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S. Joaquim: Sinal verde ao aeroporto

TÉCNICOS CONFIRMAM ATENDIMENTO DE REQUISITOS PARA QUE A ESTRUTURA RECEBA POUSOS E DECOLAGENS

Conversava com o empresário José Cleiton Fávero Letti (da empresa ZEH Imóveis) que tem unidade em Urubici, quando ele comentava da importância do aeroporto de São Joaquim em funcionamento. São pouco menos de 50 km do município que mais se desenvolve no turismo da Serra, permitindo mobilidade importante a empresários, investidores e turistas. E a perspectiva para que o referido aeroporto atenda São Joaquim, Bom Jardim e Urubici vai se tornando realidade.

NOTÍCIA DESTA SEMANA

Começou com um Nunes e será colocado para funcionar com outro Nunes. Coube ao então prefeito Ismael Nunes (que dá nome ao aeroporto), a compra do terreno em 1951. Agora o prefeito Giovani Nunes lidera a tomada de providências (obras, ações complementares) e os técnicos da Secretaria de Estado de Portos e Aeroportos, juntamente com técnicos da ANAC apresentaram o veredito: o aeroporto receberá nos próximos dias a homologação para pousos e decolagens por atender todos os requisitos técnicos e de segurança.

DIZ A INFORMAÇÃO OFICIAL

“A homologação deverá ser confirmada nos próximos dias, já que as conferências dos técnicos sinalizaram positivamente, permitindo que o aeroporto receba voos de aeronaves de pequeno porte e voos executivos, incluindo modelos como o Cessna Grand Caravan“.

Abaixo de mau tempo os técnicos da ANAC naquele olhar criterioso para conferir se a estrutura atende os requisitos para operacionalização

A pista tem 1.050 metros de cumprimento e 30 metros de largura, estando em uma altitude de 1.360 metros. O aeroporto de situa próximo a rodovia que liga São Joaquim a Bom Jardim. Asfaltamento, sinalização, cercas e acesso, além da limpeza da vegetação próxima. Tudo integrou a série de providências para a homologação da pista.

O RELATO DO PREFEITO GIOVANI NUNES

“É uma conquista e tanto para São Joaquim. Um terreno que foi comprado em 1951 pelo ex-prefeito Ismael Nunes e que teve o ex-prefeito Rogério Tarzan como o ousado construtor de uma pista de pouso que recebeu presidentes da República como Ernesto Geisel em 1978 e, posteriormente, João Figueiredo e José Sarney, que pousaram em sua pista de terra com um Avião Búfalo da Força Aérea. Então, desde 1992, quando o presidente Fernando Collor de Mello foi o último a estar em um voo oficial, o aeroporto estava inoperante. Muitas pessoas contribuíram ao longo dos anos, mas agora só temos a comemorar. Nasce um novo aeroporto em São Joaquim, que, embora ainda humilde, trará muito desenvolvimento e progresso para nossa cidade”.

De Nunes para Nunes: O aeroporto cujo terreno foi comprado em 1951 pelo então prefeito Ismael Nunes, agora deverá ser homologado na atuação liderada por Giovani Nunes, o atual prefeito.

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Guard Rail: R$ 2 milhões na conta

DINHEIRO DA EMENDA DO DEPUTADO LUCAS NEVES CHEGOU AOS COFRES DA PREFEITURA PARA IMPLANTAÇÃO DAS DEFENSAS METÁLICAS

Se o problema de acidentes na Avenida Carahá é a falta de defensas metálicas (guard rail), foi dado um passo efetivo para a resolutividade. Deputado Lucas Neves (Podemos) confirma a liberação e depósito do montante de R$ 2 milhões de emenda impositiva que o parlamentar indicou para a implantação de 7 km de estruturas metálicas. O dinheiro chegou à conta da prefeitura de Lages na segunda-feira, 17.

