliveira

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Mulheres de sucesso em Lages

INICIATIVA DO NÚCLEO DA MULHER EMPREENDEDORA DA ACIL REVERENCIA O TALENTO E O TRABALHO DE LAGEANAS

Cerca de 200 pessoas prestigiaram a 16ª edição do Prêmio Mulheres de Sucesso, promovido pelo Núcleo da Mulher Empreendedora da Acil.

A coordenadora do Núcleo, Ticiana Fachin, ressaltou a importância da valorização da mulher empreendedora. “Este prêmio é um reconhecimento às histórias de superação e dedicação dessas mulheres. Cada uma delas representa a força feminina e a capacidade de transformar desafios em oportunidades”.

NOVE HOMENAGEADAS

O evento celebrou o talento e a trajetória de nove mulheres que se destacam em suas áreas de atuação. Com histórias marcadas por resiliência e conquistas notáveis, as homenageadas são exemplos de como a liderança feminina impulsiona transformações, promove inovação e contribui para um futuro mais igualitário. As premiadas desta edição foram:

Jaqueline Bastos Xavier Madruga (Agronegócio)

Maria Joaquina de Liz Vieira Brock (Comércio)

Nádia Angélica Cansian Zamban (Serviços)

Fernanda Batalha Parizotto (Indústria)

Rúbia Battisti Vecchi Martins (Saúde)

Mayra Juline Gonçalves (Tecnologia)

Claudia Pavão Silva (Comunicação)

Lilia Aparecida Kanan (Educação)

Zilda Furlan (Impacto Social)

A coordenadora do Núcleo da Acil e as homenageadas em evento que se repete há quase duas décadas

DESTAQUE NA COMUNICAÇÃO

Registramos e reverenciamos a dedicação da jornalista (e professora) Cláudia Pavão, homenageada com outras empreendedoras no evento da Acil. Com uma equipe pequena ela toca o projeto do Jornal Folha da Serra. O semanário tem um bom time de colunistas e se propõe a retratar o cotidiano de Lages em suas páginas. Como em tempos de internet e rede social, produzir jornal em papel é um desafio gigante, Cláudia Pavão merece o reconhecimento pela dedicação e esforço!

Fotos e informações de Sheila Rosa – Acil

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Ajuda Luciano Hang, ajuda!

EMPRESÁRIO AJUDA A ‘VENDER’ O QUE DE MELHOR SE PRODUZ EM SÃO JOAQUIM: A MAÇÃ

Um verdadeiro midas no empreendedorismo do varejo no Brasil, o empresário Luciano Hang cuida da saúde com dieta alimentar. Numa das publicações recentes em suas redes que atingem mais de 6 milhões de seguidores, o Véio da Havan disparou: “Dieta firme e forte. E nada como uma maçã para salvar o dia“.

É de garotos propaganda como Luciano Hang que o mercado de maçã precisa. Gente que exteriorize a importância da fruta na alimentação, inclusive como forma de, de repente, o preço pago ao fruticultor dê uma reagida melhor.

PREÇO AINDA DESANIMA

Se para o consumidor o quilo da maçã da variedade Gala, por exemplo, oscila entre R$ 10,00 e R$ 15,00 no mercado, para o produtor que está colhendo a safra entre fevereiro e março, o valor não é lá essas coisas. O preço o início da safra não chegou àquelas praticados ano passado, ficando na faixa de R$ 3,30 (ano passado passou tranquilo dos R$ 3,80). Como há investimentos com insumos (defensivos, maquinário, combustível, mão de obra) que aumentaram de valor de um ano para outro, a estimativa é de que o quilo fosse entregue na faixa dos R$ 5,00. Mas até agora é só espectativa.

Somente São Joaquim deverá colher cerca de 400.000 toneladas de maçã nesta safra. A variedade Gala (na foto acima) já está deixando os pomares. A Fuji tem colheita prevista para a segunda quinzena de março.

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Não se ganha salário mínimo em SC

NA VERDADE, NÃO SE DEVE GANHAR PORQUE EXISTE O MÍNIMO REGIONAL ÀS CATEGORIAS. E SAÍRAM OS VALORES PARA 2025

Representantes de empregadores e trabalhadores chegaram a um consenso sobre a fixação do novo mínimo regional em Santa Catarina. Os valores que atendem todas as categorias de trabalhadores têm um reajuste de 7,27% em relação ao que era pago em 2024.

MÍNIMO DE SC

São quatro faixas salariais às diferentes categorias, sendo que a essas deve ser pago o referido valor e não o salário mínimo nacional de R$ 1.518,00. O trabalhador que receber menos que o piso regional pode, em havendo futuro rompimento de contrato, buscar o complemento na rescisão ou via judicial. Nenhum empregador desconhece (ou deve desconhecer a existência desse valor mínimo diferenciado no Estado.

OS NOVOS VALORES

Considerando a aplicação dos 7,27% de reajuste no mínimo regional em relação a valores praticados em 2024, temos os seguintes montantes fixados:

PRIMEIRA FAIXA – R$ 1.730,00

Trabalhadores no agronegócios, empregados domésticos, construção civil, turismo, empregados que atuam com motocicletas e transporte em geral, exceto motoristas.

