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Governo do Estado se instala na Serra

AÇÃO INÉDITA LIDERADA POR JORGINHO MELLO FOCA AÇÕES QUE PROMOVEM PRINCIPALMENTE O TURISMO

Nesses dois últimos dias úteis da semana o governador Jorginho Mello implementa uma ação (que havia anunciado na Festa do Pinhão) para evidenciar a ideia prática de descentralizar a presença do Governo do Estado no interior. Iniciando às 13h pela agenda no Mirante da Serra do Rio do Rastro em Bom Jardim da Serra, onde lança o edital para concessão daquele local à iniciativa privada, vários atos integram essa presença do governo na Serra Catarinense.

BOM JARDIM, URUPEMA

LAGES E SÃO JOAQUIM

A instalação do Governo do Estado na Serra Catarinense inclui visita em escola e inauguração de estrutura da Casan em Urupema, ainda a implementação de uma parceria entre serviço aéreo da PM em Lages com o SAMU e mais os atos previstos para a sexta-feira, 21. Propósito não é apenas dar a sensação das ações do Estado mais próximo dos municípios, mas efetivamente executar atos que demonstrem isso. Além dos chamados encaminhamentos estruturantes, o foco se volta especialmente ao turismo, incluindo agenda em São Joaquim.

O registro acima é de 24 de maio na abertura da Festa do Pinhão. Depois, no dia 03 de junho, o governador esteve inaugurando a emergência do Hospital Tereza Ramos e, menos de três semanas depois, estará novamente em Lages nesta quinta-feira, 20, para assinar ato de parceria para implementar respostas rápidas na área da saúde (equipe do Águia 04 e Samu).

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O futuro da ‘Serra Catarinense’ no PAT

PLANO DE ACELERAÇÃO TERRITORIAL ESTÁ SENDO PLANEJADO PARA ESTABELECER UM RUMO DE CRESCIMENTO À REGIÃO

Se o Governo Federal tem o seu PAC, nada impede que a Serra Catarinense faça uma versão regionalizada de um Plano de Aceleração. No caso, o PAT – Plano de Aceleração Territorial. Trata-se de um conjunto de ideias que dependerá muito de entidades e sociedade civil para ir além. Mas os passos nesse sentido estão sendo dados.

Nesta metade de semana foi apresentado pelo Fórum das Entidades Empresariais uma síntese daquilo que se propõe o referido Plano de Aceleração.

LINHA DE ATUAÇÃO

“Qual o futuro da região e como quer promover o desenvolvimento socioeconômico por meio de estratégia de inovação?” Essa seria a ponderação a ser respondida, segundo apontou Raiane Macedo, Executiva do Grupo de Trabalho do Plano de Aceleração Territorial.

“Esse plano nos dará um norte para o que queremos da nossa cidade e de nossa região”, cita o coordenador do Fórum das Entidades Empresariais, Jeferson Rodrigo de Oliveira, que aparece ao centro no registro entre Fabiano Ventura e Antonio Wiggers, cujas entidades que representam integram o Fórum.

IDENTIFICAÇÃO PARA MELHOR LOCALIZAÇÃO

Longe da gente corrigir quem deve estar trabalhando há tempos para formatar o referido plano. Entretanto, há uma cruzada para riscar o termo ‘região serrana’ do vocabulário. Ideia é fazer referência a esta parte do Estado como Serra Catarinense. Até o Planalto Serrano do aeroporto de Correia Pinto foi retirado para reforçar essa identidade, inclusive porque região serrana tem até o Ceará. Logo, ao se estabelecer um plano de desenvolvimento regional, que isso foque a Serra Catarinense, que só existe uma, esta onde vivemos.

Raiane Macedo, Executiva do Grupo de Trabalho do Plano de Aceleração Territorial, discutindo o que se quer do futuro da Região Serrana (sic!)

