Geral

A falta que faz um Centro de Eventos

ALÉM DE NÃO TER UM PARQUE DE EXPOSIÇÕES PRÓPRIO, O MUNICÍPIO DE LAGES ‘ABDICOU’ TER CENTRO DE EVENTOS MUNICIPAL

Em meados da primeira década do século quando Luiz Henrique da Silveira era governador, ele implementou uma ação de governo para construir centros de eventos. Boa parte dos municípios catarinenses apresentou projeto, acessou recursos e construiu estruturas próprias. Exemplo disso aqui na Serra Catarinense é de municípios como Correia Pinto, Campo Belo do Sul, Cerro Negro, Cerrito e vários outros que ‘ganharam’ seus centros de eventos próprios. Lages, numa resistência inexplicável ao aceno do então governador LHS deu de costas e não quis o investimento. Resultado: a cidade não possui um centro de eventos municipal e precisa gastar para executar seus eventos.

DOIS EXEMPLOS DE GASTOS

A prefeitura de Lages está contratando o Centroserra para realizar eventos, por não dispor de espaço para isso. Para um pacote de quatro eventos da Secretaria da Educação (Dia do Professor, XIX Congresso da Educação, Formatura do Proerd e Devolutivas de Projetos da Educação) vai pagar R$ 107.400,00 a título de locação. E para utilizar o mesmo Centroserra durante o Parajasc (16 a 20 de setembro), os cofres municipais desembolsarão mais R$ 102.000,00.

Registro que fizemos há uns 10 anos do local onde se situa o Centroserra. Observe-se que não existe nenhuma ilegalidade no município locar o espaço para seus eventos. A questão reside apenas no fato deque Lages poderia ter construído (com recursos estaduais) seu próprio Centro de Eventos e não o fez por picuinhas políticas.

Compartilhe
Continue Reading
Geral

Diabete: Prefeito supera complicação

PREFEITO DE BOCAINA DO SUL RECEBEU ALTA HOSPITALAR E RETORNA ÀS ATIVIDADES APÓS AMPUTAÇÃO DE DEDO

O próprio prefeito João Eduardo Della Justina (Duduca) fez questão de exteriorizar seu quadro clínico para não pairar dúvidas ou comentários por desconhecimentos. Exatamente no dia que Bocaina do Sul comemorava aniversário (emancipação de Lages em 16 de julho de 1994), ele confirmava ter recebido alta do Hospital Tereza Ramos. Ali fora internado para resolver um problema decorrente do agravamento do diagnóstico de diabete, onde foi necessário amputar um dedo do pé esquerdo. “Estamos recuperado e pronto para retornar às atividades”, confirmou Duduca que já enfrenta as consequências do quadro de diabete desde o primeiro mandato.

Duduca nesse registro do ano passado (direita) ao lado da entao deputada Carmen Zanotto e a vice de Bocaina, a advogada Alice Pessoa. O prefeito perdeu peso e enfrentou complicações decorrentes do diagnóstico, mas basta agora manter os cuidados e as restrições decorrentes da doença que é possível levar uma vida quase normal.

Compartilhe
Continue Reading
Geral

45.317 veículos sem licenciamento

DADOS DE LAGES SÃO DO PORTAL DO DETRAN E SEGUEM A MÉDIA ESTADUAL ONDE UM EM CADA TRÊS VEÍCULOS ESTÁ COM LICENCIAMENTO ATRASADO

É preciso exteriorizar os dados sem dar a impressão que é uma realidade isolada de Lages. Santa Catarina por exemplo, possui uma frota (licenciada no Estado) de 6.442.054 veículos. E desses, há impressionantes 1.894.881 com licenciamento atrasado. Por município, a maior frota está em Joinville com seus 491.358 veículos dos quais 168.698 estão com licenciamento atrasado. É nessa mesma toada que aparece a realidade de Lages com um veículo com documentação vencida (licenciamento) para cada três emplacados na cidade.