SEGUNDA FAIXA – R$ 1.792,00

Trabalhadores da indústria do vestuário, calçado, fiação e tecelagem, artefatos de couro, indústria do papel e papelação, telecomunicações e telemarketing e indústrias do mobiliário.

TERCEIRA FAIXA – R$ 1.898,00

Aqueles que atuam em indústrias químicas e farmacêuticas, indpustria da alimentação, empregados do comércio, entre outros.

QUARTA FAIXA – R$ 1.978,00

Trabalhadores das indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico, indústrias gráficas, indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana, indústrias de artefatos de borracha. Também trabalhadores de empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito. Integra essa faixa os trabalhadores em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade, indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas, auxiliares em administração escolar, empregados em estabelecimento de cultura, empregados em processamento de dados e empregados motoristas do transporte em geral, além de empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.

O aperto de mão que selou o acordo definidor de 7,27% de reajuste ao mínimo regional com os representantes de trabalhadores e empregadores no registro de Filipe Scotti (Fiesc).

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Javalis ‘se vingam’ de Lucas Neves

UMA VARA COM MAIS DE UMA DEZENA DE ANIMAIS TERIA CAUSADO ACIDENTE COM IRMÃO DE DEPUTADO

– Esse é dos Neves! Vamos prá cima!

Como foi mais susto, prejuízo material e algumas escoriações, dá até para fazer trocadilho do fatídico acidente que envolveu Danilo Neves, irmão do deputado Lucas Neves. Ele retornava do Salto Caveiras de moto na noite da quarta-feira, 05, quando uma vara de javalis atravessou a BR-282 na área urbana de Lages, na altura do Km 225, na saída para o Cerrito.

E…

Ironia do destino, os animais acabaram causando o inconveniente exatamente ao irmão daquele que tem como uma das bandeiras no parlamento o combate a essa verdadeira praga que são esses animais exóticos, os javalis. Até parece que a frase em negrito acima é dos javalis, chateados com a cruzada de Lucas Neves contra o que eles representam de riscos e perdas.

A moto avariada depois de ser atingida pelos javalis na saída de Lages para o Cerrito

RISCO NA CIDADE,

PREJUÍZO NO INTERIOR

Logicamente que ninguém quer que um acidente desses aconteça. Mas o atropelamento do motociclista, causando pelos javalis serve para reforçar o tema e a necessidade de combater tais animais. O próprio deputado Lucas Neves entende que é preciso intensificar a fiscalização, a quebra de burocracia e afastar os riscos que esses animais representam. “Tem gente que desistiu de plantar culturas como o milho porque os javalis destroem a lavoura. E precisamos amparar essas pessoas e não deixar tais animais vencerem a guerra”. É o que aponta Lucas Neves, entendendo que os órgãos públicos precisam se espelhar na lei (de autoria dele) e intensificar ainda mais ações para afastar essa ameaça da área rural e agora na área urbana e até na família dos Neves.

Há 90 dias completou um ano da aprovação da lei de autoria de Lucas Neves permitindo o abate controlado de javalis, providência com foco de proteção à produção agrícola e às pessoas.

Retrato do período de aprovação da lei que permite o abate desses animais exóticos, evidenciando que a situação é preocupante na área rural da maior parte dos municípios catarinenses, especialmente aqui na Serra

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Polícia Civil integrada em São Joaquim

INSTITUIÇÃO AJUDA A LIDERAR AS AÇÕES PARA RESOLUÇÃO DA PROBLEMÁTICA DE MORADORES DE RUA

Até mesmo entre lageanos, o conteúdo publicado aqui sobre o trabalho para dar resolutividade ao problema de moradores de rua em São Joaquim, tem repercutido. “Se São Joaquim, Chapecó e Balneário Camboriú estão adotando ações práticas, não há explicação para que Lages deixe de seguir caminho semelhante”. Foi o que recebemos de um ouvinte da Hora da Corneta na Clube FM, evidenciando que o modelo de atuação em outras cidades poderia, dentro da realidade daqui, ser adotado para minimizar problemas decorrentes da presença de moradores de rua importunando as pessoas.

POLÍCIA CIVIL EM AÇÃO

E ao abordarmos a providência em São Joaquim, liderada pela Secretaria de Assistência Social com apoio da PM, não incluímos um protagonismo importante da Polícia Civil. O trabalho orientado pelo próprio Delegado Regional, Fabiano Schmitt, foca a identificação correta e técnica das pessoas abordadas (através do sistema que a PC mantém), além da participação dos policiais civis nas operações de abordagem e acompanhamento. Outra ação não menos importante da Polícia Civil em São Joaquim, tem sido no sentido de prender alguns dos abordados que têm contra si mandados judiciais. O Delegado Fabiano Schmitt observa que:

“Entendemos que este trabalho realizado em conjunto entre a Prefeitura de São Joaquim e seus diversos órgãos, como pelas forças de segurança do município, darão, como já está sendo percebido, um excelente resultado”.

Delegado Fabiano Schmitt e o trabalho com demais estruturas de segurança e do poder público para dar ao joaquinense uma sensação de maior tranquilidade por causa de um problema social que é comum em municípios de médio e grande porte, que é o aumento de moradores de rua no cotidiano da cidade.

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