ATO SEQUENCIAL

Durante a apresentação do Plano de Aceleração, todos os representantes de entidades presentes se manifestaram na reunião e foram favoráveis a implementação do Plano de Aceleração Territorial. No workshop Visão de Futuro, dia 03 de julho, a partir das 18h30 (no Centroserra), os representantes das entidades assinarão o pacto com vistas a construção de projetos e programas com metas claras, que promovam o desenvolvimento de Lages e da Serra Catarinense.

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O exemplo que vem de São Joaquim

MUNICÍPIO DECRETOU O FIM DO TRÁFEGO DE CAMINHÕES PESADOS EM ESTRADAS DO INTERIOR NOS DIAS DE CHUVA

O escoamento de toras de reflorestamentos nos confins da Serra Catarinense tem gerado uma dor de cabeça sem tamanho para agentes públicos. Os prefeitos ficam em um fundo de guampa porque, não impedindo o tráfego nos dias de chuva e imediatamente após o aguaceiro, acabam vendo as estradas se tornarem um caos, um horror. Mas se proibirem, afetam a atividade econômica para quem vende, quem transporta e os que compram a madeira.

SÃO JOAQUIM RADICALIZA

Porque entende que é possível planejar e fazer o escoamento em dias com tempo bom, o prefeito Giovani Nunes não foi para o fundo de guampa e reforçou, via decreto, a proibição do tráfego de veículos pesados, especialmente os carregados com toras, em estradas rurais do município. O decreto está em vigor e o município tem o poder/dever de disciplinar o assunto. As sanções àqueles que forem flagrado ignorando a proibição, estão previstas no documento assinado pelo prefeito.

Retratos que a assessoria de São Joaquim compartilha para dar ideia no que viram as estradas que recebem tráfego pesado em dias de chuva. Não tem manutenção que aguente!

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Gaeco busca papéis em Rio Rufino

SERIAM DOCUMENTOS REFERENTES À ADMINISTRAÇÃO ANTERIOR (ANO DE 2019)

A prefeitura de Rio Rufino foi a única da Amures a entrar no radar da Operação Fundraising desencadeada numa fase complementar pelo Gaeco. Ao todo foram 23 prefeituras visitadas com cumprimento de mandados de busca e apreensão, prisão preventiva e afastamento de funções.

SEGUNDO O MP/SC…

A operação busca desarticular possível organização criminosa, capitaneada por grupo empresarial, suspeita de praticar ilícitos contra a Administração Pública. Agiriam os suspeitos visando desviar recursos públicos e fraudar licitações. “Suas ações estariam buscando recrutar agentes públicos e particulares com o fim de obter ganhos ilícitos em prejuízo ao patrimônio público”. De acordo com a investigação, o grupo criminoso atuaria com a finalidade de direcionar processos licitatórios em diversos municípios do Estado.

EM RIO RUFINO

A presença dos agentes do Gaeco no clarear do dia da quarta-feira, 18, buscou levantar documentos para integrar a investigação. A ação não guardaria relação com os atuais agentes públicos que administram o município, remetendo a fatos do ano de 2019.

Registro dos investigadores no gabinete de uma das prefeituras visitadas durante a quarta-feira, 18

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Strasser (GTS) receberá Mérito Industrial

INICIATIVA É DA FIESC QUE RECONHECE COM A HONRARIA CINCO INDUSTRIAIS DO ESTADO

Na sexta-feira, 21, pela manhã, tem lugar na sede da maior entidade empresarial de Santa Catarina a entrega da Ordem do Mérito Industrial. Trata-se de uma honraria que a Fiesc concede todos os anos aos empresários que se destacam nas diferentes regiões do Estado.

Um dos cinco homenageados nesta semana é o gaúcho Assis Strasser, manager da GTS, empresa de implementos agrícolas diferenciados que, a partir de Lages atua em todo o Brasil e em vários países.

