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O extravio de cachorros em Lages

POSTO DE COMBUSTÍVEIS COLOCA CÃES DE RUA EM CAMINHÃO E EXTRAVIA, CARACTERIZANDO MAUS TRATOS

Deputado Marcius Machado entrou em ação exteriorizando que já houve providência em relação à prática condenável de uma revenda de combustível juntar os cães de rua que se aglomeravam, colocá-los em um caminhão para afastar do estabelecimento. Da mesma forma houve manifestação do Centro de Zoonoses apontando que o fiscais localizaram dois dos animais extraviados. O posto de combustível teria sido notificado pelo fiscal e a reprovação ao ato de maus tratos tem repercutido em Lages.

Aqui o cliente do posto que foi tratado que nem cachorro, após resgate sendo conduzido pela fiscalização do Centro de Zoonozes.

RAZÃO DA REPERCUSSÃO

O Posto Peruzzo emitiu uma nota informando que providenciou a ‘desova’ dos cachorros longe do estabelecimento porque os mesmos colocavam em risco a integridade de clientes, ao atacar as pessoas que não lhes alimentava.

No comunicado o posto não informou o destino dado aos animais. Apontou que os animais não teriam sido vítimas de maus tratados. Mais tarde se constatou que o extravio dos bichos teria ocorrido em estrada rural.

ASSIM

Por mais que a questão de animais soltos (cães) seja problemática, a solução não passa por esse tipo de prática porque tal providência adotada caracteriza crime de maus tratos. E cabe às autoridades constituídas tomarem as providências não para punir o estabelecimento em si apenas, mas para que a punição sirva de exemplo e alerta para que outros não o façam.

PARA FICARMOS ATENTOS

A pena por crimes de maus tratos vai desde multa de um a 40 salários mínimos por animal, até a prisão em casos extremos. Na esfera penal, o crime é previsto pelo artigo 32 da lei nº 9.605, com alteração da lei nº 14.064/2020, prevendo pena de reclusão de 2 a 5 anos, multa e proibição da guarda. Em caso de morte do animal, a pena pode ser aumentada em de ⅓ a ⅙.

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A negativa à Medicina na Unifacvest

ASSUNTO É TRATADO COM CAUTELA PARA EVITAR ACIRRAMENTO EM RELAÇÃO À DECISÃO DO MEC SOBRE O PLEITO

Quem acompanha os bastidores da luta para viabilizar o Curso de Medicina no Centro Universitário Unifacvest tem ideia do que se fez – e se continuará fazendo – para tornar realidade essa demanda.

A gestão da Unifacvest investiu em estrutura física, inclusive com um hospital modelo dotado daquilo que há de mais moderno para futuros acadêmicos realizarem aulas em laboratórios.

Da mesma forma foram levantados e apresentados dados sobre a necessidade de mais profissionais da área na região (há municípios mendigando para conseguir médico para atender à população). E houve busca de apoio de entidades e lideranças políticas para evidenciar as condições técnicas e estruturais para sediar o curso, bem como a importância do mesmo.

NEGATIVA FEDERAL

No governo Bolsonaro houve uma decisão suspendendo a abertura de novos cursos de Medicina no País. Com isso, os encaminhamentos da demanda da Unifacvest sofreram um retardamento. Ano passado foi aberto o edital para autorizar novos cursos de Medicina pelo MEC. De imediato a Unifacvest apresentou o projeto estrutural e a viabilidade social e técnica. Entretanto, houve indeferimento. Coube uma impugnação por parte da gestão da instituição e saiu a decisão mantendo a negativa.

O QUE ACONTECE AGORA?

O Centro Universitário Unifacvest, porque tem estrutura física para sediar o curso e há justificativa do ponto de vista de demanda para viabilizar o referido curso, manterá o foco para cedo ou tarde, conseguir sensibilizar as autoridades constituídas para ter o Curso de Medicina funcionando. Há uma postura de certa cautela para não acirrar, exteriorizando a chateação com aquilo decidido, visto que há crença de que os técnicos responsáveis pela decisão se sensibilizarão com a demanda. Seria apenas uma questão de tempo tornar o referido curso realidade na grade oferecida pelo Centro Universitário.

Deputado Lucas Leves exteriorizou a decisão do MEC, referindo-se à mesma como ‘absurdo’. Entretanto, acirrar um debate, combatendo decisões em tese técnicas, não contribuem para tornar realidade essa demanda que é importante para Lages. O parlamentar disse que buscará forma de ajudar, algo que outras lideranças também o fazem. Em havendo esse esforço coletivo, por certo, a cidade passará a contar com mais essa alternativa de formação profissional.