NÚMEROS DE LAGES

Esse é o dado oficial do Detran/SC referente ao último dia útil de junho de 2025 sobre a frota na maior cidade da Serra Catarinense. Os números indicam ainda que, desses 133.425 veículos que foram emplacados em Lages, há 45.317 veículos com licenciamento atrasado.

ENTENDAMOS QUE…

Esse ‘licenciamento atrasado’ não significa que o proprietário deixou de ‘emplacar’ apenas no primeiro semestre deste ano (ou no intervalo de um ano). Podemos ter a realidade de veículos que há mais de um ano não passaram pelo sistema de licenciamento.

CURIOSIDADES NA SERRA CATARINENSE

Os dados do Detran/SC permitem conferir também a frota licenciada nos demais municípios da Serra. Nesse sentido, a realidade aponta que se segue a mesma relação populacional onde, a segunda maior cidade, São Joaquim, também tem a segunda maior frota da região com 20.702 veículos dos quais 7. estão com licenciamento atrasado. Foge um pouco dessa média de um veículo com documento em atraso para cada dois devidamente licenciados o município de Cerro Negro. Ali há 2.184 veículos emplacados no município. E desses, um total de 966 não têm licenciamento. A menor frota de veículos na região da Amures está em Painel que possui 1.303 veículos, dos quais 451 veículos estão com licenciamento atrasado.

Painel tem a menor frota da Serra Catarinense e mantém a média de um veículo com documentos em atrso para cada dois veículos licenciados regularmente.

Fonte: Detran/SC

Compartilhe
Continue Reading
Geral

Estado ‘salva’ a Festa do Pinhão

NÃO FOSSEM OS R$ 2 MILHÕES DO GOVERNO DO ESTADO A PREFEITURA PRECISARIA APORTAR MAIS DE R$ 3 MILHÕES

Salve Jorge! Sim, Jorginho Mello, no caso.

Foi ele que, ao aportar R$ 2 milhões na Festa do Pinhão – valor que nem quando Colombo era governador foi viabilizado pelo Estado – conseguiu equilibrar arrecadação e despesas, permitindo que o investimento do município ficasse na casa de R$ 1.300.000,00. A prefeitura informa de maneira oficial que foi o menor aporte dos cofres públicos das últimas edições, embora não se saiba quais foram os valores reais gastos nas festas recentes e pretéritas.

O cheque salvador que bancou 40% dos custos do evento foi o diferencial do apoio financeiro viabilizado pelo governador Jorginho

BALANÇO FINANCEIRO

Secretário da Fazenda, Evandro Frigo, informou sobre os ‘aproximadamente’ R$ 5.200.000,00 que totalizaram os gastos desta edição. Disse que, além do aporte do Estado, houve arrecadação de R$ 1.600.000,00 em patrocínios, outros R$ 160 mil da licitação para a venda da bebida no Tio Vida. Há um floreio para apresentar a edição como grande sucesso, mas na verdade foi uma edição de superação, considerando até a hipótese de não ocorrer, além da ausência da iniciativa privada para pagar shows melhores que atraísse público (turistas).

Secretário da Fazenda e os números de ‘uma festa barata’, mas que priorizou (e atendeu), predominantemente o público lageano

FESTA SEM TURISTA

Foi a edição com a menor presença de visitantes de outras partes do Estado e do País. Aquela muvuca que a cidade se transformava entre a quarta-feira, véspera de feriado, e o sábado, não se registrou neste ano. Aliás, embora o foco tenha sido a Festa do Pinhão para o lageano, shows com menos de 100 pessoas na frente do palco no Calçadão e espaços não ocupados no próprio estádio, ilustram a realidade de que o próprio público local não foi em grande quantidade ao evento. Esperava-se mais, até porque a prefeitura, o poder público, fez sua parte.

Trio Ternura – Além do aporte de R$ 1,3 milhão da prefeitura na Festa, que se constitui um valor relativamente baixo, diante da possibilidade e do risco dos cofres públicos bancarem o evento – e isso é positivo -, registre-se o tino de gestão do trio acima. Ana Vieira, Varla Zonatto e Carmen Zanotto lideraram o planejamento que, de fato, resgatou e reforçou a cultura da Festa e tentou atrair mais os lageanos, embora a resposta – pelos números – nao foi de presença tão expressiva.

