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Gol ligará Serra Catarinense a SP

ANÚNCIO É DO GOVERNADOR JORGINHO MELLO SOBRE O RETORNO DA SERRA À MALHA AÉREA COMERCIAL

Marcada para uma quinta-feira, 27 de novembro, a retomada de voos comerciais entre a Serra Catarinense e São Paulo. A empresa Gol Linhas Aéreas irá operar um voo três vezes por semana (quintas, terças e sábados) a partir do aeroporto de Congonhas ao de Correia Pinto. O próprio governador Jorginho Mello foi às redes sociais exteriorizar a informação que é muito bem recebida em Lages e nos demais municípios da Serra.

Ao apresentar a informação, o governador Jorginho lembrou que o Oeste está bem servido com as operações a partir de Chapecó e, da mesma forma, o litoral com operações em Jaguaruna, Florianópolis, Navegantes e Joinville, tem voos comerciais ao contrário da área central do Estado que possui um vazio em termos operacionais da malha aérea…

E diante dessa realidade, a partir de incentivos do Estado às operações de empresas como a Gol, essa iniciará em novembro o voo entre Congonhas e Correia Pinto, atendendo toda a Serra Catarinense e ainda passageiros do Alto Vale e Meio Oeste de SC.

Uma comitiva lageana desceu a Florianópolis acompanhar o anúncio foi feito pelo assessor da presidência na Gol, Comandante Alberto Fajerman, durante uma solenidade na Casa da Agronômica

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Lages: Reflexos dos 50% de Trump

INDÚSTRIAS DE LAGES JÁ TOMAM MEDIDAS DIANTE DO RISCO DO TARIFAÇO. E FIESC DIALOGA COM ALCKMIN

 “Retaliar seria o pior encaminhamento, pois ampliaria os prejuízos para a indústria. Além de tentar reduzir as tarifas, precisamos buscar alternativas como a prorrogação do prazo de início da aplicação, para que as empresas tenham fôlego para se reorganizar e buscar novos mercados”.

A pregação acima vem do dirigente ao centro do registro acima, empresário Mário Cezar de Aguiar, presidente da Fiesc. Ele liderou uma comitiva catarinense para dialogar com o Vice-Presidente da República e Ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, além da secretária de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Tatiana Prazeres.

PRESIDENTE DA FIESC DISSE MAIS…

“As palavras de ordem agora são negociar, negociar e negociar. Mesmo que as tarifas não voltem aos patamares anteriores, precisamos chegar a um nível que permita manter a relevância daquele mercado como destino das exportações catarinenses e brasileiras (…). O ministro (Alckmin) conhece os números e tem total clareza sobre a importância do tema. Reforçamos a diversidade industrial catarinense, onde as tarifas terão graves consequências, já que os Estados Unidos são o principal destino de nossas exportações”.

REFLEXOS NA SERRA CATARINENSE

Empresas de Lages que atuam na exportação (pelo menos duas delas), determinaram às áreas de produção o despacho de mercadorias até esta sexta-feira, 18. A partir da semana que vem haverá um replanejamento de atuação, aguardando os encaminhamentos diplomáticos a serem dados para tentar reduzir a tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros que adentrarem no mercado dos EUA.

Fico devendo a fonte, mas recebemos a lâmina acima com dados que dão ideia da destinação das exportações de Lages, considerando o controle oficial do Governo, tendo os Estados Unidos como líder absoluto do destino daquilo que é exportado da maior cidade da Serra Catarinense. Daí que a tarifa de 50% sobre tais produtos causa preocupação não sem razão.

SILÊNCIO DO SETOR PRODUTIVO

Apesar da realidade econômica evidenciada na lâmina acima, sobre dados de exportação de 2024, nenhuma entidade do setor produtivo de Lages exteriorizou qualquer manifestação. Reina o silêncio entre os dirigentes, talvez por não terem conseguido interpretar o reflexo da situação (em se confirmando a taxação), embora a medida repercuta na economia da paróquia também!