Deputado Lucas Neves quando de uma constatação in loco da situação da Avenida Carahá que terá o reforço de segurança através das denfesas metálicas (guard rail). A celeridade da implantação das estruturas depende apenas dos encaminhamentos de licitação da prefeitura. O dinheiro para implantar 7 km de defensas metálicas já está na conta!

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Coxilha Rica precisa da Alesc. Mas…

PARLAMENTARES PODEM AJUDAR A PRESERVAR TRAÇOS CULTURAIS E HISTÓRICOS DA COXILHA RICA. PORÉM, DE OUTRA FORMA!

Inevitavelmente a postura do deputado Ivan Naatz em defender a proibição do plantio de pinus elliottii na Coxilha Rica repercute. Um pouco pelo engessamento naquela região, porém, mais pelo fato de que uma legislação do gênero não irá se limitar a tal área do território catarinense. Daqui a pouco a proibição se estenderá por outras partes do Estado, numa intromissão sem precedentes.

DEPUTADO CERTO NO TEMA ERRADO

Da mesma forma se visualiza que a própria cruzada de Ivan Naatz poderia ajudar a Coxilha Rica de outra forma. Há legislação sendo aguardada para resguardar, de fato, monumentos culturais e históricos dessa região. É o caso dos corredores das tropas que, não apenas pinus deve ser proibido no seu trajeto, mas a própria intromissão humana, derrubando taipas e descaracterizando a passagem dos antigos tropeiros. Da mesma forma, um projeto poderia criar roteiro protegido de acesso ao Passo Santa Vitória, ao cemitério dos Ramos e assim por diante. Naatz pode ser o deputado certo para, de fato, proteger a Coxilha Rica. Mas não engessar da maneira como pretende.

Olha, deputado! Isto se constitui o corredor das tropas que, de fato, precisa de proteção. E de normas que garantam tal proteção. Os corredores fde pedra, formando belas taipas ficam na Coxilha Rica…

E este é um retrato de divulgação da Coxilha Rica, deputado! Note que se perde de vista o horizonte de campos e não há aquela imensidão de reflorestamento de pinus elliottii, conforme vossa preocupação!

‘PELO FIM DO ABATE DOS MARRECOS’

Na participação da nossa audiência da Hora da Corneta na Clube FM houve ouvinte apontando que temos um deputado de Blumenau querendo legislar sobre um tema que passa a impressão que ele não domina em âmbito de Lages. Observou que, não comparando, seria como Lucas Neves (um deputado de Lages) estabelecendo um projeto para proibir venda de bebida de álcool na Oktoberfest porque tal prática atentaria aos bons costumes. Ou outro deputado lageano, Marcius Machado, entrar com projeto para proibir abate de marreco, ave de um dos mais tradicionais pratos da cultura e da culinária blumenauense. Ou seja, a intromissão de uma região na outra, embora não seja proibido que um deputado do litoral legisle sobre o interior, deveria ser avaliado com mais cautela.

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Coxilha Rica: Naatz versus Pinus

DEPUTADO FALA NA CLUBE FM SOBRE O PROJETO DE LEI QUE TRAMITA NA ALESC E PROÍBE PLANTIO

Tanto no projeto de lei quanto na fala do deputado Ivan Naatz (PL), cita-se o propósito de proibir do plantio de pinus elliottii na Coxilha Rica. Talvez por ignorância (não no sentido de burrice, mas de desconhecimento), quando se lança a ideia de especificar a proibição da variedade elliottii significaria que o pinus taeda poderia ser plantado.

