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Dados: A atuação liderada pelo Exército

SÃO MAIS DE 30.000 PESSOAS QUE INTEGRAM A FORÇA DO ESTADO ATUANDO PARA AJUDAR O RS

Atualizamos nesta metade do dia os dados compartilhados sobre a atuação do Exército Brasileiro e demais forças integrantes por órgãos, instituições e entidades no atendimento às pessoas afetadas pelas chuvas no Rio Grande do Sul. Os números são robustos dessa presença em território afetado pelas inundações, evidenciando a força das estruturas públicas reforçada pela indispensável e espetacular ajuda de voluntários, empresários, líderes diversos, enfim, todos com o mesmo foco humanitário de ajudar os gaúchos.

Os dados da força tarefa mobilizada para ajudar no RS a partir da Operação Taquari II

A cautela do Exército Brasileiro de, ao noticiar a mobilização, destacar todos os órgãos e instituições no trabalho em desenvolvimento no RS

A presença lageana na mobiliza em informação do próprio Exército: “Na cidade de Estrela, vários equipamentos de engenharia estão sendo empregados pelo 1º Batalhão Ferroviário no desbloqueio de vias, na retirada de entulhos e na coleta, transporte e distribuição de donativos e manutenção de pontes e estradas”.

SOBRE AS DOAÇÕES EM LAGES

Importante observar que, embora tenha sido concluído com êxito sem igual o trabalho liderado pelo colega Biguá no Centroserra, com adesão e ajuda de uma legião de lageanos e serranos que ajudaram a viabilizar 24 carretas de donativos, a recepção à doações segue. Elas podem ser entregues na portaria da Rádio Clube FM/Grupo SCC (Rua Carlos Joffre) e diretamente no Mercado Público de Lages. Tudo que é angariado é formado carga para o deslocamento ao território gaúcho visando atender os atingidos pelas chuvas.

O voluntarismo lageano, liderado pelo Biguá, foi de um significado sem igual. O lageano e os serranos deram demonstração de espírito solidário e fraterno doando itens e se engajando no trabalho de triagem e carregamento de tudo que foi arrecadado para dar destinação ao RS.

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Lages deve adotar cidade gaúcha

ENCAMINHAMENTO DE AUTORIZAÇÃO DEVE OCORRER NESTA SEMANA PARA O APOIO LAGEANO A UMA DAS CIDADES AFETADAS NO RS

A informação não é oficial até porque há tratativas burocráticas e legais nesse sentido. A adoção de uma cidade para apoio estrutural (maquinário e homens) requer mais que palavras, mas a presença do patrimônio público fora das fronteiras do município atuando e ajudando. Nesse sentido a Prefeitura de Lages avalia os passos para, a exemplo de outras de Santa Catarina, adotar uma cidade gaúcha. Acompanharão o ato nesse sentido, a disponibilização de maquinário e equipe para executar serviços urgentes de limpeza, execução de obras emergenciais e providências do gênero.

O humorista Badin Colono que conseguiu arrecadar mais de R$ 60 milhões com uma campanha nas redes sociais, lançou o desafio para que prefeituras catarinenses adotem uma co-irmã gaúcha. O prefeito de Blumenau anunciou a adesão à iniciativa, atendendo o desafio do humorista.

E…

O prefeito Ceron deverá atuar na mesma linha, atendendo antes dos encaminhamentos, os procedimentos burocráticos nesse sentido (com decreto ou autorização legislativa). Nas redes sociais há um ou outro apontando que ‘quem precisa ser adotada é Lages’, porém estamos falando de uma situação extrema em território gaúcho que sugere nem se fazer esse tipo de trocadilho infame nesse momento.

Lages abriu o coração e ajudou a partir de uma mobilização histórica, unindo a sociedade, entidades e poder público, com o deslocamento de 24 carretas de donativos aos gaúchos. Agora será a vez do poder público, com estrutura mais robusta (máquinas), acenar esse apoio na reconstrução.