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A falta que faz um Centro de Eventos

ALÉM DE NÃO TER UM PARQUE DE EXPOSIÇÕES PRÓPRIO, O MUNICÍPIO DE LAGES ‘ABDICOU’ TER CENTRO DE EVENTOS MUNICIPAL

Em meados da primeira década do século quando Luiz Henrique da Silveira era governador, ele implementou uma ação de governo para construir centros de eventos. Boa parte dos municípios catarinenses apresentou projeto, acessou recursos e construiu estruturas próprias. Exemplo disso aqui na Serra Catarinense é de municípios como Correia Pinto, Campo Belo do Sul, Cerro Negro, Cerrito e vários outros que ‘ganharam’ seus centros de eventos próprios. Lages, numa resistência inexplicável ao aceno do então governador LHS deu de costas e não quis o investimento. Resultado: a cidade não possui um centro de eventos municipal e precisa gastar para executar seus eventos.

DOIS EXEMPLOS DE GASTOS

A prefeitura de Lages está contratando o Centroserra para realizar eventos, por não dispor de espaço para isso. Para um pacote de quatro eventos da Secretaria da Educação (Dia do Professor, XIX Congresso da Educação, Formatura do Proerd e Devolutivas de Projetos da Educação) vai pagar R$ 107.400,00 a título de locação. E para utilizar o mesmo Centroserra durante o Parajasc (16 a 20 de setembro), os cofres municipais desembolsarão mais R$ 102.000,00.

Registro que fizemos há uns 10 anos do local onde se situa o Centroserra. Observe-se que não existe nenhuma ilegalidade no município locar o espaço para seus eventos. A questão reside apenas no fato deque Lages poderia ter construído (com recursos estaduais) seu próprio Centro de Eventos e não o fez por picuinhas políticas.

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Diabete: Prefeito supera complicação

PREFEITO DE BOCAINA DO SUL RECEBEU ALTA HOSPITALAR E RETORNA ÀS ATIVIDADES APÓS AMPUTAÇÃO DE DEDO

O próprio prefeito João Eduardo Della Justina (Duduca) fez questão de exteriorizar seu quadro clínico para não pairar dúvidas ou comentários por desconhecimentos. Exatamente no dia que Bocaina do Sul comemorava aniversário (emancipação de Lages em 16 de julho de 1994), ele confirmava ter recebido alta do Hospital Tereza Ramos. Ali fora internado para resolver um problema decorrente do agravamento do diagnóstico de diabete, onde foi necessário amputar um dedo do pé esquerdo. “Estamos recuperado e pronto para retornar às atividades”, confirmou Duduca que já enfrenta as consequências do quadro de diabete desde o primeiro mandato.

Duduca nesse registro do ano passado (direita) ao lado da entao deputada Carmen Zanotto e a vice de Bocaina, a advogada Alice Pessoa. O prefeito perdeu peso e enfrentou complicações decorrentes do diagnóstico, mas basta agora manter os cuidados e as restrições decorrentes da doença que é possível levar uma vida quase normal.

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45.317 veículos sem licenciamento

DADOS DE LAGES SÃO DO PORTAL DO DETRAN E SEGUEM A MÉDIA ESTADUAL ONDE UM EM CADA TRÊS VEÍCULOS ESTÁ COM LICENCIAMENTO ATRASADO

É preciso exteriorizar os dados sem dar a impressão que é uma realidade isolada de Lages. Santa Catarina por exemplo, possui uma frota (licenciada no Estado) de 6.442.054 veículos. E desses, há impressionantes 1.894.881 com licenciamento atrasado. Por município, a maior frota está em Joinville com seus 491.358 veículos dos quais 168.698 estão com licenciamento atrasado. É nessa mesma toada que aparece a realidade de Lages com um veículo com documentação vencida (licenciamento) para cada três emplacados na cidade.

NÚMEROS DE LAGES

Esse é o dado oficial do Detran/SC referente ao último dia útil de junho de 2025 sobre a frota na maior cidade da Serra Catarinense. Os números indicam ainda que, desses 133.425 veículos que foram emplacados em Lages, há 45.317 veículos com licenciamento atrasado.