NAATZ IRONIZA SOBRE

GERAÇÃO DE EMPREGOS

Na verdade quando se contexta o projeto, não se refere apenas ao plantio em si, mas a cadeia produtiva gerada pela atividade. Nisso se inclui além do plantio, o manejo do reflorestamento, o corte, transporte e manufatura da madeira nas indústrias tanto da Serra quanto do Alto Vale e de outras partes do Estado e do País, para onde vai a tora do pinus. Naatz ironiza:

“Deve ter muito emprego lá na Coxilha Rica. Deve ter muito emprego lá para quem planta pinus. Deve ser uma coisa extraordinária. Deve ter milhares de empregos lá. Eu não tenho dúvida que proibir de plantar pinus na Coxilha Rica, nós vamos deixar muita gente desempregada… Eu fico até assustado com o número de pessoas que vão (sic!) ficar desempregadas se não plantar mais pinus na Coxilha Rica. Uma coisa que vai fechar o comércio de Santa Catarina. Vai acabar a fila da sopa… vai acabar a fila da sopa em Lages”.

‘INGERÊNCIA’ POLÍTICA

Durante a fala na Clube FM o deputado Ivan Naatz acusa a indústria madeireira de sustentar campanhas políticas, o que não verdade é algo contrário à lei, visto que nenhuma empresa pode aportar um único centavo em qualquer campanha eleitoral, independente de quem seja candidato:

“Eu sei que a indústria madeireira é muito forte. Ajuda muita gente politicamente. Dá dinheiro para campanha (política). Apresenta candidatos como seus favoritos. Enfim, tem de tudo isso aí…”.

Para admiração do setor empresarial, Ivan Naatz é deputado do PL, sigla que se caracteriza pela postura desenvolvimentista, inclusive com ele somando 106 votos em Lages para conquistar o mandato que ocupa.

E…

Embora também questionável, mas se o projeto ‘engessante’ que combate a propriedade privada na Coxilha Rica, viesse de alguma liderança de partidos de esquerda, seria entendível. Mas logo de um liberal que inclusive a linou com seis em cada dez votos na eleição de 2022 aqui na região. Há quem interprete que Naatz ‘comprou’ a ideia de alguém sobre o tema e agora quer ir até o fim nesse engessamento da propriedade privada em Capão Alto e Lages.

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O varejinho na Câmara de Lages

O MAIS IMPORTANTE DOS PROJETOS SEGUE NA GAVETA DO LEGISLATIVO E NÃO DEVERÁ SER VOTADO

Legislativo lageano compartilha o grande volume de documentos produzidos ao longo das oito sessões do mês de maio. Ao todo foram 665 documentos, incluindo projetos de lei, indicações, moções e por aí vai. O percentual de repercussão disso na vida dos munícipes é deveras baixo, embora, respeite-se o fato de que aqueles abrangidos pelos gestos dos vereadores reverte de certa importância. Entretanto, retirando esse varejinho da atuação legislativa, aqueles projetos mais amplos e que repercutem num todo em Lages, não vieram para pauta.

EXEMPLO DISSO

A reforma da previdência no âmbito do município segue engavetada. Para se ter ideia, atualmente (dados de maio), saem do orçamento da prefeitura R$ 3.700.000,00 para complementar os gastos do LagesPrevi com benefícios (aposentadorias e pensões). A previsão é de que em 4 anos, o município precise aportar de recursos próprios R$ 366 milhões para essa complementação porque um dos fundos do Instituto é deficitário. A reforma da previdência municipal contribuiria para minimizar de forma gradativa essa diferença. Mas o projeto enviado pelo Executivo não foi e nem vai para a pauta.

RAZÃO DO RECOLHIMENTO

Como foi para o INSS (reforma de Bolsonaro) e para o Iprev (reforma de Moisés), a reforma em Lages tem regras negativos ao funcionalismo na busca futura da aposentadoria. Embora essa alteração seja inevitável (não é opcional ao município), a ideia é não colocar o assunto em análise e votação para evitar desgaste perante o funcionalismo municipal em ano eleitoral. Daí que será uma das tarefas de quem assumir a prefeitura em janeiro, tal providência. Como será início de mandato, o regramento será implementado sem qualquer dificuldade.

Presidente Freitinhas segue liderando a pauta do varejo na Câmara. Mas assuntos importantes como a reforma da previdência seguem engavetados e assim permanecerão até o ano que vem

O QUE MUDA AO SERVIDOR MUNICIPAL?