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Força Marcius! Mesmo em cima de cacos!

SOBRE A SITUAÇÃO QUE EXPÕE A TENTATIVA DE LINCHAMENTO VERBAL EM CIMA DO PARLAMENTAR SERRANO

Quem acompanha a peleia política de Marcius Machado conhece seu estilo. É construtivo e, em seus posicionamentos nunca fica em cima do muro, perseguindo um desafio pessoal de sempre estar se atualizando, buscando qualificação e ampliando os horizontes do conhecimento. E faz isso também exercendo a atividade parlamentar porque não existe absolutamente nenhum impedimento legal nesse sentido. Inclusive busca se atualizar com despesas custeadas pelo parlamento, porque há previsão normativa para tanto.

DAÍ QUE…

Marcius não mudou seu estilo como vereador e nem depois deputado. Tanto que aumentou expotencialmente sua votação no último pleito, ao ponto de prospectar trocar a Alesc pela Câmara Federal no pleito de 2026. Logo, é judiaria tentar linchá-lo verbalmente por estar em um curso onde, para ele, significa acúmulo de conhecimento para a própria caminhada parlamentar, utilizando diárias do mandato.

E

Provavelmente o fato de integrar o Partido Liberal gere esse ‘efeito manada’ para tentar desacreditá-lo. Mas não vão. Mais humanismo e menos revanchismo em relação àqueles que tentam na caminhada da vida e da política ir além da postura do cavalo que, por causa das viseiras laterais, só olha para frente. Nem que a caminhada seja sobre cacos de vidro!

Quem conhece o estilo de Marcius sabe que ele persegue a atualização e busca de conhecimento constantemente. E não há qualquer ilegalidade no acesso ao custeio da Alesc para cursos nesse sentido. Qualquer crítica em relação a isso é postura daqueles que querem atacá-lo, aguardando a primeira oportunidade para isso.

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Médicos da Serra a serviço do RS

EXEMPLOS DE ATENDIMENTO DOS PROFISSIONAIS EVIDENCIAM O ESPÍRITO HUMANITÁRIO

Porque é vereador e podem pensar que estaria se promovendo em cima de um episódio lamentável, o médico Heron Souza optou pelo trabalho discreto. Tem feito teleatendimento às pessoas afetadas pelas inundações no Rio Grande do Sul, na atividade médica à distância permite. A ideia é esclarecer, orientar e, se necessário, medicar, dentro daquilo que a telemedicina permite. Na mesma linha tem atuado a médica Camila Cucco, com atendimento remoto na área de psiquiatria a pacientes que enfrentam esse momento crítico e angustiante em territorio gaúcho.

À DISTÂNCIA E PRESENCIALMENTE

Os dois exemplos que citamos acima são de profissionais da Medicina que estão dedicando parte do tempo diário para esse atendimento humanitário. Apuramos essas informações sem que partissem dos mesmos, até porque a ideia não é propagar a ação. Mas serve de exemplo, considerando que há vários otros profissionais atuando na mesma linha colaborativa. É o espírito de colaboração e apoio às pessoas nesse momento de anormalidade por causa do excesso de chuva. Há também aqueles profissionais que estão in loco ajudando. É o caso do médico Josino Rodrigues. Ele que atua na área de Saúde da Família em Cerro Negro e recebeu do secretário de Saúde, Adelar Morais (Lai), autorização para se deslocar até Porto Alegre, onde se juntou a outros profissionais, levando o atendimento presencialmente às pessoas.