ENTENDAMOS QUE…

Esse ‘licenciamento atrasado’ não significa que o proprietário deixou de ‘emplacar’ apenas no primeiro semestre deste ano (ou no intervalo de um ano). Podemos ter a realidade de veículos que há mais de um ano não passaram pelo sistema de licenciamento.

CURIOSIDADES NA SERRA CATARINENSE

Os dados do Detran/SC permitem conferir também a frota licenciada nos demais municípios da Serra. Nesse sentido, a realidade aponta que se segue a mesma relação populacional onde, a segunda maior cidade, São Joaquim, também tem a segunda maior frota da região com 20.702 veículos dos quais 7. estão com licenciamento atrasado. Foge um pouco dessa média de um veículo com documento em atraso para cada dois devidamente licenciados o município de Cerro Negro. Ali há 2.184 veículos emplacados no município. E desses, um total de 966 não têm licenciamento. A menor frota de veículos na região da Amures está em Painel que possui 1.303 veículos, dos quais 451 veículos estão com licenciamento atrasado.

Painel tem a menor frota da Serra Catarinense e mantém a média de um veículo com documentos em atrso para cada dois veículos licenciados regularmente.

Fonte: Detran/SC

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Estado ‘salva’ a Festa do Pinhão

NÃO FOSSEM OS R$ 2 MILHÕES DO GOVERNO DO ESTADO A PREFEITURA PRECISARIA APORTAR MAIS DE R$ 3 MILHÕES

Salve Jorge! Sim, Jorginho Mello, no caso.

Foi ele que, ao aportar R$ 2 milhões na Festa do Pinhão – valor que nem quando Colombo era governador foi viabilizado pelo Estado – conseguiu equilibrar arrecadação e despesas, permitindo que o investimento do município ficasse na casa de R$ 1.300.000,00. A prefeitura informa de maneira oficial que foi o menor aporte dos cofres públicos das últimas edições, embora não se saiba quais foram os valores reais gastos nas festas recentes e pretéritas.

O cheque salvador que bancou 40% dos custos do evento foi o diferencial do apoio financeiro viabilizado pelo governador Jorginho

BALANÇO FINANCEIRO

Secretário da Fazenda, Evandro Frigo, informou sobre os ‘aproximadamente’ R$ 5.200.000,00 que totalizaram os gastos desta edição. Disse que, além do aporte do Estado, houve arrecadação de R$ 1.600.000,00 em patrocínios, outros R$ 160 mil da licitação para a venda da bebida no Tio Vida. Há um floreio para apresentar a edição como grande sucesso, mas na verdade foi uma edição de superação, considerando até a hipótese de não ocorrer, além da ausência da iniciativa privada para pagar shows melhores que atraísse público (turistas).

Secretário da Fazenda e os números de ‘uma festa barata’, mas que priorizou (e atendeu), predominantemente o público lageano

FESTA SEM TURISTA

Foi a edição com a menor presença de visitantes de outras partes do Estado e do País. Aquela muvuca que a cidade se transformava entre a quarta-feira, véspera de feriado, e o sábado, não se registrou neste ano. Aliás, embora o foco tenha sido a Festa do Pinhão para o lageano, shows com menos de 100 pessoas na frente do palco no Calçadão e espaços não ocupados no próprio estádio, ilustram a realidade de que o próprio público local não foi em grande quantidade ao evento. Esperava-se mais, até porque a prefeitura, o poder público, fez sua parte.

Trio Ternura – Além do aporte de R$ 1,3 milhão da prefeitura na Festa, que se constitui um valor relativamente baixo, diante da possibilidade e do risco dos cofres públicos bancarem o evento – e isso é positivo -, registre-se o tino de gestão do trio acima. Ana Vieira, Varla Zonatto e Carmen Zanotto lideraram o planejamento que, de fato, resgatou e reforçou a cultura da Festa e tentou atrair mais os lageanos, embora a resposta – pelos números – nao foi de presença tão expressiva.

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