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As cerejeiras na descida da Frei Gabriel

TODO ANO, IGNORANDO AS TEMPERATURAS PERTO DE ZERO GRAU QUE ESTÃO POR VIR, AS CEREJEIRAS DÃO O ESPETÁCULO NA RUA FREI GABRIEL

Não passou despercebido pelo advogado João Matias aquele visual que se repete no mês mais rigoroso do inverno lageano. Trata-se do florescer das cerejeiras na descida (e subida) da rua Frei Gabriel, a partir da Catedral Diocesana.

O contraste das árvores florescidas na rua Frei Gabriel no caminho entre a Catedral e a Avenida D. Pedro II

As flores contrastam com o período de baixa temperatura em Lages onde os termômetros trazem frio com geadas e instabilidade nesta época. Nos últimos dias de julho (semana que vem), por exemplo, há previsão de temperatura próxima a zero em Lages

A plantação das cerejeiras ocorreu quando da revitalização da Rua Frei Gabriel (que inclusive era de mão dupla no passado antes da implantação do binário que gerou tanta polêmica)

MUSICANDO O CENÁRIO

Se você quiser puxar a realidade atual de Lages, o processo eleitoral que se avizinha e a hipótese de novos tempos, considere esse trecho da música de autoria de Paulo Soledade escrita la nos anos de 1960:

Vê, há esperança ainda
Vê, as nuvens vão passando
Vê, um novo céu se abrindo

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Celesc: Quase R$ 50 milhões na Serra

EMPRESA INFORMA TER INVESTIDO MAIS DE R$ 17 MILHÕES NO PRIMEIRO SEMESTRE DESTE ANO NA SERRA CATARINENSE

Modernizar e expandir a infraestrutura elétrica, garantindo um fornecimento mais eficiente e seguro para os consumidores locais. Esse é o desafio da Celesc nos investimentos em execução na Serra Catarinense que, pelos dados apresentados, totalizam R$ 17.100.000,00 no primeiro semestre deste ano.

LAGES E URUBICI

Urubici foi o município mais beneficiado com os investimentos. Foram aportados R$ 7 milhões dos R$ 17 milhões investidos em todos os municípios. A razão é que Urubici, por causa do crescimento exponencial de edificações devido ao turismo, registrou o segundo maior número de pedidos de ligações novas em rede aqui na Regional da Serra Catarinense, ficando atrás apenas de Lages.

RAZÃO DE URUBICI

“Por ser um município predominantemente rural, essas solicitações em sua grande maioria acabam indo para projeto e eventualmente para obras. Isso faz que com Urubici seja o município com a maior quantidade de obras em toda Regional, chegando a ter 20% de todas as obras dos 24 municípios atendidos pela regional”, explica a gerente regional da Celesc, Vanessa Salvati.

RANKING DE INVESTIMENTOS NA SERRA

Além dos R$ 7 milhões para Urubici, ali pertinho, Bom Retiro recebeu R$ 4.200.000,00 de investimentos. São Joaquim esse mesmo R$ 4,2 milhões e Bom Jardim da Serra um total de R$ 1 milhão. Foram investidos ainda R$ 700 mil em Rio Rufino.

Entre as principais obras em andamento destacam-se projetos de transformação da rede monofásica para trifásica e a substituição de cabos nus por protegidos na rede de distribuição de energia elétrica. 

INVESTIMENTOS NA TRIFÁSICA

Em São Joaquim, a implementação de rede trifásica e de cabos protegidos na rede de distribuição de energia elétrica têm valor aproximado de R$ 1,5 milhão. Em Bom Jardim, foram destinados R$ R$ 1.005.273,48 para a realização dos mesmos tipos de obras. Urubici, por sua vez, está passando pelo recondutoramento e deslocamento da rede próximo à localidade Águas Brancas, na SC-370, sentido Rio Rufino e sentido Corvo Branco, com um investimento de aproximadamente R$ 1,5 milhão.

APORTES DO ANO DE 2023

Segundo a gerente Vanessa Salvati, ano passado foram investidos R$ 30.456.684,94 nos municípios da Serra Catarinense (abrngidos pela regional de Lages). Desse montante, foi também Urubici o que recebeu maior investimento totalizando R$ 9.093.830,23. Isso significa que considerando o período de 18 meses (2023 e primeiro semestre de 2024), os investimentos na Serra Catarinense da Celesc se aproximam dos R$ 50 milhões.

PECADOS RECORRENTES DA CELESC

É inconteste que os dados são absolutamente positivos em relação aos investimentos da Celesc. Entretanto, há uma realidade que tem causado reclamações constantes em relação à atuação da empresa. Trata-se dos picos (quedas temporárias) de energia em bairros da área urbana de Lages. E da mesma forma, a queda de energia em localidades do interior com demora para restabelecer o abastecimento. Se parte desses recursos investidos se direcionassem para corrigir essas duas situações, sem dúvida, o padrão Celesc de qualidade no fornecimento seria pleno na Serra Catarinense.