Doutor Josino que tem experiência de atuação in loco diante de situações de anormalidades (ele trabalhou no desastre em Brumadinho) está integrado às equipes médicas de atendimento no RS

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Segue a insegurança em São Joaquim

ASSALTO A AGÊNCIA BANCÁRIA REFORÇA A SENSAÇÃO LAMENTÁVEL DE FALTA DE SEGURANÇA

Dias desses abordávamos a onda de furtos e roubos que abrangia comércio e residências no segundo maior município da Serra Catarinense. A realidade posta contrastava com a falta de contingente de policiamento ostensivo (PM). O próprio prefeito Giovani Nunes reportou ao Governo do Estado de onde recebeu resposta compreensível, mas que não resolve: falta efetivo para ampliar o policiamento em São Joaquim.

REFLEXOS DA FALTA DE SEGURANÇA

No sábado uma agência de Cooperativa de Crédito acabou sendo alvo de assaltantes. Dois funcionários do Sicoob teriam sido rendidos pelos bandidos que, do interior de um cofre teriam levado certa quantia em dinheiro.

Técnicos da Polícia Científica estiveram no local para colher provas (impressões digitais) para tentar se chegar até a autoria do crime. A Polícia Civil assim como a PM também foram acionadas para atender a ocorrência.

Foto: Portal São Joaquim Online

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Ataque ao Exército também em Lages

CONTEÚDO COMPARTILHADO POR EX-DEPUTADO CHAMA O EXÉRCITO DE COVARDE EM UM DESRESPEITO DESNECESSÁRIO

Veio de um ex-deputado estadual um daqueles ataques que menos se espera. Pelo fato de ser uma pessoa bem esclarecida e sabedora do quanto as forças do Estado, somadas à mobilização da sociedade estão atuando para ajudar atingidos pelas chuvas no Rio Grande do Sul, não se esperava o compartilhamento de conteúdo criminoso, inclusive chamando uma mulher de mula relinchante.

ATAQUE AO EXÉRCITO

Nem uma das estruturas referências da sociedade (inclusive de Lages) escapou do teor compartilhado pelo ex-político. No conteúdo disparo em rede social, o Exército é chamado de covarde, dentro de um contexto daquilo que está acontecendo no Rio Grande do Sul. Entretanto, são as Forças Armadas que lideram uma das frentes importantes de trabalho no Estado Gaúcho.

E…

Inclusive lageanos têm virado turno, na frente de batalha em defesa da vida e das pessoas. Temos um jornalista de Lages, integrando o assessoramento de comunicação do Comando Militar Sul, no olho do fucarão, contribuindo e ajudando na superação da situação posta em território gaúcho. Da mesma forma, integrantes do 1º Batalhão Ferroviário, motivo de orgulho pela atuação e trabalho em Lages e no Brasil, não têm se recolhido da missão, na linha prática do um filho seu não foge à luta.

Este é o Exército chamado de covarde que, juntamente com voluntários da sociedade civil, pessoas iguais a todos nós, atuam na ajuda aos gaúchos

DIANTE DISSO

Há de se lamentar as críticas daqueles que se lançam a tentar destruir, com conteúdos em rede social, o trabalho de quem está na linha de frente auxiliando o RS. É injusto esse tipo de postura que não constrói. Ademais, no mesmo conteúdo, é chamado de lunático e mau caráter da pior espécie aquele que não vê o cenário a partir da narrativa que ‘está sendo vendida’ para retirar do Estado o protagonismo junto com entidades, instituições, empresários, pessoas, a sociedade num todo. Triste, lamentável que se chegue a esse ponto.

Essa é a referência compartilhada pelo ex-parlamentar sobre aquelas pessoas que não aderem à narrativa que se tenta incutir na cabeça das pessoas. A quem interessa em um momento de caos como aquele instalado no RS puxar um debate desses, atacando pessoas e instituições? Onde uma pessoa soma para sua vida ou seu projeto de vida esse tipo de postura?

ENTENDEMOS QUE…

Não existe lado do Bolsonaro. Não existe lado do Lula. Não existe lado de fora. Há um conjunto de esforços com todos do mesmo lado. Do lado dos gaúchos e do Rio Grande do Sul.

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