Entre outras alterações, a reforma da previdência do município segue o regramento do INSS, com um teto para aposentadoria. Hoje o servidor se aposenta com os vencimentos integrais (são poucos casos, mas há aqueles que se aposentam com R$ 10 mil, R$ 12 mil e assim por diante). Com a reforma, as maiores aposentadorias não passarão do teto do INSS (R$ 7.500,00). Também será necessário ter idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres (depois do cumprimento de um pedágio que permitirá aposentadoria antes de tais idades).

E…

Um assunto que merece debate é taxar inativos. Não se concebe que aqueles que se aposentaram com salário lá embaixo ainda contribuam. Mas esse assunto poderia ir para a pauta, negociar e, de repente, cobrar apenas de inativos com aposentadorias mais volumosas. O fato é que o tema deveria ser avaliado, votado e implementado. Só assim esse valor de R$ 3,7 milhões que a prefeitura deixa de colocar em Obras, Saúde, Educação, acabe indo para custear essa diferença entre o que o LagesPrevi arrecada e o que gasta. Mas os vereadores preferem ‘produzir’ 665 documentos em um mês, sem incluir algo importante para a cidade como esse.

EM TEMPO – Antes que algum transloucado aponte que não se pode vilanizar o servidor municipal, atente-se que o servidor público de Lages não tem nada a ver com esse déficit do LagesPrevi. Nem o que está na ativa e muito menos o aposentado. O sistema falho foi concebido pelos gestores públicos ao longo da existência do Instituto e agora chegou nesse poço sem fundo de R$ 3,7 milhões mensais dos cofres municipais para bancar a diferença entre o arrecadado e o gasto. O servidor aposentado ou aquele que buscará o benefício é vítima de má gestão nos tempos idos no instituto que terá que honrar o pagamento daquele que lhe é devido!

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75 anos em branco e vermelho

ANIVERSÁRIO DO INTER DE LAGES FOI COMEMORADO POR AQUELES QUE FIZERAM PARTE DA HISTÓRIA DO CLUBE

Esse retrato acima representa um pedacinho da história do Internacional de Lages. Acima estão Armindo Araldi, um dos 12 jovens fundadores do Internacional de Lages naquele 13 de junho de 1949. Na época Armindo somava 18 anos e testemunhava ali o surgimento de uma das instituições que mais alegria deu aos lageanos. O outro da foto é Anacleto Oliboni, autor dos dois gols na final do Campeonato Catarinense de 1965, contra o Metropol, que deram ao Inter seu maior título até hoje.

RAZÃO DO ENCONTRO

Coube ao jornalista Patrick Cruz – de lidas e escritas em São Paulo – cruzar os céus até o Sul onde coordenou o encontro trazendo aqueles que simbolizam a trajetória de 75 anos do Internacional de Lages. Destaque para Martinho Bin, volante que, com 594 jogos, é o atleta que mais atuou pelo Inter na história, o ex-atacante Vacaria, o ex-zagueiro Dutra e o ex-meia Wolni, todos também integrantes da lista dos dez atletas que mais jogaram pelo clube na história.

No registro acima os ex-atletas Fabiano, Bin, Wolni, Muralha e o jornalista Patrick Cruz, anfitrião do encontro com as raízes do colorado lageano

Atletas que defenderam o Inter em anos mais recentes também participaram a da celebração, entre eles o ex-zagueiro Erlon (2006, 2008 e 2013), o ex-goleiro Ivan (2013), e o ex-volante Michel Schmöller (2015-2017 e 2019-2020).

Na comemoração, os ex-atletas puderam relembrar seus feitos com a camisa do Colorado Lageano, mas o evento foi também um ambiente de discussão sobre as possibilidades do Inter para o futuro. Uma ideia ficou clara nos debates: o fortalecimento do Inter passa necessariamente pela união de todos os interessados em dar um novo rumo ao clube.

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