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Mais sobre os Cordeiros de Altitude

GRUPO DE PRODUTORES DE CARNE DE OVINOS APRESENTA CORTES DIFERENCIADOS PARA UM CONSUMIDOR EXIGENTE

Nos tempos idos, a Serra Catarinense era referência na criação de ovinos e, por consequência, na produção de carne. Entretanto, fatores relacionados a manejo, desvalorização e até os ataques do predador leão baio, reduziram a oferta. Atualmente, há uma retomada nos criatórios e também um esforço para colocar a carne de cordeiro no mercado, atendendo os padrões sanitários que garantem chegar ao consumidor um produto diferenciado e de qualidade.

E…

O grupo Cordeiros de Altitude é exemplo nesse sentido. Há inclusive possibilidade do consuidor fazer encomenda e receber a quantidade de cortes que desejar, em caixas com a carne embalada e definidamente acondicionada. Recomendamos até uma espiada neste link para ter ideia da forma de manejo do rebanho, os cortes e toda cadeia produtiva que envolve a viabilização dessa alternativa de carne no mercado.

A marca de um produto genuinamente serrano para atender um cliente exigente com cortes diferenciados

ITENS EM PROMOÇÃO

Nosso parceiro da página, o Empório das Carnes, colocou nesta semana uma linha especial de produtos à base de carne de cordeiro com preços diferenciados. Trata-se do abate de matrizes que permitem a substituição do plantel nas propriedades ue integram o grupo Cordeiros de Altitude. Para não entregar tais matrizes para venda sem que ocorra o abate dentro dos padrões sanitários rigorosos como é feito, a opção foi conduzir o abate e transformar a carne em opções como linguiça, carne para hamburguer, almôndega e outros cortes diferenciados. Assim, agrega-se valor ao rebanho comercializado, garante a qualidade sanitária da carne e atende um consumidor ávido por boas novidades em carnes diferenciadas.

Antes de acondicionados em caixas para a entrega por encomenda, os cortes são devidamente embalados com a marca Cordeiros de Altitude, que identifica aqueles animais criados a pasto, garantindo suculência e a qualidade sem igual para esse tipo de opção em carne.

***

Acima o conteúdo é informativo sobre essa atividade que agrega valor à criação de ovinos e produção de carnes. Abaixo temos a publicidade do Empório das Carnes onde os cortes e itens que integram o abate desta semana estão à disposição da clientela com preços convidativos e especiais!

Na Avenida Carahá em Lages

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Galos: Criação ilegal em Lages

FLAGRANTE DA POLÍCIA AMBIENTAL IDENTIFICOU MAUS TRATOS ÀS AVES. FORAM ENCONTRADOS OBJETOS E LOCAL DE RINHA

Comando de Polícia Militar Ambiental desmantelou uma operação de criação ilegal de galos e em situação de maus tratos em Lages. A ação foi realizada durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Lages.

Durante a ocorrência, também foram encontrados objetos e local de rinha para os animais (no registro à direita). Para o trabalho dos policiais ambientais, após identificado o local, o morador foi informado da ordem judicial e iniciadas as buscas de acordo com o protocolo.

O QUE FOI ENCONTRADO

No local, cujo endereço não foi informado, os policiais encontraram e apreenderam esporas de plástico, apetrechos ‘caneleira’ e capas para o transporte com a inscrição ‘galo de combate’. Conforme se observa na imagem acima, foi localizado um “rinhador”, com diâmetro de três metros, uma estrutura de “rinhador”, de mesmo diâmetro, e um aparelho celular. Na parte externa do imóvel utilizado como criatório, existia um lugar específico para criação dos galos de raça Mura Brasileiro

O espaço possuía 36 galos em baias separadas e, em outro local, oito baias com quatro galos, sendo que alguns animais apresentavam mutilações e lesões comuns a galos de briga, como nas cristas e nas barbelas.

SEM CADASTRO NA CIDASC E…

O abordado apresentou um certificado de criador da raça Galo Mura Brasileiro, expedido pela Associação Catarinense dos Criadores e Preservadores de Aves de Raça Combate, com validade até 03/2025. A guarnição acionou a Cidasc para fiscalização. Verificou-se que o homem não possuia o cadastro para a criação dos animais junto à Cidasc e a propriedade fiscalizada é localizada em perímetro urbano, sem autorização.

Diante dos fatos e os indícios que as aves são utilizadas na prática ilegal de rinha de galo, a Polícia Militar Ambiental e a Cidasc realizaram os procedimentos pertinentes conforme legislação ambiental em vigor.

Informações e fotos da Polícia Militar Ambiental de Lages

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