Compartilhe
Continue Reading
Geral

SC: Mais de 8.000 moradores de rua

ESTADO TEM MAIS DE 8.000 PESSOAS VIVENDO NAS RUAS. PROJETO DO DEPUTADO JÚLIO GARCIA QUER DAR DIRETRIZ PARA TRATAR QUESTÃO

Santa Catarina debate muito, mas não possuí políticas públicas efetivas de tratamento da questão de pessoas moradoras de rua. Nesse sentido, o deputado Júlio Garcia (PSD), protocolou o projeto de lei 469/2025. A norma institui a Política Estadual de Superação da Situação de Rua no Estado de Santa
Catarina. O texto orienta sobre procedimentos e chama a responsabilidade os entes federados para dar solução – ou pelo menos amenizar o problema – a partir de ações práticas.

DADOS QUE CHAMAM A ATENÇÃO

Ao justificar o projeto de lei, o deputado Júlio Garcia cita que entre 2012 e 2022 (uma década) a população brasileira cresceu 11%. Mas as pessoas em situação de rua no País apresentou um aumento de 211%. Os índices se referem a tal período, não considerando, portanto, os últimos dois anos e meio onde a situação se agravou ainda mais.

NÚMEROS DE SANTA CATARINA

Ainda de acordo com os dados apresentados por Garcia, considerando números do CADÚnico, entre 2016 e 2023, o número de pessoas em situação de rua aumentou de 1.174 para 8.824 em Santa Catarina. Significa ue há mais moradores de rua no Estado que a população de muitas das cidades da Serra Catarinense. “Aqui no Estado, 75% da população em situação de rua está concentrada em 12 municípios e quase 40% residem apenas em duas cidades: Florianópolis e Joinville”, aponta o texto justificativo do projeto.

AINDA SOBRE OS DADOS

As informações apontam que nesse contingente de 8.824 pessoas em situação de rua no Estado, quase 50% está nessa condição há menos de seis meses. “O que aponta para um alto fluxo
de entrada”. O deputado Júlio Garcia cita que esse dado, por si só, demonstra a necessidade urgente de intervenções preventivas junto a famílias em risco. E o parlamentar cita que:

“Diante desse quadro, se impõe a ação do Poder Legislativo no que lhe cabe. A proposta tem como finalidade estabelecer, em nível estadual, um marco normativo para a formulação e execução de ações voltadas à superação da situação de rua, inspirando-se em experiências bem-sucedidas em alguns municípios”.

Deputado Júlio Garcia e a ideia de contribuir com ações práticas, através de um texto normatizador, com a problemática dos moradores de rua em SC

Compartilhe
Continue Reading
Geral

Nixon: ‘Vencemos a meningite’

VEREADOR LAGEANO RECEBE ALTA HOSPITALAR DEPOIS DE PERMANECER NA UTI POR QUADRO DE MENINGITE

“Estou bem. Estou em casa. Vencemos a meningite”. Com a voz meio embargada, as palavras abriram um vídeo feito pelo vereador Nixon de Oliveira, o mais votado do Partido Liberal em Lages. Acometido de um diagnóstico de meningite, ele acabou não só sendo submetido a internamento hospitalar, como permaneceu na UTI por alguns dias. Um pouco debilitado, até por causa dos reflexos da doença e do internamento, Nixon agradeceu as orações, assim como doações de sangue. Ele deve ficar 60 dias se recuperando, inclusive precisando até reaprender a andar e superar outras sequelas decorrentes da doença.

Com o mascote Pingo do lado, o vereador Nixon reaparece depois de superar um quadro complicado de meningite

O comparativo entre os dois registro fotográficos (em sessão na Câmara e pós-alta hospitalar) confirma que a doença foi bastante agressiva. Mas nada que Nixon não supere. Força!

Compartilhe
Continue Reading