HISTÓRICO DE STRASSER

Natural da cidade gaúcha de Não Me Toque, o empresário Assis Strasser nasceu em 1960 em uma família ligada ao trabalho no campo. Residindo em Campo Belo do Sul, no ano de 1994 a família decidiu inovar e unificar os espaçamentos das culturas feijão, soja e milho. Com isso, surgiu um novo desafio: desenvolver uma plataforma para colher milho dentro dos novos parâmetros da lavoura. Autodidata e comunicador nato, Assis Strasser criou a GTS do Brasil no ano 2000, em sociedade com os irmãos e dois sócios argentinos.

TRANSFORMAÇÃO

A empresa, focada na fabricação de máquinas e implementos agrícolas, é pioneira no desenvolvimento de plataformas de colheita de milho em alumínio. Em 2004, a fábrica migrou para Lages. Em 2001 e 2006, os irmãos compram a participação dos sócios argentinos e em 2014, Assis e a sua então esposa, Gilvana Strasser, compram a parte dos irmãos e segue formada e dirigida pelos dois sócios remanescentes, juntamente com o time de gestores.

30 PAÍSES E MAIS

Hoje a empresa exporta para mais de 30 países e já planeja a sua internacionalização com a construção de uma unidade fabril nos Estados Unidos. A GTS emprega cerca de 560 colaboradores diretos e mais 3 mil indiretos, trabalhando na vertente de uma gestão humanizada, atendendo, cuidando, formando e valorizando as pessoas.

Gilvana e Assis Strasser no ano passado recebendo reconhecimento entre os melhores do Agro no Brasil, na modalidade implementos agrícolas

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Policiais vão a juri popular em Lages

DECISÃO PELA PRONÚNCIA CONFIRMANDO ESSA MODALIDADE DE JULGAMENTO FOI TOMADA PELO JUDICIÁRIO

“Ninguém tem carta branca para matar outra pessoa por não gostar do seu histórico. Todos têm direito a um julgamento justo e proporcional aos atos cometidos, com base na lei, e quem ignora isso sujeita-se a enfrentar as consequências”.

As palavras acima são da Promotora de Justiça Rafaela Póvoas Cardozo Lehmann (acima atuando na acusação durante julgamento em Lages). Ela atua no caso do homem que teria sido morto por três policiais militares em conluio com uma quarta pessoa que teria sido vítima de furto do homem que fora assassinado. Lehmann reforça o posicionamento que, em nenhuma circunstância, é dado a qualquer pessoa o direito de fazer justiça com as próprias mãos.

SOBRE O EPISÓDIO

No próximo dia 1º de julho vão completar 5 anos (foi em 2019) que um cadáver foi encontrado boiando nas margens do rio Caveiras, na altura da ponte da antiga BR-2 em Lages. A identificação foi rápida porque o homem tinha várias passagens pela polícia. Em um vídeo o morto confessava um furto, e a sequência das investigações levou o MP/SC a denunciar o homem que fez a gravação, além de dois policiais militares (homens) e uma policial militar, todos por homicídio.

AINDA A RESPEITO

No processo consta que antes de ser encontrado morto nas águas do Caveiras, o homem foi preso em flagrante por furto no bairro Vila Nova. Ao invés de ser levado à Delegacia da Polícia Civil, acabou sendo levado à casa onde teria praticado o delito. O homem teria sido torturado e assassinado no quintal da residência e os policiais inserido informações falsas no sistema da PM para passar a impressão de que o detido havia fugido.

DESDOBRAMENTO

A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Lages ofereceu denúncia contra o dono da casa onde teria ocorrido o crime e os três policiais. Todos aguardam o desenrolar do processo em liberdade, mas o Poder Judiciário decidiu pela pronúncia dos acusados (isso significa que os quatro irão a júri popular pela prática de crime contra a vida). Os quatro são acusados de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. As qualificadoras citadas na denúncia são o motivo torpe (vingança), o recurso que dificultou a defesa da vítima (superioridade numérica) e o meio cruel (sofrimento).

Essa imagem é meramente ilustrativa do ambiente do Tribunal do Júri em Lages onde acontecerá, em data ainda a ser marcada, o julgamento dos três policiais e do quarto pronunciado no referido crime

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